Posts Tagged ‘arroz’

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(novo) RISOTO DE CAMARÃO

maio 6, 2009

Neste ano de bons feriados, o  primeiro de maio caiu numa sexta e, já na quinta, começamos a ocupar o Sítio São Benedito, lá na (nossa) praia dos Carneiros.

Parece que a sensação gastronômica do feriado foi Ernesto, o carneiro, mas antes de entrar nele aqui no blog, resolvi postar, primeiro, a receita de um dos nossos jantares, justamente o da sexta à noite, depois de um dia ótimo de praia, amigos, crianças e churrasco.

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À tarde, Lúcia salvou a lavoura e já descascou os camarões, ajudando e muito  às cozinheiras da noite: eu, Tati, Gisela e  Adriana, que mexemos aquele risoto, e Ceó, que também deu seu show entre a pia e caçarolas!

Fizemos um caldo de ervas, com salsão, salsinha, hortelã, canela, manjericão, tudo fresco, tomilho em pó, pimenta rosa, e sal. No azeite e manteiga quentes, refogamos 2 cebolas roxas picadinhas e, na sequência, acrescentamos 3 xícaras de arroz para risoto, vinho branco e, seguimos cozinhando, mexendo e acrescentando o caldo. Depois, colocamos 3 xícaras de quinua em grãos e seguimos no mexe mexe.

Quanto ao ponto da quinua, eu acho que, na próxima vez, ela poderá ser colocada logo após o arroz, quando o vinho secar, antes da primeira concha de caldo, pois estou verificando que o tempo de cocção da quinua não é tão diferente do arroz…..

Voltando à receita, quando os grãos estavam quase prontos, colocamos os camarões crus e, depois, no fim mesmo, quando os camarões já estavam rosados, acrescentamos ervilhas daquelas bem verdinhas, que são vendidas congeladas (que fazem ploc na boca), mais umas pimentas rosas em grãos e, por último, misturamos queijo parmesão ralado e uma colher de sopa de manteiga….(risoto é feito para brilhar!).

Por cima da travessa com o risoto, para enfeite e também deleite do paladar, colocamos uns tomates cereja que eu já havia preparado ante de começar o risoto: lavei uns 30 tomates,  fiz um “x” no fundo de cada tomate e fritei no óleo quente; em seguida, tirei-os da frigideira e coloquei, também rapidamente, num recipiente com água e gelo, de onde eles foram para uma marinada de viangre e azeite, e onde ficaram até serem escorridos e serem servidos por cima do risoto. (Na primeira vez que fiz esses tomatinhos, que foi quando preparei o risoto de pato, cuja receita está postada aqui no dia 5/dez/2008, também coloquei salsinha picada nessa marinada final, mas lá em carneiros, me esqueci).

Bem, o novo risoto de camarão com ervilhas e os tais tomatinhos ficou delícia e ainda fechamos a noite com macarons de chocolate, avelã e laranja!

Beijos

Sandra

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QUINUA, o grão de ouro!

abril 22, 2009
 quinua_1a_big1“A quinua é um pseudo-cereal da família das Quenopodiáceas, domesticada e cultivada há 5.800 anos nos Andes e tem diferentes centros de domesticação no Peru, Bolívia e Equador. Também chamada quínua e quinoa, o nome quinua é de origem quéchua, o idioma falado pelos antigos incas. Conhecida como o trigo dos incas, para quem a quinua era considerada uma planta sagrada, um símbolo religioso, os incas – que a cultivavam há 8 mil anos – a chamavam de Grano Madre ou Grano de Oro”. “Investigadores que vem estudando a Quinua, nas últimas décadas, constataram, que seu valor nutritivo – só comparado ao leite materno – a converte no alimento mais completo do planeta, muito superior aos de origem animal, como a carne, o leite, os ovos e o peixe.” 

E aí, vocês já comeram quinua? Bem, já faz mais de um ano que a quinua figura no cardápio de lá da casa da minha mãe, mas só ultimamente resolvi descobrir os segredos desse grão que tá tão em voga. Aqui no Recife, dá para encontrar a quinua em grão, e também em flocos ou farinha, como também em barras de cereal, granolas etc. Nos sites http://estilonatural.uol.com.br/Edicoes/17/artigo4773-1.asp  e http://boaforma.abril.com.br/edicoes/221/fechado/Dieta/conteudo_257.shtml , encontrei boas matérias sobre o assunto.

Bem, desde que me iniciei na quinua, já fiz, em pouco tempo, uns 3 risotos diferentes, sendo um deles junto com Tati, lá em Alagoas, na semana santa (receita será postada noutra ocasião), e outro também lá, que, junto com a farofa de fernando, serviu de acompanhamento para uma fraldinha DELICIOSA, que espero tenha sua receita postada aqui o quanto antes também! (Não sei se já disse, mas passamos a semana santa numa casa ÓTIMA, lá em Alagoas, na praia (deserta) do Patacho, que fica no muncípio de Porto das Pedras, logo depois de Japaratinga, no sentido PE – AL. A casa me foi indicada por Gabi e tem um site bem legal na internet http://www.praiadopatacho.com/ . Não deixem de olhar as fotos!)

Voltando ao risoto… Era domingo de páscoa e estávamos no fim do feriadão, de modo que resolvi misturar o que ainda tínhamos de quinua e de arroz arbóreo, que sobraram dos dias anteriores, quando tínhamos comido, respectivamente, risoto de codorna, só com arroz, e risoto de camarão, este só com quinua. Em síntese, foi o risoto das sobras dos grãos e deu super certo!

Para cozinhar o risoto,  fiz um caldo com alecrim, manjericão, coentro, cebola, louro, pimenta etc., tudo que ainda tinha na gaveta da geladeira. Noutra panela, refoguei uma cebola grande no azeite quente, acrescentei o arroz, refoguei um pouco e coloquei um copo de vinho tinto. Quando o vinho secou, fui colocando o caldo, devagar e sempre, mexendo sem parar. Mais ou menos na metade do cozimento do arroz, acrescentei a quinua, que tem o ponto de cocção mais rápido, e segui mexendo e pondo o caldo. Pra falar a verdade,  não sei precisar em que momento coloquei a quinua, mas já fazia alguns minutos que estava mexendo o arroz; fui pela intuição mesmo e também li o tempo de cozimento da quinua que havia na caixa, sem contar que, numa das noites anteriores, já havíamos cozinhado a quinua, quando fizemos o citado risoto de camarão com quinua.  Quando cozida, o grão se abre e, assim como o do arroz, fica inchado.

Bem, depois, acrescentei pimenta do reino e também da rosa, pimentões vermelho e amarelo cortados em tiras pequenas e também ervilha torta, que cortei em 2 ou 3 pedaços cada vagem, tudo também sobras dos primeiros dias do feriado, viva Lavoisier! Quando estava al dente, coloquei queijo parmesão ralado, mexi, mexi  e pronto, estava  pronto este risoto vegetariano a base de quinua e arroz arbóreo!

Beijos

Sandra

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ARROZ COM GENGIBRE

março 2, 2009

From cabecademaracana

Agora em fevereiro, antes do carnaval, estive na casa de Duina, em João Pessoa. Por lá, depois de muitos vinhos e risadas, jantamos um bacalhau ótimo, que estava acompanhado por um arroz de gengibre divino.

Pedi a receita do arroz, pois acho que ele vai bem com muita coisa, e até mesmo puro, de tão bom que é! (Pena que pretendo passar um bom tempo sem comer arroz, ainda mais se for puro, coitada! Pois é, o ano começou hoje e junto com ele, as dietas!)

Bem, o arroz é super simples: (i) cozinha o arroz branco normalmente, da maneira que preferir; (ii) depois, refoga o arroz já pronto com cebola, alho e o gengibre ralado – não me petrgunte a quantidade, tem que ir testando e provando -, mas é para colocar primeiro a cebola, esperar a bicha ficar quase transparente, e então, acrescenta o arroz, o alho, e em seguida, o gengibre ralado.

Segundo Duina, é melhor usar gengibre novinho, pois o velho arde mais e deixa um ranso.

Beijos e feliz ano novo

Sandra

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Linguiça com arroz integral, gororoba total!

janeiro 30, 2009

risoto-integralHoje, decidi fazer um rango aqui em casa e qdo vi, não tinha quase nada de temperos na área, nem uma cebola.

Mas tinha 3 dentes de alho, uma bandeja de Linguiça Toscana no congelador, um saco de arroz integral, vários temperos em pó q de pouco em pouco vamos testando e uma vontadezinha de continuar comendo pouco até porque o fim de semana vem aí e nunca se sabe as tentações q vão aparecer.

De prima fiquei meio puto e tentei arrumar uma corja pra babilônizar numa churrascaria, Bolão tava se acabando no banheiro e Ricardo tinha uma série de eventos pra variar (parabén Clarinha pelo primeiro ano de vida!!!). Desisti e resolvi encarar a cozinha.

Bom, vamos lá, cortei os 3 dentes de alho com casca e tudo, depois peguei uma linguiça (uma mesmo) e cortei ela bem fininha, como tava congelada deu pra cortar bem fininha mesmo, anota essa aí q é massa…

Ganhei de aniversário um azeite alhado de Keops q é show de bola, coloquei um pouco e comecei a refogar numa panela de pressão os alhos e depois a linguiça,

Coloquei também pitadas de pimenta do reino, pimenta Jamaica e coentro em pó,

qdo a linguiça começou a dobrar e o fundo da panela a corar, despejei um copo de arroz integral, mexi um pouco e depois pinguei um tanto de vinagre de arroz, mexi mais um pouco e coloquei aquela medida de lei de dois copos de água pra o de arroz q já tava lá, misturei e antes de fechar a panela botei um saquinho de Hondashi (achei q tava viajando…), um pouco de sal e outro pouco de açafrão da terra pra dar uma cor, e também, como aprendi agora na Wikipédia, q  “Sua característica principal é como digestivo e ativador da função hepática”, então tá tudo certo…

Fechei a panela de pressão sem saber no quié q ia dar, depois de mais ou menos 10/15 minutos, abri a panela e o arroz tava com essa cara aí da foto e bem molinho, mas consistente como um bom arroz integral. Pra dar um brilho coloquei uma colher de Becel, q funcionou bem e coloquei umas folhas de manjericão por cima.

Apesar do teste, fiquei surpreso como ficou saboroso, e o detalhe do manjericão me fez repetir, pra colocar mais nesse segundo tempo.

Por isso nem perdi tempo já tirei a foto e mandei a receita até pra não esquecer.

Recomendo o prato e o teste, testando ainda mais com outros ingredientes e temperos. Essa parada da panela de pressão agilizou o processo e ficou na consistencia ideal de um risoto. E acho q o Hondashi ainda deu uma cremozidade no prato além de um gosto diferente junto da linguiça.

Abraços, Berna

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ARROZ JAPONÊS

novembro 5, 2008

Faz tempo que Sandra me pede esta receita, que é super fácil e simples. Eu como sempre, adoro! E ela também!

Você lava bem o arroz japonês antes de cozinhá-lo, para cada porçao de arroz, coloca 1 1/2 de água. Primeiro deixa em fogo alto com a panela descoberta, quando a água começar a ferver, baixa o fogo e deixa a panela semi-tampada. Depois, quando secar quase toda a água, conferir se está cozido e, se não estiver, coloca um pouco mais de água.

Quando estiver cozido, desliga o fogo e tampa a panela por um minutinho.

O toque especial é agora: servir com furikaki (é um condimento seco em forma de flocos para ser salpicado por cima do arroz branco japonês. Geralmente consiste em uma mistura de peixe desidratado, gergelim, alga marinha nori e outros condimentos), ou com gengibre em conserva, com ovo mexido…..

Beijos

Janaína

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ARROZ NO OCTOPUS

outubro 22, 2007

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O lance deste preparo é não deixar os ingredientes desmancharem no cozimento. SALVE A COR E A TEXTURA!

Abra um tinto seco, pra começar os trabalhos. Guarde a rolha.

Essa é Pra 2. Se for pra mais gente, faz a conta de vezes que tá tudo certo…

Imagino que você comprou 1 polvo fresco e limpo para fazer este prato.

 

Numa panela de pressão, coloque:

1 cebola, 1 alho poró, 1 cenoura e 1 cabeça de alho – tudo cortado grosseiramente. Acrescente ainda algumas folhas de louro, 1 amarrado de tomilho fresco e 1 pé de cebolinha.

Ponha o polvo em cima, cubra com água, jogue a rolha do vinho dentro e tampe a panela. Cozinhe por 17 minutos.

Não discuta isto: a rolha e os 17 minutos.

 

Tire a panela do fogo e bote embaixo da torneira até poder abri-la. Retire o polvo e use este caldo, coado é claro, para fazer 1 xícara de arroz da sua preferência. Pode até ser um risoto básico, mas não precisa.

 

Desconjunte o polvo e raspe a pele dele com a ponta da faca. Vai ficar a carne branquinha. Aqui e acolá pode fazer vista grossa e deixar um pouco das ventosas. Um pouco é bom.

 

Noutra panela, refogue rapidamente e acrescentando nesta ordem:

1 cebola cortada em gomos, 1 dente de alho fatiado e 2 folhas de louro;

1 pimentão vermelho e 1 pimentão amarelo cortados aos triângulos;

2 tomates cortados em gomos.

Junte o polvo cortado em pedaços e tempere com sal, cominho e tomilho.

Deixe reduzir um pouco e regue com o vinho tinto. Coisa de 1 copo. Tampe a panela e abaixe o fogo, não deixe cozinhar muito. Não queremos que fique tudo muito mole…

 

Junte o arroz (se for risoto faça o contrário), mexendo devagar, e aproveite para corrigir o tempero. Se estiver secando muito pode acrescentar mais vinho. Quando sentir o negócio a ponto de servir, regue com um pouco de leite de coco (tipo 1/2 copo). Apague o fogo, cubra com coentro fresco desfolhado, tampe a panela e deixe apurar 5 minutinhos.

 

Sirva acompanhado de uma bela pimenta. E cachaça!

 

m.

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Receitinha inicial

junho 26, 2007

Esta é básica e integral! Fiz hoje à noite e foi rápida.

Ingredientes:

1 xícara e meia (daquelas tipo caneca)de arroz ráris;

1 beringela;

umas 8 folhas grandes de acelga;

1 cebola;

4 dentes de alho;

3 tabletes de caldo de legumes, dissolvidos em 3 canecas de água quente;

gengibre em pó;

4 colheres de sopa de molho shoyo;

sal e pimenta do reino;

queijo coalho ralado;

meia caneca de uísque + cachaça

Mão na massa:

Primeiro, cozinhei o arroz mais ou menos como manda o fabricante… Coloquei o arroz em 5 canecas de água fervente para cozinhar, junto com 3 dentes de alho, sal e pimenta do reino. Cozinhei em fogo brando por 25 minutos, não mais do que isto, apesar do fabricante mandar cozinhar por 45 mins. Fiz esta opção para terminar o cozimento depois, no estilo risoto.

Depois, fritei no azeite o arroz (escorrido) com a cebola picada. Em seguida, adcionei a cachaça e o uísque – eram restinhos de garrafas, daí a mistura. Em seguida, fui colocando o caldo + shoyo, acresentando mais cada vez que secava. Logo na primeira vez que coloquei o caldo, acrescentei a beringela em pedaços e, na segunda vez, a acelga em tiras, sal, pimemta e o gengibre em pó.

Mexia de vez em quando.

Quando chegou no ponto de cozimento – testado e aprovado por Tiago -, com o caldo seco,  acresentei o queijo coalho ralado e pronto…. JANTAMOS! E ainda tem com folga para meu almoço amanhã!

Esta foi rápida, gostosa  e saudável!

Bjs

Sandra