Posts Tagged ‘Massa’

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Ragú de Maminha

abril 7, 2009

Oi, minha gente. Ontem me joguei na cozinha pra fazer um jantar pra Tatty, q passou um dia cheio de eventos q ela organizara na semana passada, e q, com a chuva q cobriu a cidade, estavam sob riscos iminentes de dar merda.

Pra ela relaxar, bombei na inspiração e comecei uma receita q inventei na hora e também tava afim de fazer a um tempo, o tal do Ragú.

Bom, tinha uma maminha q sobrou de um churrasco q morgou no domingo, a partir da confirmação da conquista do campeonato PE 2009 pela Coisa no Chiqueiro (e bote chiqueiro nisso, cenas horríveis prum fim de tarde do domingão). Notícia nada agradável…

Peguei a peça e temperei com diversos temperos q tinha aqui em casa. Acho q essa parte fica a gosto do freguês, com alguns específicos q ficaram presentes no resultado final como o COMINHO (vou colocar em maiúscula os mais destacados) e um CHILI MEXICANO SECO q tenho aqui em casa. Coloquei o sal grosso e esfreguei bem com a mão os temperos secos na carne.

Despejei 2/3 de um VINHO STA FELICIDADE q tinha sobrado aqui em casa, o adocicado dele fez bem pra receita. E deixei marinando por umas 3 hs na geladeira.

Esquentei bastante a panela de pressão e comecei a selar a maminha.

Selei até de mais…

Depois despejei a marinada soltanto a graxa do fundo da panela, e coloquei a mesma quantidade de vinho de água. Ainda acrescentei uma cebola inteira com CRAVOS enfiados nela (como Tati já fez num outro Ragú presente nesse blog).

Deixei por 40 min, baixando totalmente o fogo depois da panela começar a chiar.

Após os 40, tirei a carne desfiei e voltei ela pra panela q cozinhava agora destampada pra reduzir o molho.

Comecei a refogar 3 dentes bem grandes de alho, com um azeite trufado. Cortei (amassei, sei lá…) a cebola inteira e cozida com uns pedaços da carne, qdo os alhos douraram coloquei a cebola amassada.

Pinguei um pouco de vinagre de arroz, junto com umas 4 colheres de sopa de um MOLHO DE TOMATE APIMENTADO HUNT’S, q agente ficou fã aqui em casa. Enquanto fervia coloquei umas folhas frescas de hortelã e uma pitada de orégano seco. Deixei ferver mais um pouco e despejei na panela de pressão.

Reduzi mais e desliguei o fogo.

Tampei a panela e aguardei a chegada de Tatty. Esse tempo foi bom pro molho dar uma engrossada.

Cozinhamos um pouco de fusili e servimos. Tava muito bom!

Duas coisas engraçadas, o cravo aparecia de surpresa de vez em qdo durante a degustação e a pimenta foi aumentando dando uma bombada gostosa (como diria Serginho) no final do prato.

Tatty, depois de um dia longo de trampo, adorou a surpresa.

E pra mim, agora, é curtir a Copa do Brasil e o Brasileirão, sofrendo como sempre. Cada um com seus pobrema!

Parabéns ao Náutico pelos 108 anos, e saudações alvirrubras!

…abraços e beijos, Berna

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Macarrão com farofa

março 18, 2009

Quem gosta de macarrão com farofa (pergunta)

Hoje, eu comi um macarrão de ontem. Ele foi feito bem simples, somente com molho de tomate.

Na hora do jantar, não tive dúvida, esquentei,coloquei um pouco de azeite e acrescentei a farofa.

Ficou uma delícia, deu uma nova vida ao macarrão requentado, deixando ele crocantinho.

Por isso, resolvi fazer essa pergunta.

Beijos e abraços,

Bolo

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Nhoque de Ricota

abril 30, 2008

Olha ai uma receita light e que traz sorte 🙂

Nhoque da sorte

Por superstição ou crença, cada vez mais brasileiros tradicionalmente preparam um belo nhoque todo dia 29. Diz a lenda que saborear este prato traz sorte por 30 dias seguidos!

Muita gente come apenas sete nhoques e os mastiga por sete vezes. Esta crença surgiu na Itália, quando um frade andarilho bateu à porta de um casal de velhinhos, num dia 29. Pediu um prato de comida e recebeu o único alimento que havia: nhoque. Tempos depois, voltou ao local e contou aos velhinhos que, após comer aquele prato, sua vida mudara para melhor.

Esse nhoque é muito facil de fazer e uma delícia!

Igredientes:

  • 1/2KG de ricota
  • 150g de farinha de trigo (1 xícara de chá e mais um pouquinho)
  • 100g de queijo parmesão
  • 2 ovos

Modo de fazer:

Passe a ricota na peneira, ou no amassador de batatas (voce quer uma ricota mais seca, se ela for muito molhada deixe secar um pouco na geladeira aberta), adicione a farinha os ovos e a metade do queijo parmesão, misture bem e tempere com sal, faça bolinhas dessa massa com formato de nhoque, cozinhe em bastante água fervente a medida em que eles vão emergendo retire-os com uma escumadeira, arrume-os em uma travessa e tempere com manteiga ou azeite ou o molho desejado e o resto do parmesão. Eu ontem aqui em casa fiz um molho de tomate normal, muitos tomates( que estão carésimos) cebola, alho, manjericão, tomilho e muito amor e deixa rolar.

beijo a todos

Tatty

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Beringela de Gravata

abril 27, 2008

 

 

 

 

Assim como Tiago, também iniciei uma dieta. E vou dizer uma coisa: é preciso muita criatividade pra comer bem e ainda fazer dieta. O pior é que não tem quem agüente muito tempo de dieta se as opções não forem realmente saborosas. Na verdade, desde que comecei, há mais ou menos três semanas, tenho comido bem melhor do que antes. Como não posso comer tudo, nem tanto, quanto gostaria, passo a escolher melhor o que comer. O resultado é uma dieta mais rica, menos gordurosa e nem por isso menos saborosa.

 

Esse prato, além do mais, é bem bonito, colorido, a gente já começa comendo com os olhos.

 

Usei um pacote de 250g de macarrão daqueles de gravata. Eram coloridas as gravatinhas. Duas beringelas médias, um bom pedaço de ricota light, daquelas bem secas mesmo, uma cebola grande, uns três dentes de alho, duas latas de tomates pelados, eram italianos e não tinham muita acidez, mas se só tiver do mais ou menos, vale colocar um adoçante ou um pouco de açúcar no molho pra reduzir a acidez. Um pouco de cogumelo shimeji do branco (foi a primeira vez que eu vi por aqui, comprei na Frutaria). Um nada de azeite e um punhado de um tempero italiano composto de várias ervas, todas secas, e alho, seco também.

 

Não sei direito o que eram os temperos porque comprei o saquinho de tempero, junto com vários outros, de vários sabores, quando estive na Itália agora em março, só que eu não sei italiano, então não sabia direito o que tinha em cada um, tava procurando alguém pra traduzir o nome dos temperos quando Antônia, a que ri, botou o conteúdo desse saquinho em um vidrinho, providência mais do que bem vinda porque protege o pozinho das intempéries da cozinha, recortou o título do saquinho e jogou fora o resto da embalagem, com a descrição do conteúdo junto. L . Enfim, não sei dizer o que era mas acho que se botar algumas ervas secas, mais um alho seco, mais uma  pimentinha calabresa, vai dar parecido. O importante é que fique bem cheio dos temperos e meio apimentado. Lá na Itália vende em quase todo canto esses saquinhos de temperos que a gente pode usar de várias formas, inclusive simplesmente misturando com azeite e jogando na massa. É o bicho!

 

Voltando à receita, cortei a beringela em rodelas, espalhei sobre uma tábua e coloquei sal. Dizem que se faz isso pra sair um tal amargor que ela teria. Não sei se é verdade mas que a bicha começa a suar depois do sal, ah, isso acontece.

 

Cortei a cebola em pedaços grandes, sem ser em rodelas, meio parecido com a cebola do chinês. O alho também cortei em pedaços não muito pequenos. E as beringelas, depois que suaram o tal amargor, cortei em quatro, cada rodela.

 

Coloquei bem pouquinho azeite em uma frigideira alta, em fogo baixo, e coloquei a cebola pra refogar, depois o alho. Quando a cebola já tava bem passadinha e o alho também, acrescentei as duas latas de tomates pelados. Amassei os tomates, mexi pra cá, mexi pra lá, deixei um pouquinho e acrescentei as beringelas. Deixei cozinhar um pouco, acrescentei os cogumelos, o punhado das ervas, e sal.

 

Enquanto isso, o macarrão tava cozinhando. Eu gosto de massa al dente mas quando é gravata eu deixo cozinhar um pouquinho mais, ainda assim, deixei ficar meio al dente. 

No final, quando já tava praticamente pronto, acrescentei a ricota cortada grosseiramente com as mãos.

 

Tem que tomar cuidado pra berinjela não virar pasta, o ideal é que ela fique também al dente. E eu recomendo fortemente um bom tinto porque como a massa é bem rica em ervas, cheiros e sabores, à medida em que se come e se bebe, o vinho vai potencializando os sabores, o negócio vai crescendo, crescendo. E, dependendo do vinho, já que as ervas não são alucinógenas, no final, dá até barato! Nesse dia tomamos um Bourgogne 2003, pinot noir. Como diria Berna, foi show!

 

Até a próxima.

Tati.