Posts Tagged ‘cachaça’

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Antepastos

agosto 2, 2010

Um dia desses, recebi amigos queridos para um almoço temático lá em casa, era débito de presente de Natal: um amigo secreto em que a pessoa tinha que escolher um filme para assistir com o presenteado. Como ainda era época de copa do mundo, dia do jogo de disputa do 3º lugar (Alemanha acabou ganhando da emcionante seleção Celeste), escolhi um filme sobre futebol para meu amigo rubro-negro, Adailton: o documentário gremista “Inacreditável – A Batalha dos Aflitos”. E, em homenagem ao nosso time, o Sport, montei um menu rubro-negro, com algumas pitadas em amarelo,  cor já associada ao nosso glorioso, em razão da sua maior “torcida” organizada…

O almoço foi risoto de pato negro, acompanhado de tomatinhos fritos, duas receitas que já postei aqui, e, entre uma e outra entrada, fiz 2 antepastos, um com beringela, passas, cebola roxa, alho e cachaça e outro, amarelo, com pimentão amarelo, damasco, cebola branca.

Os dois ficaram bem gosotodos, foram aprovados, inclsuive pelo nosso futuro Chef Thiago Marinho. A  cachaça paraibana que coloquei no de beringela deu um sabor bem legal, e, no amarelo, o pimentão e o damasco ficaram bem desmanchados.

Para ambos, refoguei a cebola cortada fininha, acrescentei alho, tudo no azeite bem quente; no “preto”, coloquei a beringela em pedaços, muitos com casca, além de shoyo e um tanto de cachaça durante o cozimento, bem como as passas. Quando coloquei a cachaça dei uma flambada , pro alcool evaporar, deixando, todavia, o sabor. No de pimentão, não economizei nas tirinhas do amarelo e também no damasco seco picado. Neste amarelo, sem querer, a cebola, no refogado, deu uma leve queimada, ficou bronzeada cor cobre, e, no final, este acidente acabou somando sabor.

Foi isto, simples e gostoso.

Saudações rubro-negras 🙂

Sandra

PS. As torradinhas eram vermelhas, compradas no Empório Cozinha’Art, que fica em BV, na Padre Carapuceiro. Vendem de todas as cores, tanto torradas como barquinhas de massa filo…

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Bar da Geralda – Morro da Conceição

outubro 12, 2008

Depois de uma manhã bem saudável, cuidando do corpo, numa caminhada gostosa no parque da jaqueira, com direito a uma água de coco deliciosa no final, tava na hora de cuidar da mente, curtindo o prazer da boa mesa. Cheguei em casa e Sandra me pediu para combinar de sair para almoçar com nossos amigos.

Liguei para Márcio, que tava numa ressaca monstra, e acertamos de nos encontrarmos no fim da tarde na casa dele. Ele não podia ir almoçar. Depois liguei para Tati que topou na hora e falamos com Gisela e Clemente que, também, toparam.

Então fomos eu, Sandra, Tati, Gisela e Clemente subir o morro da conceição. Não para rezar para Ceça, mas, para conhecer a sua vizinha a dona Geralda, proprietária do Bar que leva seu nome, o Bar da Geralda.

Alguns amigos já tinham recomendado o restaurante (Otávio, Zé e Fernando), mas, eu nunca tinha ido para lá. Não sabia o que tava perdendo.

O lugar é muito legal. Simples, aconchegante e super ventilado. Pegamos uma mesinha e rapidamente fomos atendidos com uma cervejinha estupidamente gelada.

Pedi o cardápio e o garçom começou a dizer o que tinha para comer, informou que o cardápio era no gogó mesmo. A lista era apetitosa: sarapatel de porco, sarapatel de galinha, carne de sol, fígado acebolado, saramunete, marisco, bife acebolado e a famosa galinha cabidela.

Para começar nossa incursão pela culinária local, pedimos logo o sarapatel de porco, que tava muito bom.

Logo depois, trocamos de mesa para uma mais aconchegante e maior, pois, silvinha tinha ligado e, também, tava subindo o morro.

Antes de Silvinha chegar, pedimos a galinha cabidela, que foi servida acompanhada de pãozinho francês para atolar no molho.

Valentina, coloca a tua receita de galinha cabidela aqui no Nacozinha.

Sivinha chegou e resolvemos pedir nossos próximos pratos que foram carne de sol com batata frita e fígado acebolado, e também pedimos feijão verde para acompanhar. Tatty, a batata frita é daquele jeito que você adora.

Já devidamente alimentados e já com muita cerveja na cabeça, sugeri tomarmos uma dose de rainha que é uma senhora cachaça.

Finalizamos nossa farra pela culinária do Bar, pedindo um sarapatel de galinha, que tava show, e foi um ponche perfeito para mais algumas doses de rainha que tomamos.

Neste momento, Gisela e Clemente já tinham descido o morro e Andréa tinha chegado para pegar o final da farra, onde tomamos mais algumas cervejas antes de descer.

 Vale a pena comentar que, o Bar da Geralda foi revitalizado pela Prefeitura do Recife, integrando o projeto Turismo na Comunidade, promovido pela Secretaria de Turismo, que tem por objetivo requalificar lugares freqüentados dos bairros da cidade, melhorando a infra-estrutura e promovendo os empreendedores locais. A ação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura do Recife com a Fundação Gilberto Freyre.

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

Com investimentos na ordem de R$ 20 mil, o bar recebeu serviços de revestimento de piso, substituição de coberta, construção de novos banheiros, nova fachada e ampliação do espaço. Além disso, os atendentes receberam capacitação de técnicos da Secretaria de Turismo do Recife.

Vão e aproveitem que o Bar é muito bom.

Bolo

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ASPARGOS FRESCOS COM PRESUNTO

abril 6, 2008

Grávida, Mimi me cobrou uma promessa feita para quando ela ficasse grávida: aspargos frescos com presunto. Devo, pago.

Aspargos frescos, comprados no dia.

Para escolher os melhores, olhe e manipule a parte de baixo deles. Não deve estar muito dura e a secção do caule não deve estar ressecada.

Tenho o hábito de descartar um pedaço da base deles assim: vou curvando de cima para baixo até chegar a um ponto perto do fim em que ele parte. Descasco o caule até perto da ponta.

Deixe marinar em cachaça, sal e azeite.

Tome uma cachaça. Claudionor é boa para isso.

Presunto cru. Pata Negra vale a pena.

Se não, um Parma ou Jamon de boa qualidade. 50g por pessoa, fatiado finamente.

Usaremos limão Taiti e queijo parmesão.

Ponha o aspargo no forno e, após uns 10 minutos, esprema o limão em cima e jogue o parmesão. É isso!

Arrume o presunto num prato de forma que se possam pegar as fatias uma a uma.

Sirva com boa mostarda e cerveja boa. Neste caso não é Antarctica. Recomendo uma Warsteiner clara.

m.