Archive for the ‘Pestisco’ Category

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CAMARÃO COM GOIABADA

outubro 15, 2010

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Ontem, conversando com Cla, Tatty e Daniela sobre assuntos variados, surgiu umas histórias envolvendo o Chef super simpático Claude  Troisgros  e acabei me lembrando que havia esquecido de postar aqui uma receita dele que fiz na praia dos Carneiros, num sábado de sol deste nosso inverno nordestino já findo.

Quando li a receita pela primeira vez, vi logo que não tinha como não ser dvino misturar camarão com goiabada cascão!

A receita é a seguinte:

MOLHO BARBECUE GOIABADA
Ingredientes:
300gr de goiabada
40gr de molho inglês
3gr de alho picado
5gr de gengibre picado
200 ml de ketchup apimentado
Sal à gosto

Modo de fazer:
Derreta a goiabada com um pouco de água, acrescente o molho inglês, o alho e o gengibre picados. Adicione o ketchup e deixe ferver por mais 5 minutos. Pegue a mistura e bata tudo no mixer. Para finalizar, peneire a mistura e o molho está pronto.

CAMARÕES
Ingredientes:
4 camarões VG
1 colher de azeite
1 colher de alho picado
1 colher de salsa picada
Suco de 1 limão
Sal e pimenta à gosto

Modo de fazer:
Comece descascando os camarões, mas deixe-os com a cabeça. Tempere os camarões com sal e pimenta à gosto. Coloque num recipiente e deixe marinar por 10 minutos no molho barbecue, já preparado anteriormente. Após esse tempo grelhe os camarões na chapa. E para finalizar tempere com alho, salsa e limão.

Ficou DELICIOSO!!!!!!!!!! Só não é dos mais lights!

Bom verão pra todos,

Sandra

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Na praia de Berna e Tatty (e da galera)

novembro 6, 2009

tem o Ezequiel!

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“JC, 06/11/2009

Ezequiel está de volta às areias
E por falar em praia, esta é uma excelente notícia para os amantes da gastronomia à beira-mar. O nigeriano Ezequiel, depois de alguns meses de temporada em São Luís do Maranhão, está de volta à cidade que o acolheu quando pela primeira vez chegou ao Brasil. As areias de Boa Viagem/Pina voltam a ser os seus domínios. Ele circula com a simpatia de sempre e, tão imprescindível quanto, com um cardápio cuidadosamente elaborado. O carro-chefe é mesmo o mix feito com carne-de-sol e calabresa. Ele é o mote perfeito para os acompanhamentos: um purê de macaxeira encimado por alho dourado, farofa bem amarelinha, cebola refogada e (pode parecer decoração, mas faz a diferença na composição final) tomates frescos cortados em meia-lua. O melhor de tudo, considerando o tamanho da porção que serve com sobra três pessoas, é o precinho camarada: R$ 15. O carrinho de Ezequiel é opção tanto para beliscar ao lado de uma bela cerveja quando para almoçar ali mesmo, no cenário imbatível da melhor praia urbana do Brasil. Procurem por ele.”

Na versão impressa tem uma foto ÓTIMA dele, que, infelizmente, não tem na on line…

Bjs
Sandra

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CEVICHE

novembro 5, 2009

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Num domingo desses, na casa dos meus pais, em piedade, eu e minha mãe fizemos um ceviche, usando uma receita que ela obteve ou pesquisou, não sei bem, num dos tantos livros ou cursos de gastronomia que lê e faz, como, aliás, o de agora, em SP, onde concluiu animadíssima, apesar do calorão, o curso Mesa Tendências/Semana Da Mesa  http://prazeresdamesa.uol.com.br/exibirMateria/2199/veja-como-foi-o-semana-mesa-sp

Pois bem, a receita original é assim:

Ingredientes: 

8 pessoas como entrada,

6 pessoas com prato principal,

 1kg de file de linguado, em cubos de 2 cm (uso camurim)

Suco de 8 limões (o necessário para cobrir o peixe)

1pimenta dedo de moca sem sementes, em rodelinhas

2 dentes de alho picados

500g de cebolas em rodelas

3c. s. de salsão picado

1 ramo bem pequeno de coentro

3 espigas de milho cozidos em rodelas de 1 cm

Sal

Tomate em rodelas para decorar

Batata doce em rodelas pré-cozidas para decorar

Limão em rodelas para decorar

 

 Pra fazer: Tempere os files com sal, passe para uma tigela e cubra com o suco de limão. Junte a pimenta e o alho. Misture tudo cuidadosamente. Cubra com a cebola, salsão e coentro. Acrescente as rodelas de milho e deixe curtir por 1 hora, ate que o peixe fique branco. Sirva em pratos decorados com rodelas de tomate, a batata e limão.

Nós usamos cebola roxa, colocamos mais batata do que tomate e limão, e ficou DELÍCIA! Amei, almocei e jantei cecviche naquele domingo! No final de semana anterior, minha mãe havia feito a mesma receita, na casa da minha tia, e usou tilápia ao invés de linguado, todo mundo também gostou bastante.

Beijos

Sandra

PS.  Ceviche ou Cebiche???

Discussão sobre a etimologia do nome

Aparentemente, nem os próprios “donos” do prato sabem exactamente como se deve escrever, isto porque em espanhol o “b” e o “v” tem o mesmo som (informalmente, o espanhol culto, os sons dessas letras são iguais aos do portugués) e eles referem-se a esta letras como “b-larga” e “v-curta”. Já numa coisa, eles estão de acordo: a primeira letra “não pode” ser o “z” (que eles chamam zeta, mas que na maioria das variações do espanhol fora da Espanha, é pronunciado seta).

Mas há uma teoria interessante: embora a conservação do pescado com líquidos (como a salmoura, por exemplo) seja um conhecimento provavelmente pre-histórico, os citrinos foram introduzidos na Europa pelos árabes e daí foram levados para as colónias onde, aparentemente, lhes foram dados outros usos. No entanto, a teoria continua com uma variante do escabeche, que supostamente provém da palavra árabe “iskbꪔ (em vez da vizinha “sikb⪔, que é traduzida como “guisado de carne com vinagre e outros ingredientes”) ao qual os espanhóis começaram a adicionar bastante cebola, para o tornar menos ácido. Então, o “escabeche de cebola” teria-se tornado Cebiche.

Outra versão, mais “clássica”, seria do latim “cebo” que significava “comida abundante”.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cebiche

PS2. Na última vez que fiz, debulhei o milho já cozido (que, infelizmene, não era dos mais verdinhos) e coloquei só os grãos, o que facilita pra comer.

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Bruschetta

agosto 18, 2009
Essa receita foi a entrada do jantar de Maria para Maria, já contado no post anterior.
A receita é a seguinte:jantarhighlander000
02 pães italianos
mozzarela de búfala
tomate cereja
agrião
alho
8 CS azeite
2 CS vinagre balsâmico
Cortar bolinhas de mozzarela de búfala em pedaços pequenos e tomates cereja ao meio e reservar numa tigela mergulhados na mistura de azeite e vinagre balsâmico.
Cortar dois pães italianos em fatias grossas, acrescentar 1 fio de azeite e alho concentrado (pouco). 
Colocar os pães no forno para assar até ficar crocante. 
Colocar sobre o pão, o queijo, o tomate e o agrião.
Essa receita é para seis pessoas.
Abraços,
Bolo
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ovos à elvirinha

março 11, 2009

Tava mexendo nos arquivos de receitas no meu computador e acabei encontrando uma das receitas da finada confraria, que rolou nos idos de nem sei mais quando.

A receita é de Juli ou da família dela, algo assim, e fez o maior sucesso no jantar que ela e Guto fizeram, acho que até mais do que o jantar em si  (“quer purê???!!!”). (Sorte deles que Valentina não estava por lá!).

Eles serviram como entrada ou petisco, e foi bem inusitado! No mais, só não me perguntem quem é Elvirinha, pois não lembro de jeito nenhum!

Well, vamos, então, ao que interessa:

 

Ingredientes:


Ovos (conforme o nº. de pessoas)

Sal

Creme de Leite

Cebolinha picada

Molho de tomate

Queijo parmesão ralado



Modo de Preparar:

Unte bem, tigelinhas refratárias individuais, coloque em cada uma, um ovo, salpique sal e leve ao forno, quando a clara começar a querer endurecer, tire do forno e coloque por cima: creme de leite temperado com sal, cebolinha picada e molho de tomate. Salpique parmesão ralado e leve novamente ao forno para dourar.

Sirva imediatamente com torradinhas.

É isto!

Beijos

Sandra

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“VINAGRETE” DE FRUTOS DO MAR

fevereiro 18, 2009

Amigos,

No fim de janeiro, a caminho de Galinhos (RN), estiveem Tibau do Sul e em Pipa, e nesta última, conheci um restaurante ótimo de um californiano que se estabeleceu na região.

Por lá, comi um vinagrete de frutos do mar delicioso, tão bom quanto o de polvo, de Lúcia, mas diferente. Levava polvo, lula e camarões, tinha um molho adocicado, cujos ingredientes acabaram sendo revelados pelo garçom, entre um grito e outro (coitado!),que  levava da provável e tresloucada esposa do californiano!

Lá, no  cardápio,  o prato, que é uma entrada, nem se chamava vinagrete, mas resolvi assim apelidá-lo.

Já aqui, resolvi fazer a receita, até para aproveitar um polvo que tinha em casa no congelador.  Decidi mudar algumas coisas: primeiro porque não sou muito fã de lula (salvo do Gama e do Da Silva!), e segundo,  porque fazia um tempo que queria também preparar ceviche, por causa de uma receita que saiu no jornal e que estava pregada na minha geladeira já há alguns meses. Resolvi misturar um pouco e deixar rolar…

Para começar, o polvo foi cozinhado como aprendi com Lúcia, de lá dos Carneiros: coloca o bicho numa panela, cobre com água, acrescenta uma ou duas cebolas cortadas ao meio, salpica sal, e cozinha por cerca de 40 minutos. Depois, corta em cubinhos e reserva.

Escolhi uns 10 camarões rosa de bom tamanho, temperei com sal e pimenta do reino e cozinhei no vapor, por poucos minutos.

Ao invés da lula, as tais que não gosto e que até já me renderam um certo constrangimento há uns anos atrás, coloquei camurim (2 postas pequenas) e atum (mais ou menos a mesma quantidade do camurim). Para estes, é que resolvi usar a técnica de cozimento do ceviche. Antes, Tati limpou e cortou em cubinhos pequenos e, na sequência, eles ficaram mergulhados no suco puro de limão taiti por uns 4 minutos.

Além do camarão, polvo e peixes, coloquei tomates (2 grandões), cebola roxa (duas), salsinha e coentro picados, como em qualquer vinagrete.

A diferença deste vinagrete é que vem agora, pois ele não leva vinagre (daí, talvez, o equívoco do apelido que escolhi, mas, enfim….), e sim suco de limão; usei suco puro de uns 6 limões sicilianos, que são menos ácidos. Além disto, a receita leva ainda 2 1/2 colheres de sopa de catchup, 3 colheres de sopa de açúcar mascavo (acabei colocando rapadura ralada, que é quase a mesma coisa), e também umas 6 pimentas de cheiro picadinhas, daquelas pequeninas, tipo malagueta (na receita original do restaurante, era  malagueta mesmo, mas usei as que tinha em casa,  da mini horta que Tiago fez no fim do ano).

Misturei tudo, acrescentei um tantão de azeite (que não sei se tinha na receita original), umas gotinhas de tabasco, estas por sugestão de jane, e levei à geladeira. 

Comeram puro e também com pão. Tava bom, bem bom, muito embora eu mal tenha provado, coitada…. pois fiquei doente. 

Sim, na próxima vez, vou lavar os cubinhos do polvo já cozido com água quente, que é para tirar totalmente uns pontinhos pretos que ficam grudados neles.

Beijos

Sandra

Ps.

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Voltando às lulas, realmente já tentei comê-las + de uma vez, mas não curto muito. Antes, odiava, e agora, até consigo engolir…. (aqueles anéis a milanesa são mais fáceis….por causa da milanesa!!!!!!!!). Na época em que ainda odiava, aconteceu um causo interessate: no começo de 97,  passei 3 meses na Argentina, num tipo de intercâmbio, e, certo dia,  o irmão do meu pai-anfitrião resolveu me ofecerer um almoço. Tava tudo agendado para um bom e farto churrasco argentino, num sábadão, mas, para meu azar, embora fosse pleno verão,  amanheceu chovendo muito, o céu cinza, cinza, de modo que transferiram o almoço do jardim para a sala e mudaram de churrasco para lula recheada…. O almoço era pra mim, mas mesmo assim comi só arroz com o molhinho da lula, e não consegui nem a pau (juvenal)  engolir as bichas, não deu mesmo!  Graças a Deus,  eram todos ótimos e acabamos o almoço fazendo piada do ocorrido…(e eu com uma fome de lascar!)!

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FESTIVAL DO ACARAJÉ!!!

fevereiro 12, 2009

Minha gente, tinha visto uma vez num programa de tv uma insinuação de uma caixa q tinha um pó pra fazer a massa do acarajé, mas passou batido.

Qdo Tatty foi na Bahia pedi pra ela dar uma procurada por lá, ela de primeira me disse q  não existia isso. Mas insisti, como sempre impregnando.

E num foi q ela achou e ainda trouxe uma caixa com um pó de vatapá. Daí marcamos de fazer um dia o festival do acarajé aqui em casa.

Não botamos muita fé naquela novidade, achando inclusive q não ia dar certo mesmo. Mas fomos em frente e acrescentando alguns adicionais pra incrementar o bagúio.

E pra surpresa de todos ficou bom demais, até porque confio nos especialistas em acarajé q compareceram ao evento (Valentina, Jorge, Ricardo e Lucas Solano Trajano Du Peixe q degustou por tabela), além desse q escreve e da chef Tatty. Clarice, Daniela e Dona Adriana não comeram.

Além de seguir as recomendações da caixa (que inclui uma malhação de 15 minutos pra misturar a massa) fizemos o seguinte:

Compramos o óleo de dendê no mercado pra manter a origem. Fritamos nele além de acrescentar um pouco no vatapá.

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As primeiras bolinhas não ficaram lá essas coisas, mas depois agente pegou a manha.

Batemos no liquidificador, amendoim e castanha de cajú pro vatapá e eu ainda dei uma torrada nessa farofa de amendoim e castanha com algumas cabeças de camarão e bati de novo, essa mistura agente acrescentou na massa do acarajé.

Tatty cortou bem pequeno cebola e tomate, e agente comprou 1 Kg de camarão pequeno e fresco, q eu dei uma assada no forno com bastante alho, azeite, sal e Tatty antes de servir passou na frigideira com um pouco de dendê.

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Ah, Tatty ainda colocou uns camarões limpos no vatapá. Antes ela passou eles no azeite com Lemmon Pepper, reservando um pouco também pro recheio do acarajé.

Como acarajé é mote pra comer pimenta. Servimos com dois tipos de pimenta q tinha aqui em casa, todas bem fortes, uma mais roots, de bar, com a mistura cozida e batida, e outra de uma conserva q fiz, com louro, cachaça, azeite e um pau de canela. Todos acordaram q a pimenta roots tinha mais a ver com o acarajé.

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Ricardo ainda trouxe uma assadeira com vários tipos de linguiça, avestrus, frango, etc acompanhadas de um molho q ele fez e q ficou muito show! Merece um post aqui.

Bom, então foi isso, e pra quem for na Bahia ou achar poraqui compre q vale a pena, economiza o trampo de descascar o feijão branco e com uns ingredientes a mais fica profissa de verdade. E agente tá com o óleo de dendê a postos.

Abraços, Berna