Archive for the ‘Aves’ Category

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Risoto de Codorna

março 8, 2009

Aqui estou em pleno domingão de sol, escrevendo minha dissertação, mas, por enquanto a produção não tá muito boa. Resolvi pedir um almoço que vai salvar minha inspiração: PIZZA. Enquanto a pizza não chega, vou colocar a receita desse risoto que fiz na sexta a noite.

No final da tarde desta sexta-feira recebi uma ligação de Sandra, dizendo que ela e Tati tinham acabado de ser assaltadas e, que tinham levado o carro de Tati. Na mesma hora perguntei se tava tudo bem e onde elas estavam.  Fui encontrá-las na Padaria Engenho que fica na Av. 17 de agosto. Aparentemente, estavam tranquilas, mas, estavam as duas nervosas, Sandra um pouco mais do que Tati. Fomos na delegacia e prestamos queixa. Vale ressaltar que tive a impressão que o policial estava nos fazendo um favor e, que não era sua função.

Queixa prestada, fomos lá para casa e, rapidamente, Paula chegou por lá. Para relaxar um pouco, Sandra sugeriu assistirmos Lost, os primeiros capítulos da atual temporada. Foi mal pessoal, mas, não dava para negar.

A PIZZA CHEGOU!!!!!!!! Depois continuo. 

Terminei de comer a pizza e posso continuar escrevendo o post.

Além  de assistir Lost, resolvi preparar o nosso jantar, foi quando tive a ideia de preparar o risoto de codorna.

Sandra tinha comprado duas codornas para eu comer, quando ela estivesse em Galinhos, mas, até então eu não tinha preparado.

Peguei as duas codornas do congelador e coloquei no microondas para descongelar. Enquanto descongelava, piquei uma cebola roxa, meio pimentão vermelho e dois dentes de alho. Aproveitei e cortei mais uma cebola grande, a outra metade do pimentão e mais três dentes de alho em pedaços grandes e um pedaço de presunto de peru defumado em quadradinhos, para a preparação do caldo.

Quando as codornas descongelaram, temperei-as com pimentas do reino e  da jamaica moídas, sal grosso moído, a cebola, o pimentão e o alho picados, um pouco de vinho tinto e azeite e, por último coloquei um pouco de chili da turquia, presente da minha tia guida.

Deixei na geladeira pegando gosto, enquanto assistíamos o resumão das últimas temporadas e o primeiro capítulo de Lost. Por sinal, a série continua muito louca.

Quando terminou o primeiro capítulo, fui para a cozinha preparar o jantar.

Comecei pelo caldo, colocando uma chaleira de água para ferver. Numa panela funda, coloquei metade das cebolas para dourar com azeite, deixando até que  ficassem um pouco queimadas. Acrescentei o restante das cebolas, o pimentão, o presunto e o alho, e deixei no fogo até o fundo da panela ficar um pouco queimado. Neste momento, coloquei a água quente e um tablete de caldo de galinha. Deixei no fogo baixo.

Paralelo a isso tudo, coloquei uma frigideira no fogo para selar as codornas. Quando a panela tava bem quente, despejei as cordornas e mantive virando até ficarem douradas. Reservei os temperos das codornas para o risoto. Depois, coloquei as codornas no caldo para terminar de cozinhar.

Codornas prontas, tirei-as do caldo e comecei a preparação do risoto, refogando os temperos que tinha reservado no azeite. Sandra me ajudou nesse momento, colocando mais meia cebola picada para refogar, pois, tinha achado pouca cebola. Aproveitei para desfiar e reservar as codornas.

Depois, juntei as novas cebolas na panela do risoto, dei mais uma refogada, acrescentei duas xícaras e meia de arroz arbório, mantive refogando mais um pouco, e coloquei vinho tinto, misturei tudo até evaporar todo o vinho.

Comecei o processo de cozimento do arroz, colocando o caldo aos poucos, deixando secar e acrescentando mais caldo, sempre misturando. Nesta etapa, Fernando chegou e me ajudou mexendo um pouco.

Quando o arroz tava quase no ponto, coloquei a carne  e cozinhei até o arroz cozinhar totalmente, deixando-o al dente. Por último, coloquei queijo de coalho ralado para derreter, mais uma contribuição de Sandra, servindo o risoto logo em seguida.

 Comemos o risoto e fomos para o quarto para assistir os outros episódios de Lost. Fernando foi logo embora, pois, não gosta da série. Sandra e Tati dormiram rapidamente, restando eu e Paula acordados. Assistimos todos os capítulos que tinha, foram mais quatro e, dá para confirmar que Lost continua muito louco.

No sábado de manhã, recebemos um ligação, informando que tinham achado o carro. Fomos buscar e resolver a baixa na polícia. Mas, isso é história para o próximo post.

Beijos e abraços, 

Bolo

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RISOTO NEGRO DE PATO

dezembro 5, 2008

O prato principal do já comentado e debatido jantar que teve aqui em casa, num sábado desses, foi um risoto negro de pato, como até já devo ter falado antes aqui. Juntei a fome com a vontade de comer e tomei coragem para fazer um arroz negro que, há quase um ano, quando eu estava em São Paulo, retornando de Ilhabela, comprei, entre outras coisas, naquele Empório Santa Marta, que é uma mistura turbinada de casa dos frios com pão de açúcar, na alemeda lorena, nos jardins. Na época, eu nunca tinha visto o arroz negro para vender por aqui, fiquei curiosa, segui a sugestão de helenita, e comprei 1kg do danado.  Hoje, vejo dele para vender em vários lugares aqui no Recife.

Desde então, sempre que eu via caixa do arroz no armário aqui de casa, lia alguma coisa a respeito dele, mas nunca tinha parado e marcado para, enfim, cozinhá-lo. Foi preciso comprar móveis novos para sala para me animar! (!). Nessas leituras, eu aprendi que se trata de um tipo de arroz mais forte do que o branco (comum), e que tem um gosto um meio acastanhado: 

Um arroz de grão curto e meio arredondado, textura macia, sabor e aroma acastanhado e coloração preta.

Cultivado na China há mais de 4 mil anos, com fama de produto afrodisíaco era chamado de “Arroz Proibido”, pois era consumido apenas pelo Imperador, cabendo a seus súditos somente a produção dos grãos.

O Arroz preto tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra, tem menos gordura e menor valor calórico que o arroz integral.

http://www.arrozpreto.com.br/historico.asp

Exatamente por causa dessas características, recomendam que ele seja feito com carnes fortes, como carneiro, pato e caças em geral.

Na noite anterior, antes de ir para o casamento de um primo meu, fiz um teste apenas com o arroz e um pouco de caldo de carne, para saber se o bicho era bom mesmo ou se ia me fazer perder o pato no dia seguinte. Demorei mais de 1 hora para cozinhar meia xícara pequena do arroz! Ninguém merece! Ainda bem que fiz o teste, pois, no dia D, arrumei uma panela de pressão emprestada e fiz o pré-cozimento do arroz nela… Caso contrário, acredito que estaria esperando até hoje!

No sábado à tarde, comecei o preparo  do pato, que foi a carne escolhida. Não sei se lembro de todos os passos e ingredientes, mas iniciei fazendo o caldo (ou um fundo, para os mais técnicos). Numa panela funda em fogo alto, coloquei pedaços de toucinho e deixei formar uma graxa/crosta no fundo, para, em seguida, colocar cebola, alho-poró, alho,  um pouquinho de alecrim, salsinha, meia cenoura, pimenta do reino, folha de louro, etc. Passados alguns minutos, acrescentei água fervente.

Numa assadeira ao lado, após Tiago limpar e cortar o pato, selei os pedaços do pato no toucinho e coloquei tudo, também este toucinho, na panela do caldo, que cobria completamente os sólidos todos. Depois que ferveu, baixei o fogo e deixei lá cozinhando. Não demorou muito para o pato ficar cozido, acho que era pato novo! Tiago desfiou o pato… (para felicidade de Fidel, que ganhou uns pedacinhos!)  e eu, com uma peneira, retirei as verduras do caldo, e deixei ele lá na panela tampada. Estava um cheiro MARAVILHOSO!

À noite, na panela de pressão (usada por mim pela primeira vez, com a providencial consultoria de Berna e Tatty), coloquei cebola pra dourar no azeite quente, acrescentei uns 2 dentes de alho, e o arroz (umas 4 xícaras grandes transbordando). Mexi um pouco e coloquei 1 copão de vinho branco seco. Quando o vinho secou, acrescentei uma boa parte daquele caldo do cozimento do pato e fechei a panela. Cozinhou por apenas 20 minutos, pois eu queria que ficasse quase pronto, mas não totalmente. Passado o tempo, mudei o arroz da panela de pressão para uma outra, coloquei o pato desfiado e fui acrescentando mais caldo quente aos poucos, mexendo sempre. Quando já estava quase pronto – al dente – coloquei rodelas de linguiça portuguesa, (para compensar o menor valor calórico e de gordura do arroz em si!!).

O arroz ficou lindíssimo, com um brilho intenso! Tem uma cor negra forte que me lembou a cor da jabuticaba.

Para contrastar como o negro, decorei com uns tomatinhos bem vermelhos! Eu já havia preparado estes tomatinhos à tarde, usando uma receita de Alex Atala: separei uns 15 tomatinhos tipo pêra, fiz um X na parte inferior de cada um deles e fritei no óleo bem quente, rapidamente. Da frigideira eles foram imersos num recipiente com água e gelo, por uns 10 segundos e, na seqüência, para uma marinada com 1 porção de azeite de oliva, 1/4 de vinagre e ainda salsinha picada. Passaram a tarde e começo da noite mergulhados nesta marinada, fora da geladeira. Na hora de servir o arroz, escorri e sequei os tomates e os coloquei por cima do arroz, meio de canto, com um tanto de uma ervinha fresca por cima, que acho que era salsinha. O contraste entre as cores dos tomates e do arroz ficou bem bonito, ainda mais porque estavam numa panela brennand lindíssima que ganhei de Helenita no natal retrasado. 

Beijos

Sandra

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Tati, a minha receita é PATÉ DE FÍGADO DE AVES

dezembro 3, 2008

A minha única receita, aliás uma adaptação do Mestre Charlô, é o PATÉ DE FÍGADO DE AVES. As “aves”, por sinal, são somente galinhas. É bem simples e sensacional. Faz sempre sucesso. Aí vai:

PATÊ DE FÍGADO DE AVES

 

INGREDIENTES

1/2 fígado de galinha; (meio quilo, não?)

300 g de margarina (não serve manteiga e não sei o porquê);

1 xícara de creme de leite fresco;

2 colheres de chá de sal;

Pimenta do reino moída na hora;

1 colher de chá de noz moscada ralada;

4 colheres de farinha de trigo;

4 ovos;

4 colheres sopa de conhaque Remmy Martin, de preferência (ou Napoleon).

MODO DE PREPARO

Bater o fígado bem limpo no liquidificador;

Peneirar e bater novamente com todos os outros ingredientes;

Por último o creme de leite;

Assar em forma de bolo inglês (de preferência de ferro com tampa), untada;

Cobrir com papel de alumínio em banho-maria no forno por mais ou menos 1 hora;

A 100º graus

Esperar esfriar

IMPORTANTE:

Faca o teste do palito para verificar o ponto;

Deve sair úmido, mais sem a massa grudada nele;

Dura aproximadamente 3 meses na geladeira. Nunca congelar.

Servir com fatias de pão, ou acompanhamento de saladas, ou puro, como entrada.

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A TERRINE DE CANARD

dezembro 3, 2008

Marc e Maninha haviam preparado com a maior dedicação uma fantástica “terrine de canard”, com a qual nos presenteou no Natal. Orgulhosa do seu presente, Ael aguardou a visita de Denish e Carmélica, para saborear a iguaria com vinhos da melhor qualidade.

 

O evento foi anunciado aos quatro ventos, mas os disputados convites foram restritos ao número máximo de lugares à mesa. Não adiantaram as reclamações, pois Ael posicionou-se firme e determinada.

 

Na noite esperada, a casa foi cuidadosamente arrumada por Fatime, antiga cozinheira que tanto nos ajudou no início do casamento, mas que agora somente era chamada para os eventos mais significativos, como aquele em que seria servida a famosa “terrine”.

 

Os poucos convidados chegaram antes da hora marcada. Posta a mesa, foram servidos os vinhos que acompanhariam a iguaria. Com pompa e circunstância, Ael ausentou-se da sala, pronta para servir o esperado manjar.  Um grito ensurdecedor vindo da cozinha estarreceu os presentes. Era Ael que anunciava o seqüestro do seu prato. Todos falavam ao mesmo tempo e ninguém entendia nada.

 

Entre assustada e constrangida, Fatime confessou que fizera uma faxina na geladeira, dali expurgando um asqueroso e mofado recipiente. Era a nossa “terrine”. A prova do crime ainda se encontrava na lixeirinha do balcão.

 

Devidamente recolhida e examinada, concordaram todos os presentes que a iguaria deveria ser saboreada, em segredo, é claro, o que de fato aconteceu entre suspiros de prazer.

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Como variar o frango grelhado de cada dia….

outubro 28, 2008

Não sei se como eu, vocês também praticam a dieta do frango grelhado dia sim dia não, e se o fazem, tenho aqui uma boa pedida para variar e incremetar o penoso! É uma versão de molho teriyaki que aprendi com minha mãe.

É super fácil de fazer.

O molho leva 1/2 xícara de suco puro de abacaxi docinho (sem açúcar), 2 colheres de sopa de shoyo e outras 2 de azeite. Numa tijela, mistura tudo bem direitinho e, na seqüência, coloca sobre o peito de frango já grelhado. Eu gosto do filé de peito alto, que dá para fazer a partir do peito desossado ( 1 peito pequeno ou médio rende 2 porções). Antes de comer, dá uma leve esquentada nos 2 juntos. Salpicar um pouco de gergelim também é legal.

Último detalhe: esta quantidade de molho dá para mais de um peito!

Beijos

Sandra

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Bar da Geralda – Morro da Conceição

outubro 12, 2008

Depois de uma manhã bem saudável, cuidando do corpo, numa caminhada gostosa no parque da jaqueira, com direito a uma água de coco deliciosa no final, tava na hora de cuidar da mente, curtindo o prazer da boa mesa. Cheguei em casa e Sandra me pediu para combinar de sair para almoçar com nossos amigos.

Liguei para Márcio, que tava numa ressaca monstra, e acertamos de nos encontrarmos no fim da tarde na casa dele. Ele não podia ir almoçar. Depois liguei para Tati que topou na hora e falamos com Gisela e Clemente que, também, toparam.

Então fomos eu, Sandra, Tati, Gisela e Clemente subir o morro da conceição. Não para rezar para Ceça, mas, para conhecer a sua vizinha a dona Geralda, proprietária do Bar que leva seu nome, o Bar da Geralda.

Alguns amigos já tinham recomendado o restaurante (Otávio, Zé e Fernando), mas, eu nunca tinha ido para lá. Não sabia o que tava perdendo.

O lugar é muito legal. Simples, aconchegante e super ventilado. Pegamos uma mesinha e rapidamente fomos atendidos com uma cervejinha estupidamente gelada.

Pedi o cardápio e o garçom começou a dizer o que tinha para comer, informou que o cardápio era no gogó mesmo. A lista era apetitosa: sarapatel de porco, sarapatel de galinha, carne de sol, fígado acebolado, saramunete, marisco, bife acebolado e a famosa galinha cabidela.

Para começar nossa incursão pela culinária local, pedimos logo o sarapatel de porco, que tava muito bom.

Logo depois, trocamos de mesa para uma mais aconchegante e maior, pois, silvinha tinha ligado e, também, tava subindo o morro.

Antes de Silvinha chegar, pedimos a galinha cabidela, que foi servida acompanhada de pãozinho francês para atolar no molho.

Valentina, coloca a tua receita de galinha cabidela aqui no Nacozinha.

Sivinha chegou e resolvemos pedir nossos próximos pratos que foram carne de sol com batata frita e fígado acebolado, e também pedimos feijão verde para acompanhar. Tatty, a batata frita é daquele jeito que você adora.

Já devidamente alimentados e já com muita cerveja na cabeça, sugeri tomarmos uma dose de rainha que é uma senhora cachaça.

Finalizamos nossa farra pela culinária do Bar, pedindo um sarapatel de galinha, que tava show, e foi um ponche perfeito para mais algumas doses de rainha que tomamos.

Neste momento, Gisela e Clemente já tinham descido o morro e Andréa tinha chegado para pegar o final da farra, onde tomamos mais algumas cervejas antes de descer.

 Vale a pena comentar que, o Bar da Geralda foi revitalizado pela Prefeitura do Recife, integrando o projeto Turismo na Comunidade, promovido pela Secretaria de Turismo, que tem por objetivo requalificar lugares freqüentados dos bairros da cidade, melhorando a infra-estrutura e promovendo os empreendedores locais. A ação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura do Recife com a Fundação Gilberto Freyre.

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

João Paulo celebra a revitalização do Bar da Geralda

Com investimentos na ordem de R$ 20 mil, o bar recebeu serviços de revestimento de piso, substituição de coberta, construção de novos banheiros, nova fachada e ampliação do espaço. Além disso, os atendentes receberam capacitação de técnicos da Secretaria de Turismo do Recife.

Vão e aproveitem que o Bar é muito bom.

Bolo

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Filé de Avestruz

abril 11, 2008

Estava eu em casa sozinho num domingão, completamente abandonado a própria sorte na hora do almoço, só com a TV de companhia – vocês sabem que TV num domingo é foda!!! – Tava péssimo!!!

Lembrei-me que, no sábado, tinha comprado vários vegetais folhoooosooooos (para lembrar da nossa famosa Ruth) na feira de produtos orgânicos que tem na praça de Casa Forte, ou seja, resolvi fazer uma saladinha para melhorar meu astral.

Voltando à feira, eu fui às 06:00hs da manhã, pense que parece uma praça de guerra, muita gente, na maioria aposentados, disputando quase a tapa os produtos.

Retornando ao meu domingo, pensei que só salada não resolveria nada. E aí, resolvi preparar o filé de avestruz que tinha comprado para comer com Sandra, mas, como ela não deu muita bola, eu não tinha nada para me impedir de cozinhá-lo naquele momento.

A carne do avestruz se parece com a carne de boi.

Partindo para receita:

01 Filé da sobrecoxa de avestruz (360g)

03 talos de alho-poró pequenos picados

1/2 cebola grande picada

Pimenta do reino em pó e em grão

Pimenta rosa em grão

Sal

Azeite – coloquei pouco, mas sem medida 

e vinho tinto – coloquei pouco, menos que o azeite, mas, também sem medida.

Temperei o filé colocando os ingredientes nesta ordem: alho-poró, cebola, pimenta do reino em pó, azeite, pimenta rosa em grão, pimenta do reino em grão e o vinho.

Deixei marinando um tempo, enquanto preparava a salada, que na verdade, era um mix de folhas de alfaces americana, crespa e roxa picadas, com rúcula e rabanete, banhados com uma mistura de azeite e vinagre balsâmico.

Depois de preparar a salada, voltei ao filé, colocando o último ingrediente que foi o sal. Em seguida, coloquei uma frigideira no fogo para esquentar um pouco, seguindo do filé e dos temperos todos.

Primeiro uma selada rápida em todos os lados, como já ensinou nosso amigo Berna, e depois é só monitorar o cozimento, virando a carne até o ponto de sua preferência.

Cuidado para não queimar os temperos, pois, ele são excelentes acompanhamentos, caso necessário tire-os da frigideira antes da carne.

Eu gosto da carne mal passada, então o tempo de cozimento foi de 10 a 15 minutos.

Tudo pronto, foi só colocar tudo na mesa e salvar meu domingão, comi tudo!!!!

Abraços,

Bolo