Archive for the ‘Histórias’ Category

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Viva dona Ana!

maio 19, 2011

http://www1.folha.uol.com.br/comida/917703-cozinheira-especialista-em-bolo-de-rolo-expoe-suas-memorias.shtml

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CARNEIROS

janeiro 6, 2009

Gente,

 

Eu queria deixar registrado aqui no blog que adorei passar o fim de semana em Carneiros com vocês. Para mim foi uma experiência maravilhosa, pois estar naquele paraíso com amigos tão queridos, desfrutando de boas comidas e bebidas, é algo simplesmente perfeito.

 

E falando de boas comidas, também queria dizer que voltei inspirada da praia, tanto que no primeiro dia do ano resolvi experimentar algumas das receitas que eu havia provado naqueles dias em carneiros. Fiz a salada verde de batata, que na verdade não ficou tão verde, acho que o motivo foi  porque não bati no liquidificador, mas num miniprocessador, que acabou não triturando bem as ervas. Mas mesmo assim teve a aprovação geral.

 

Já a Carne de Sol do Jacinto, modéstia a parte, ficou “exquisitísima”, como se diria em Bs As. Coloquei o queijo ralado em cima para gratinar (Tati me disse que nunca conseguiu colocar por causa do sal da carne), o que deu um toque especial.

 

De sobremesa fiz o sorvete de nutela, que também rendeu muitos elogios.

 

Também fiz duas outras receitas do livro Nigella Express – Receitas Rápidas e Saborosas (que, por sinal, recomendo, pois está muito bom). Fiz a receita das lingüiças agridoces e uma cheesecake, que mais tarde deixarei aqui postadas. Gostei muito das duas.

 

Um beijo grande e até a próxima aventura gastronômica!!

 

Beijos

 

Janaína

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Recesso?

dezembro 19, 2008

Parece que o número infindável de confraternizações está prejudicando não apenas o cérebro da galera, mas também o blog, que tá um marasmo só! Nem uma receitinha de peru de natal!! De minha parte, confesso que estou mesmo um pouco seqüelada depois de 1 semana em carneiros e 5 dias no rio, com direito a madonna  (sim, pedrinho, eu até viajo um pouquinho!), além de confraternização dia sim outro também desde que desembarquei da cidade maravilhosa!

Lá, não cozinhamos nada e, na verdade, mal comemos, mas, em compensação, bebemos a valer! Foi ótimo! Mas mesmo assim deu pra almoçar divinamente no Qadrifoglio (onde nos lembramos muito de toinho ), tomar sorvete na Mil Frutas (o tradicional queijo com goiabada e o inusitado de laranja com gengibre!), comer bolinhos com muitoosss chops no Bracarense, além  de almoçar no Aprazível, em Santa Tereza e jantar no Carlota, no Leblon, etc… A única bola fora foi o café da manhã na Confeitaria Colombo do Forte Copacabana: a gente foi no domingo de manhã, todos meio ressacados e com fome, esperamos um tempão por uma mesa, aproveitando para admirar a exposição de arte que estava no local, certamente com a curadoria de Moacir dos Anjos, e quando enfim sentamos, nada funcionava, o serviço era terrível, os pedidos vieram incompletos, uma tragédia!

Quadrifoglio – Rua J. J. Seabra, 19 – Jd Botânico – Tel: (21) 2294-1433

Mil Frutas – Rua JJ Seabra, s/nº – Jd Botânico -Tel: (21) 2511.2550

Bracarense – R. José Linhares, 85 – Leblon –  Tel: (21) 2294- 3549.

Aprazível – http://www.aprazivel.com.br/

No mais, pra mim, a sensação da viagem foi o carrinho de chops que tinha do lado de fora do maraca, antes do show de madonna! Um carrinho tipo de sorvete, só que muito melhor, já que era de chopp brahma, geladíssimo, por R$ 3,50 o copo de 400 (ou 500)ml. Nunca tinha visto um daqueles e adorei! Vamos importá-lo pra BV e Olinda? Podemos ficar ricos…. ou gordos!

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No mais, como não conseguimos chegar nunca no Pavão Azul, em Copacabana, pra tomar mais chops e comer o delicioso bolinho de bacalhau de lá, apresentado por Marquinhos, na penúltima viagem ao rio, teremos que voltar à cidade maravilhosa o quanto antes!

Beijos e Feliz Natal

Sandra

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A TERRINE DE CANARD

dezembro 3, 2008

Marc e Maninha haviam preparado com a maior dedicação uma fantástica “terrine de canard”, com a qual nos presenteou no Natal. Orgulhosa do seu presente, Ael aguardou a visita de Denish e Carmélica, para saborear a iguaria com vinhos da melhor qualidade.

 

O evento foi anunciado aos quatro ventos, mas os disputados convites foram restritos ao número máximo de lugares à mesa. Não adiantaram as reclamações, pois Ael posicionou-se firme e determinada.

 

Na noite esperada, a casa foi cuidadosamente arrumada por Fatime, antiga cozinheira que tanto nos ajudou no início do casamento, mas que agora somente era chamada para os eventos mais significativos, como aquele em que seria servida a famosa “terrine”.

 

Os poucos convidados chegaram antes da hora marcada. Posta a mesa, foram servidos os vinhos que acompanhariam a iguaria. Com pompa e circunstância, Ael ausentou-se da sala, pronta para servir o esperado manjar.  Um grito ensurdecedor vindo da cozinha estarreceu os presentes. Era Ael que anunciava o seqüestro do seu prato. Todos falavam ao mesmo tempo e ninguém entendia nada.

 

Entre assustada e constrangida, Fatime confessou que fizera uma faxina na geladeira, dali expurgando um asqueroso e mofado recipiente. Era a nossa “terrine”. A prova do crime ainda se encontrava na lixeirinha do balcão.

 

Devidamente recolhida e examinada, concordaram todos os presentes que a iguaria deveria ser saboreada, em segredo, é claro, o que de fato aconteceu entre suspiros de prazer.