Posts Tagged ‘Sobremesa’

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LARICA

abril 15, 2009

No fim do ano, eu e ana estávamos a pensar numa sobremesa bem gostosa para fazer e, junto com Lúcia, que na verdade mostrou-se incrédula com a invenção, resolvemos misturar 2 latas de leite condensado, 2 de creme de leite (sem soro) e quase um pote todo (do menor) de nutela. Liquidificamos tudo, colocamos numa travessa e salpicamos pedaços de sonho de valsa, grosseiramente partidos, tanto pelo meio do creme, como por cima. No final, colocamos no congelador e, depois do  almoço, o deleite foi geral! Ô sobremasa fácil e gostosa!!!!

Agora, na semana santa, repeti a dose lá nas Alagoas, e o sucesso foi o mesmo, não tem como não gostar…..salvo, logicamente, os nossos amigos que não gostam de doce (eu inclusa!)!

Beijão

Sandra

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JANTAR – PARTE 3: a sobremesa

novembro 28, 2008

(A parte 2 – o prato principal – ficará para o próximo post)

No jantar do último sábado, eu já estava decidida a fazer uma mousse de limão básica, usando a receita que já postei por aqui no mês de abril/2008, e que é super prática e deliciosa… Só que algumas mudanças ocorreram no decorrer do dia.

Tiago tinha saído para comprar algumas coisas e eu, depois do casamento de um dos meus primos, com direito a inúmeras taças de espumante, acordei super animada e, ainda com borbulhas na cabeça, fui ao pão de açúcar comprar o que me cabia… Lá chegando, me deparei com uma frutinha que minha mãe havia comentado há um tempo atrás: o physalis. Ela é cítrica, como uma mini laranjinha, mas sem ter a pele enrugada, e vem envolta numa folhagem interessante e bem decorativa. Sem nem ter idéia no que usaria, e pensando mais nela como um enfeitcho da mousse, resolvi comprar… (a pessoa tá se tornando consumista até em relação a frutas…. santo baco!)

Já em casa, passadas as borbulhas e instalada uma dor de cabeça, comecei os preparativos do jantar, incluída a mousse. Foi aí que minha mãe sugeriu que eu servisse a mousse em taças individuais e não num recipiente único como era minha idéia inicial. Confesso que, diante da certeza de que o trabalho seria maior, relutei, mas… acabei cedendo.

– Separei umas taças das de vinho mesmo, porque são mais altas e, por isto, mais elegantes (o que, logicamente, não se aplica aos humanos…);

– Fiz a mousse básica, como tá lá no post de abril, com 1 lata de leite condensado, 1 de creme de leite e o suco de 3 limões, que desta vez eram sicilianos, e fui montar as taças;

– Fiz um crocante: primeiro, um caramelo com 1 xícara de açúcar, mexendo sem descanso no fogo até o ponto meio mel ralo, tirei do fogo, misturei com umas castanhas de caju trituradas e coloquei no fundo de uma assadeira de metal, passando uma espátula para espalhar. Quando foi endurecendo/esfriando, descolei, com uma faca,  do fundo da assadeira, coloquei tudo num pano de prato (limpo!) e bati, despedacei (ai minha cabeça!) com um martelo!

– Em seguida, coloquei uma parte de crocante no fundo de cada taça, segui com uma porção de mousse (que, infelizmente e por falta de leite moça e creme de leite no armário, não era tão generosa), mais um crocantezinho e, por cima de tudo, uma physalis em cada taça, com as folhinhas enroladinhas, retorcidas,  uma para cada lado, como tá na foto abaixo…

Beijos

Sandra

ps. a taça diferente e mais cheia fiz especial p/ Berna, muito embora, assim como eu, ele não goste de doce…

sobremesa

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Como é o seu brigadeiro?!?

agosto 14, 2008

                    Faz algum tempo, nao sei exatamente quanto, que sempre dou uma inovada na receita original de brigadeiro e acrescento um tanto de nutela além dos ingredientes basicos e tradicionais deste DOCE genuinamente brasileiro!

 Nao lembro mesmo como e onde aprendi isto, mas sei que incorporei totalmente. Já fiz lá em Carneiros, já levei para o aniversário de 30 anos de Paula, naquela memorável festa a fantasia, fiz também para uma festa de aniversário de Larissa e por aí vai… Aliás, ando devendo uns a Ana Rita, estagiária lá do trabalho… Ui!

Não tem mistério: uma lata de leite condensado, uma colherada das de sopa de manteiga, chocolate em pó e nescau a gosto – eu costumo colocar um tanto de cada e a medida é pelo olho mesmo, de acordo com a cor – e umas 3 boas colheradas das de sopa de creme nutela.

Mistura tudo, liga o fogo e segue mexendo ate chegar ao ponto normal de brigadeiro, que, como todos sabem, é quando solta do fundo da panela.

Quando é para comer de colher, deixo o ponto um pouco mais mole…. Aliás,  para comer assim, servindo numa festa, fica massa colocar em copinhos pequenos e transparentes totalmente coberto com bolinhas daquelas prateadas, que dão um brilho!

E aí, QUEM TEM OUTRAS DICAS PARA VARIAR ou PARA ACERTAR O PONTO DO VELHO E BOM BRIGADEIRO?????????????????????????

Gisela tem! Ela me disse que costuma acrescentar um tanto de mel karo aos ingredientes da receita original  e consegue um ponto de brigadeiro no estilo puxa-puxa.

No mais, para saciar minha curiosidade despertada enquanto escrevia este post, pesquisei na interneta – na WIKIPÉDIA e noutros sites -, e descobri que a origem do brigadeiro não faz jus ao seu sucesso e gostosura…. Todas as explicações remetem ao udenista Brigadeiro Eduardo Gomes, embora as versões sejam distintas, envolvendo até a (hilária e suposta) perda de testículos do milico-político. Vejam só:

1. “é um doce doce brasileiro, criando provavelmente na década de 1940, comum em todo o país e normalmente presente nas festas de aniversário, junto com o cajuzinho e beijinho. O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes . Nos anos de 1946 e 1950, o militar candidatou-se à presidente da República pela UDN. Pelo físico avantajado e boa aparência, o candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover a sua candidatura. Conta a história, que numa destas ocasiões, criaram o doce a que deram o nome de brigadeiro. Apesar do apoio recebido, a eleição foi ganha pelo então general Eurico Gaspar Dutra.

2. Brigadeiro é um doce criado no Brasil logo depois da Segunda Guerra Mundial, chamado no Rio Grande do Sul de negrinho. Na época, dada a dificuldade em se obterem leite fresco, ovos, amêndoas e açúcar para os doces, surgiu a idéia de misturar leite condensado e chocolate. O nome foi uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, político e candidato à presidência da República.

3. Gostaria de complementar acrescentando que costuma-se relacionar o nome da guloseima ao brigadeiro Eduardo Gomes (1896-1981), candidato duas vezes à presidência da República e patrono da Aeronáutica, através de duas versões:
a) A primeira diz que o doce foi criado por uma senhora mineira, durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. Ela teria oferecido a guloseima ao candidato e depois vendia ‘os docinhos preferidos do brigadeiro’ para conseguir recursos para a campanha.
b) De acordo com a outra versão, o nome não foi uma homenagem e sim uma associação com um problema físico do brigadeiro. Durante o levante dos Dezoito do Forte contra o governo, em 1922, ele saiu gravemente ferido, tendo perdido os testículos, segundo se comenta em círculos da Aeronáutica. Quando se candidatou à presidência, logo após a Segunda Guerra, o Brasil atravessava uma crise séria de desabastecimento, faltando vários produtos na praça, inclusive ovos. Foi aí que alguém resolveu juntar leite condensado e chocolate em pó, criando um doce que não tem ovos. Essa teria sido a associação com o militar, razão do nome ‘brigadeiro’.

Bjs

SANDRA

ps. SIM, eu ainda estou de dieta!

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Sorvete à base inhame (é ótimo, eu juro!)

fevereiro 24, 2008

Apesar de parecer estranho, esse sorvete é muito bom. Na verdade, não se sente o gosto do inhame, que serve mais para dar consistência à massa básica.

A autora da receita não sou eu – afinal, os que me conhecem sabem que, em matéria de cozinha, nao faço, mas sou gente que manda fazer. Então, coloquei uma televisão pequena na cozinha para que Eurídice, minha cozinheira, ficasse sempre ligada nas receitas. Ela viu em algum programa, mas não se lembra em qual…

Vamos aos ingredientes: 1/2 kg de inhame; 1 litro de leite; 1 lata de leite condensado; 1 lata de creme de leite (se for de caixinha, são duas); 500g de cholcolate amargo.

Como fazer: Cozinha o inhame na água e sal. Após cozido, bate no liquidificador (ainda quente, com a água e tudo – cuidado para não estourar o liquidificador!). Vai misturando o leite aos poucos, até chegar à consistência de um mingau. Joga o creme de leite e o leite condensado. Quando estiver bem mingau mesmo, põe em um recipiente e leva ao congelador.

Deixa no congelador até endurecer (não muito, pois tem que ficar no ponto em que dê para retirar para bater novamente).

Retira do congelador e bate na batedeira. Volta para o congelador e só retira no dia seguinte. Espera amolecer um pouco e bate mais uma ou duas vezes na batedeira (para ficar macio).

Raspa o chocolate ou corta em pedacinhos, conforme a preferência. Mistura ao sorvete e volta para o congelador. Espera dar o ponto de servir e pronto!

É ótimo para crianças, porque o inhame é um alimento muito nutritivo.

Pode fazer uma calda de chocolate com maracujá para servir por cima (quente).

DUINA