Archive for the ‘Restaurantes’ Category

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Sucaria

março 24, 2009

Galera,
Esta é uma dica massa, principalmente para os que moram pelas bandas de cá da zona norte, mas também para todos de todas as zonas e vizinhanças.
É a sucaria Veneta, na Galeria Jaqueira Park Center, que fica ali na esquina com a Rua do Futuro. Os sucos, como diz meu amigo Berna, são irados, e o ambiente é legal, ao ar livre, projeto by Aparício, mais conhecido como Alexandre, o Bahia.
Lá, tem também saladas e sandubas, tudo por um preço justo. Funciona até 22h, e, ontem, depois da jaqueira, eu e Daniela paramos por lá. Eu fui de uva com água de coco e ela, morango com hortelã.
Em breve, vai ter café também, segundo nos falou Borba, o dono.
Beijos
Sandra

 

ps. No DP, saiu esta notinha:

Gastrô // Veneta Sucaria aposta na qualidade

Aberta há menos de um mês, a casa apresenta um cardápio saudável, com uma boa variedade de sanduíches leves, saladas incrementadas, açaí na tigela e guaraná da Amazônia


A Veneta Sucaria, recém-inaugurada na Galeria Jaqueira Park Center, na Jaqueira (ao lado do Parque da Jaqueira e em frente ao Park Jato), capricha na qualidade dos produtos oferecidos, num ambiente bem cuidado. Aberta há menos de um mês, a lanchonete se preocupa em oferecer alternativas saudáveis de alimentação, como sucos, sanduíches especiais e frios, saladas incrementadas, açaí, guaraná da Amazônia, entre outros.

Os sucos, naturais e batidos na hora, são deliciosos, e divididos em categorias como Combinados e Terapêuticos. Nesta última, estão opções como o TPM, feito com mamão, maçã e gengibre, que traz propriedades calmantes. Custam R$ 3,80, cada. Outro diferencial são os Smoothies (R$ 7,50), preparados com três tipos de frutas batidas com iogurte natural e sorvete, acompanhados de bola de sorvete e calda de mel. O Smoothie Infantil ainda leva chocolate granulado e jujubas.

Entre os sanduíches, uma das pedidas é o Tom Zé (R$ 7), que leva peito de peru, ricota, alface, tomate e pimentão vermelho, recheando fatias de pão integral. Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 7h às 22h.

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Chambaraaaaaaa!

novembro 6, 2008

Rapasiada, só um toque rápido, na sexta passada, tive uma reunião na Várzea e tinha q resgatar um teclado na Encruzilhada, no meio do caminho estava Tonhão.

Parei pra conferir as últimas q tinha ouvido, q tinha dado uma caída e plá…

Estava eu e um comparsa de Desenho Sonoro, Thelmo, também fã da gastronomia caseira adubada, pedimos o caldão de feijoada q tava como antigamente, junto de lapadas de Germana e Seleta.

Depois pedi um dos clássicos da casa, um Chambaril Bombado, acompanhado de arroz bem soltinho e pirão, havia me esquecido q a farofa não acompanhava o prato, pedi uma porção. Não me arrependi, um espetáculo de carne e com um Tutano de respeito, não conseguimos comer tudo, precisava de outro pareia responsa.

Com o mote de arrumar um osso pra Dub, q tá enchendo o nosso saco por causa da falta de Tatty, q agora trampa no horário comercial, e também pra comprovar q num foi sorte minha o último Chambaril, repeti a dose hoje (quinta – 06) com os mesmos pedidos e de novo o prato tava um show!

Bom, o mito foi quebrado e o pico continua show, recomendo, pra quem gosta, o Chambara lá de Tonhão, depois conto como tão o Bode, a Rabada, a Charque, a Feijoada, os Caragueijos, o Pão de Alho, as Carnes na Brasa…

Pra chegar lá é limpeza, vindo pela AV Norte, sentido BR, depois q passar a Estrada de Belém, passa um sinal e logo depois, na direita, tem um posto de gasolina na esquina, numa rua q nem parece rua, entra nela, vai passar uma rua e na outra esquina à sua direita tá o Bar do Tonhão, qualquer coisa pergunta por lá…

+55 (81) 3243-5594, R Amaro Coutinho, 339, Recife, PE

Abraços

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Bar da Geralda – Morro da Conceição

outubro 12, 2008

Depois de uma manhã bem saudável, cuidando do corpo, numa caminhada gostosa no parque da jaqueira, com direito a uma água de coco deliciosa no final, tava na hora de cuidar da mente, curtindo o prazer da boa mesa. Cheguei em casa e Sandra me pediu para combinar de sair para almoçar com nossos amigos.

Liguei para Márcio, que tava numa ressaca monstra, e acertamos de nos encontrarmos no fim da tarde na casa dele. Ele não podia ir almoçar. Depois liguei para Tati que topou na hora e falamos com Gisela e Clemente que, também, toparam.

Então fomos eu, Sandra, Tati, Gisela e Clemente subir o morro da conceição. Não para rezar para Ceça, mas, para conhecer a sua vizinha a dona Geralda, proprietária do Bar que leva seu nome, o Bar da Geralda.

Alguns amigos já tinham recomendado o restaurante (Otávio, Zé e Fernando), mas, eu nunca tinha ido para lá. Não sabia o que tava perdendo.

O lugar é muito legal. Simples, aconchegante e super ventilado. Pegamos uma mesinha e rapidamente fomos atendidos com uma cervejinha estupidamente gelada.

Pedi o cardápio e o garçom começou a dizer o que tinha para comer, informou que o cardápio era no gogó mesmo. A lista era apetitosa: sarapatel de porco, sarapatel de galinha, carne de sol, fígado acebolado, saramunete, marisco, bife acebolado e a famosa galinha cabidela.

Para começar nossa incursão pela culinária local, pedimos logo o sarapatel de porco, que tava muito bom.

Logo depois, trocamos de mesa para uma mais aconchegante e maior, pois, silvinha tinha ligado e, também, tava subindo o morro.

Antes de Silvinha chegar, pedimos a galinha cabidela, que foi servida acompanhada de pãozinho francês para atolar no molho.

Valentina, coloca a tua receita de galinha cabidela aqui no Nacozinha.

Sivinha chegou e resolvemos pedir nossos próximos pratos que foram carne de sol com batata frita e fígado acebolado, e também pedimos feijão verde para acompanhar. Tatty, a batata frita é daquele jeito que você adora.

Já devidamente alimentados e já com muita cerveja na cabeça, sugeri tomarmos uma dose de rainha que é uma senhora cachaça.

Finalizamos nossa farra pela culinária do Bar, pedindo um sarapatel de galinha, que tava show, e foi um ponche perfeito para mais algumas doses de rainha que tomamos.

Neste momento, Gisela e Clemente já tinham descido o morro e Andréa tinha chegado para pegar o final da farra, onde tomamos mais algumas cervejas antes de descer.

 Vale a pena comentar que, o Bar da Geralda foi revitalizado pela Prefeitura do Recife, integrando o projeto Turismo na Comunidade, promovido pela Secretaria de Turismo, que tem por objetivo requalificar lugares freqüentados dos bairros da cidade, melhorando a infra-estrutura e promovendo os empreendedores locais. A ação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura do Recife com a Fundação Gilberto Freyre.

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

Com investimentos na ordem de R$ 20 mil, o bar recebeu serviços de revestimento de piso, substituição de coberta, construção de novos banheiros, nova fachada e ampliação do espaço. Além disso, os atendentes receberam capacitação de técnicos da Secretaria de Turismo do Recife.

Vão e aproveitem que o Bar é muito bom.

Bolo

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Penne a concasse com filé mignon

agosto 29, 2008

Ontem, eu fui almoçar no Capitão lima.

Fui numa correria, pois, tinha que voltar logo para o trabalho, tinha uma reunião agendada para as 14:30hs. Terminei escolhendo o meu prato com pressa, sem pensar muito. Eu nem sabia o que significava a expressão “concasse”.

Descobri que “concasse” é um preparado de tomate, e nesta receita é feito com queijo e manjericão, servido com penne, regado com azeite.  Acredito que seja fácil de fazer e fica um show de bola!!!

Para acompanhar o penne, pedi filé mignon, que foi servido como medalhão, levemente mal passado e super macio. Ficou perfeito com o penne.

Recomendo.

Bolo

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Atum na Chapa

julho 9, 2008

Há anos atrás comi um atum no Satyricon (R. Barão da Torre, 192, Ipanema, tel.: 21-25210627) no Rio de Janeiro, que até hoje me faz suspirar. Era um cubo de peixe bem grande, tipo uns cinco centímetros de altura, cada lado. Era demais, com uma crosta de gergelim, todo crocante por fora e praticamente um sashimi por dentro. Sensacional! E ainda tinha um molho que, se não me engano, era de limão, mas podia ser mostarda. O molho era ótimo mas a visão daquele bloco de atum, e a experiência inédita de comer a carne do peixe daquele jeito, meio crua, meio crocante, é que foi inesquecível.

Aí, desde então, procuro outro atum daqueles.

Comi um bem legal, e tão grande quanto, no Chile, no famoso Aqui esta coco (La Concepción, 236, Providênica, Santiago, tel.: 56-2-2358649). Acompanhavam uns cogumelos passados na manteiga que faziam uma diferença. Recentemente, comi um maravilhoso em São Paulo, no simpático ICI Bistro (R. Pará, 36, Higienópolis), que vinha com um purê de raiz forte que foi a grande sensação. Gosto muito do que tem no Anjo Solto (Av. Herculano Bandeira, 513, lj 14 A), que vem só com um pãozinho bem gostosinho acompanhando. Mas estou pensando em voltar lá pra tentar desmistificar, porque já comi vários parecidos, todos bons, mas nenhum como aquele.

E tava nessa, pensando que da próxima vez que fosse ao Rio iria ao Satyricon de todo o jeito, quando, assistindo a Jamie Oliver no GNT outro dia, fiquei “incrível” ao vê-lo fazendo uns frutos do mar, todos na chapa de ferro, sem óleo algum (o que permite que se esquente a bicha até o ferro preto ficar quase vermelho), que despertou de novo minha vontade de atum.

Era uma linha meio salada, só os frutos com um molhinho à base de azeite e sal temperado, meio que pra comer de entrada ou como petisco. Um dos frutos era justamente um atum, um lombo de atum, não era um quadrado, era uma coisa mais lombo mesmo, um tanto comprido e meio gordo. Na verdade, roliço feito Guto.

Fiquei com o tal atum de novo na cabeça e aproveitei uma vinda de Katarina e Marco Aurélio ao Recife para reunir os amigos em comum aqui em casa, matar as saudades dos gaúchos e experimentar o atum, na versão Jamie Oliver.

Vou logo confessar que não ficou nem parecido com o do Satyricon (que a essa altura já virou uma lenda mesmo e só me falta chegar lá no restaurante e terem mudado o cardápio) mas, enfim, o atum by Oliver ficou o pipoco mesmo assim!

 

Primeiro, comprei uns pedaços de atum, os maiores que consegui, com o Japonês da lojinha do Pina (Mercearia Oriental, no Studio Ibiza, na esquina da rua que vem da Herculano Bandeira em direção à beira mar, com a Navegantes do Pina, ali no combalido Pólo Pina);

depois, deixei o atum marinando em shoyo e saquê por umas duas horas.

Aí, botei a chapa de ferro no fogão e deixei esquentar o quanto agüentei. Sempre me dá uma agonia, fico achando que já tá muito quente, mas, na verdade, acho devia ter deixado ainda mais tempo, até ficar quase em brasa mesmo.

Segundo Jamie Oliver, se estiver pelando mesmo, o peixe não gruda na chapa. O meu grudou um pouquinho, não sei se porque ainda tava um pouco molhado, ou se era o calor que ainda não foi suficiente.

O fato é que depois da chapa esquentar um tanto, sequei o atum com papel toalha e coloquei o bicho muito pouco tempo de cada lado na chapa.

O negócio é ficar vigiando o miolo do peixe, que não pode cozinhar. Quando as bordas estiverem passadas e o miolo ainda não, estará pronto.

Cortei o atum em fatias, como um rocambole, coloquei no prato, de um lado ralei gengibre, do outro, cebolinha picadinha, raiz forte nas bordas e shoyo ao redor de tudo. Aí, foi só partir pro abraço, como diria Berna.

Sim, e por falar nele, essa receita é light, galera!

Tati.

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Comunidades do Orkut

abril 12, 2008

Hoje o Nacozinha visitou algumas comunidades do Orkut, a fim de conhecer quem mexe com o assunto.

Destacamos cinco comunidades. As três primeiras são de restaurantes do Recife, frequentados por muitos do nosso Blog. As outras duas são comunidades de troca de receitas e experiências gastrônomicas. Por sinal, a última listada é xará de nosso Blog, também, tem o nome Nacozinha.

Capitão Lima – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8824725

Raval Bistrot – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=26604003

Central – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=6530217

Eu faço Gostoso – Gastronomia – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2100074

Nacozinha – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=51033

Espero que gostem!