Posts Tagged ‘Queijo’

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Salada de Atum

outubro 29, 2009

Hoje a noite quando cheguei da yoga, tava querendo comer alguma coisa leve e fácil de preparar.

Dei uma olhada na geladeira e na dispensa, e resolvi preparar uma salada de atum.

Usei um atum daqueles enlatados, conservados na água e sal.

Na hora de montar a salada, separei os outros ingredientes e fui misturando numa vasilha.

O primeiro foi pepino tipo japonês, cortei em pedacinhos pequenos. Em seguida, coloquei folhas de hortelã, picadas na mão. Temperei com sal grosso picado e reguei com azeite. Depois, acrescentei um pouquinho de nozes picadas, queijo ricota em pedaços e gengibre ralado. Misturei tudo e fui preparar o atum.

Atum escorrido e fora da lata, coloquei no centro do prato e joguei a mistura de pepino ao redor do atum.

Ficou pronta a salada que, por sinal, ficou ótima. CIMG2358

Experimente e façam bom proveito.

Abraços,

Tiago

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Bruschetta

agosto 18, 2009
Essa receita foi a entrada do jantar de Maria para Maria, já contado no post anterior.
A receita é a seguinte:jantarhighlander000
02 pães italianos
mozzarela de búfala
tomate cereja
agrião
alho
8 CS azeite
2 CS vinagre balsâmico
Cortar bolinhas de mozzarela de búfala em pedaços pequenos e tomates cereja ao meio e reservar numa tigela mergulhados na mistura de azeite e vinagre balsâmico.
Cortar dois pães italianos em fatias grossas, acrescentar 1 fio de azeite e alho concentrado (pouco). 
Colocar os pães no forno para assar até ficar crocante. 
Colocar sobre o pão, o queijo, o tomate e o agrião.
Essa receita é para seis pessoas.
Abraços,
Bolo
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Omelete de Berinjela e Gorgonzola

abril 17, 2008

Perdi 5 quilos em 15 dias fazendo a dieta da proteína, mas, tive que suar bastante para incrementar meu cardápio diário, pois, não é fácil se manter nessa dieta por muito tempo.

Numa dessas noites inspiradas, resolvi fazer um omelete. Comecei a procurar alguns ingredientes na geladeira, acabei achando um pedaço de queijo gorgonzola, e, logo em seguida, o jantar da noite anterior que tinha sido berinjela refogada e carne. Na verdade, a carne já tinha acabado e só tinha a berinjela.

Resolvi juntar tudo e transformar num omelete. Acresentei um pouco de queijo de coalho a esses ingredientes e parti para o abraço.

Receita:

Berinjela Refogada

2 Berinjelas descascadas e picadas em cubinhos.

1/2 cebola grande picada

1/2 pimentão picado

1 tomate pequeno picado

2 colheres de molho shoyo

2 colheres de azeite

pimenta do reino moída na hora.

Modo de fazer: coloca o azeite para esquentar um pouco e coloca a cebola para refogar. Em seguida coloca o pimentão e depois o tomate. Acrescentar a berinjela e segue refogando. Colaca o molho shoyo e a pimenta e cozinha até os cubinhos de berinjela começarem a ficarem amolecidos. Eu tirei neste ponto. Quanto mais tempo de fogo, mais a berinjela irá amolecer, tornando-se praticamente uma pasta.

Omelete   

2 ovos

queijo gorgonzola coalho picados (não calculei as quantidades, coloquei +ou- um punhado que cabe na mão de cada).

beringela refogada (a quantidade dos 2 queijos)

sal

Modo de fazer: Separa o queijo. Mistura os ovos até a gema e a clara ficarem homogêneos e coloque o sal. Esquente uma frigideira e despeje a mistura de ovos. Deixe cozinha um pouco, acrescente a berinjela e os queijos e tampe. Em seguida, feche o omelete e novamente tampe a frigideira. Depois vire o omelete e tampe novamente, deixando por mais um tempinho e estaré pronto para ser degustado.

Espero que aproveitem.

Abraços,

Bolo

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Na (finada) Confraria: Banana Frita Al Mare

fevereiro 28, 2008

Domingo

A delícia de descobrir a culinária entre amigos

Confrarias da gula dão ótimas oportunidades de exercitar a imaginação com receitas autorais e estreitar laços de amizade

Luciana Veras
Da equipe do DIARIO

Reunir amigos ao redor de uma mesa, sem hora para acabar o encontro, com pratos preparados para a ocasião e diversas opções etílicas não implica, necessariamente, reservar com antecedência um lugar em restaurantes passíveis de estarem lotados justo naquela noite. É possível organizar uma farra gastronômica – com espaço para experimentações culinárias e iguarias inventadas – e gregária em casa. Basta, apenas, estar de acordo com algumas poucas e acessíveis regras, exercitar a criatividade na elaboração de receitas e, assim, tornar-se membro de uma confraria da gula.

A Gourmet Trash Contest manteve encontros por mais de um ano, com direito a eleição de melhor jantar do período. Fotos: Gil Vicente.
  Elas existem. Os advogados Sandra Souto Maior e Tiago Gonçalves, com outros seis casais e uma dupla de amigas, mantiveram uma confraria (chamada, com um certo carinho, de Gourmet Trash Contest ou A Confraria por alguns deles) por mais de um ano. “Algumas pessoas inventavam os pratos, outras procuravam em livros. Na nossa vez, nós inventamos tudo”, conta Sandra, que no início ainda namorava e hoje é casada com Tiago – é dos dois a receita que aparece nesta página. “Eram 16 pessoas, divididas em 8 duplas. A idéia era que cada uma ficasse responsável por um jantar. Tivemos a idéia quando foi lançado O Clube dos Anjos, aquele livro de Luís Fernando Veríssimo”, explica Tiago, que era o encarregado de organizar o calendário e de guardar a urna.

Banana Frita al Mare é criação da dupla Sandra e Tiago, mas todos colocam a mão na massa.
  Sim, nesse caso os confrades avaliavam tudo. “As regras eram que os anfitriões tinham que cozinhar tudo e o resto levava as bebidas. Marcávamos no fim de semana, quando todo mundo podia, e ficávamos nos comunicando por e-mail. No jantar, o menu era analisado sob os critérios de apresentação, originalidade, harmonia, sabor e aroma. Ao final, as pessoas votavam e a gente guardava os votos”, lembra Tiago. “As notas eram atribuídas de 0 a 10 e as pessoas podiam fazer observações”, recorda o artista plástico Rodrigo Cabral, também um confrade. União – Cabral e a esposa, Sarita Brito, entraram depois. “Pra gente foi importante, porque nosso filho tinha 4 anos e a gente estava um pouco afastado dos amigos. Com a confraria, retomamos o contato”, diz Sarita. Todos são unânimes em afirmar que a confraria serviu, também, para aproximar ainda mais a galera. “Foi tanto tempo que houve separações e reconciliações, casais acabaram e voltaram na confraria, e todo mundo ficou mais unido”, rememora Tiago. Além de fortalecer a amizade, as reuniões regulares fizeram com que alguns aprendessem a cozinhar. “Eu nunca tinha ido para a cozinha antes. Quando foi a nossa vez, fomos pesquisar em livros”, situa a arquiteta Juliana Pontes. E assim, entre dicas, palpites e sugestões, pratos de massa, coelho, carneiro, peixe, frango e camarão foram bolados. O custo era alto para a dupla que ofertava o lauto jantar, porém compensado pelos meses seguintes. “A gente gastava um bocado, mas no final valia a pena”, aponta Sandra. E cada noite de confraria se estendia pela madrugada, sem a preocupação com o tempo e com a companhia de compadres do garfo e do gargalo.
  Se a Gourmet Trash Contest chegou ao fim quando acabou o rodízio (e a urna foi aberta meses depois, numa outra farra), uma confraria da gula ainda permanece. “Já estamos no quarto ano. No começo era mais sério, o anfitrião cozinhava tudo – tira-gosto, entrada, prato principal e sobremesa – e os outros rachavam a bebida. Agora, a regra é que todo mundo cozinha”, conta a jornalista Adriana Victor. O grupo, formado por quatro casais, não tem periodicidade fixa (“depende da agenda de todo mundo”), mas perpetua a alegria de se juntar para comer bem. “Já tivemos receitas da paella, uma sobremesa maravilhosa de brownie com sorbet de frutas vermelhas, um carneiro de forno, frango ensopado, enfim, vários pratos deliciosos”, detalha Adriana. Ser confrade, como se vê, pode ser trabalhoso, mas é de um prazer indescritível.
ReceitaBanana Frita al Mare INGREDIENTES
– Banana prata
– Queijo gouda
– Queijo catupiry cremoso
– Creme de leite fresco
– Vinho branco
– Noz-moscada
– Camarões
MODO DE PREPARAR
  Coloque os camarões para cozinhar, sem casca e cabeça, sem água, apenas com sal, um tomate e uma cebola (ambos cortados em quatro partes). Separe os camarões já prontos (quando estiverem rosados) do tempero e reserve-os. Corte as bananas em tiras e frite na manteiga. Quando estiverem com uma cor bem ferrugem, coloque três tiras em cada prato de sobremesa. Para o creme de queijo, rale o gouda e coloque numa frigideira, em fogo brando, com um fio de azeite. Acrescente o catupiry e mexa sempre até obter um creme homogêneo. Adicione duas xícaras de creme de leite, aproximadamente meia xícara de vinho branco e rale uma noz-moscada. Antes de ferver, acrescente os camarões, mexa rapidamente, retire do fogo e coloque um pouco do creme com os camarões sobre cada prato com as tiras de banana frita. Deixe um ou dois camarões grandes para guarnição. Sirva imediatamente como entrada.
DICA
  A quantidade dos queijos é opcional, porém a sugestão é que para uma porção de gouda seja colocada meia porção de catupiry.

(Diário de Pernambuco – Caderno Domingo, 13/março/2005).

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Pesto, Queijo de Cabra, Maçã….

setembro 24, 2007

No casamento de nossos primos Lule e Cat, no mês de agosto deste ano de 2007, lá na casa de Trude, Claudinha e Silvinha, tinha, entre tantos outros quitutes, um daqueles sanduiches frios, feitos com pão de caixa cortado em fatias longas e horizontais…. era simplesmente o pipoco! A receita foi criada por Trude e o diferencial é que, ao invés de usar maionese para cobrir todo o pão, usa-se pesto…. Fica delicioso! E não é só este o segredo do sucesso!

Sábado passado, peguei a receita com ela e, junto com meus auxiliares de cozinha, Tiago e Rosinha, ao som de otto, pedro miranda e secos e molhados, com umas cervas geladas, fiz o pão para levar para casa de Ana e Lula, onde rolou uma prévia para festinha do Eu Acho é Pouco. O pão fez sucesso! Vamos à receita..

Compra pão de caixa, já cortado especialmente para este tipo de “sanduba”. As camadas de recheios, entre as fatias, são de pesto, maçã cozida e queijo de cabra. Para o Pesto: 60gr de manjericão, só as folhas; 120 ml de azeite; 2 dentes de alho amassados; 2 col. sopa de pignoli ou castanha do pará (triturada) (usei a nossa brazilian nut); e 1 col. chá de sal.  Bate tudo no liquidificador. Depois, acrescenta 45 gr de manteiga derretida e 50gr de parmesão ralado na hora, mexe e está pronto (Se quiser fazer mais pesto do que o necessário para receita, pode congelar na boa, só é deixar para acrescentar estes 2 ingredientes finais quando for usar).

Outro recheio é de maçã: a argentina, segundo Trude, é melhor, pois a nacional é mais aquosa.  Eu usei umas 3 maçãs, salvo engano. Corta em fatias finas e sem casca. Unta um tabuleiro com manteiga e coloca as fatias.Por cima, salpica manteiga em pedacinhos  e leva ao forno ou fogo, até que cozinhe. O resultado é meio um doce de maçã, o tabuleiro, aliás,  fica com um caramelo no fundo. As maçãs não chegam a se desmanchar. Algumas, ficaram bem moles e outras, por sua vez, já meio tostadinhas.

O terceiro e último recheio é de queijo de cabra. Usamos mais ou menos 250gr. Machuca e amolece com requeijão comum, quase um copo todo.

Com os 3 recheios prontos, começa a montagem. Forrei o prato com folhas de rúcula, que ficaram meio que saindo para os lados da travessa e fui colocando as fatias do pão em cima. Antes, umedece uma a uma no leite com sal e pimenta. Coloquei os recheios na ordem pesto, maçã e queijo de cabra. Nas camadas com o queijo, ainda coloquei pedacinhos de nozes. A última camada tem que ser de pesto, que, aliás, é a cobertura do pão todo, inclusive para as laterais.  Para finalizar, joguei o restante das nozes.

Antes de servir, deixa na geladeira. O pesto escurecerá, é inevitável, pois oxida quase que imediatamente.

 Bom apetite!

Sandra

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Massaroca de Queijo

agosto 20, 2007

Uma das poucas receitas q aprendi com Ricardo, normalmente é ele quem aprende comigo; a base dessa massaroca foi com meio copo de requeijão e uma caixinha de creme de leite, com isso, vc apenas acrescenta os queijos de sua preferencia, um pouco de azeite e bastante noz moscada (como não sei trabalhar direito com noz moscada, coloquei um tanto e acrescentei um bocado de grão de pimenta do reino q dava uma surpresa boa em algumas mordidas).

Ralei os queijos: parmesão, provolone, qualho e gorgonzola(q não deu pra ralar mas daí cortei em fatias finas), pinguei um pouco de azeite, ralei um tanto de noz moscada e acrescentei os grãos da pimenta do reino, misturando tudo.

Depois coloquei tudo numa panela teflon e acrescentei a base (creme de leite e 1/2 queijo de copo). Tem q ir misturando até ficar uniforme.

Sandra disse q tinha comprado muito pão, então agente levou o recheio, chegando lá uma esquentadinha rápida no microondas junto a um pote de porcelana chique e bonitão, pronto. Ficou quase um foundeau de queijo, aproveitando um dos invernos mais frios q esse Recife já teve.

Sandra tem q botar no site aquele macarrão frio q ficou show…

Abraços, Berna