Archive for the ‘Acompanhamentos’ Category

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NIRÁ, uma descoberta

maio 2, 2011

 

 Já tentei e insisti mas, realmente,não gosto de brotos. Mas um dia desses, num japonês da vida, comi um matinho verde com shoyo que apenas c0nfirmou o que um amigo meu fala: com shoyo come-se até capim…e também brotos!

Se bem que, para ser sincera, até agora não sei se o tal matinho que comi e gostei é um broto ou não, sei apenas que chama-se NIRÁ e é conhecido como “cebolinho japonês”.

Foi então que, sábado passado, passeando pelos corredores da Frutaria em Boa Viagem, me deparei com um matinho verde, parecido com capim e também com cebolinho, com uma florzinha branca na ponta, tipo um botão (de rosa), que, após confirmação com um vendedor e uma outra cliente, confirmei ser o tal Nirá.

Havia 2 molhos apenas, comprei só um, me arrpendi, deveria ter levado logo os 2!

Em casa, cortei e dispensei uns 4 dedos da base, que é a parte mais durinha,  e, em seguida, dividi os talos em  dois pedaços iguais, refoguei por uns 3 minuto no azeite quente, coloquei depois 3 colheres de sopa de shoyo, mexi rapidamente, desliguei o fogo e comemos, tava bom demais!

Quero ir lá correndo comprar mais nirá!

Abraços

Sandra

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PIRÂMIDE DE BERINGELA

agosto 9, 2010

Dia desses, tinha um jantar na pauta e eu estava com vontade de fazer algo diferente, mas que não fosse trabalhoso, e sim rápido… Foi quando lembrei de uma receita que havia lido no querido blog de Katsuki, da folha.com: uma pirâmide de berinjela, tomate e queijo com vinagrete de manjericão. Resolvi e sugeri fazer a tal pirâmide para entrada, pois o prato principal, lagosta grelhada com molho de manga e curry, já estava decidido. Foi um jantar para Elza, uma amiga de Paris (sim, fui à Paris, deixei de ser rústica!), que estava de passagem no Recife. Tati estava encarregada das lagostas e eu fiquei com o preparo da entrada.

Os tomates comprados eram maduros e enormes, estavam lindos. Eram tão grandes que o raio da fatia do tomate ficou até maior do que a da berinjela, que, pela receita original deviam ser do mesmo tamanho, enfim, quem sabe na próxima vez…

A receita leva fatias de tomate, igual quantidade de fatias de berinjela e de queijo, que usei de cabra, mas já fui pensando numa versão light, com moçarela de búfala, e também em versões para quem não curte queijo de cabra, como Helena (“tem gosto cocheira de bode…”), com ementhal, gouda etc…

Pra fazer as pirâmides, precisa salgar as fatias de berinjela com sal grosso por cerca de 30 minutos e, em seguida, grelhar (fritar, sem tucanagem) as bichas com azeite numa frigideira, até a casca ficar cortável com uma colher. Na sequência, alga levemente as fatias de tomate e aí, numa assadeira untada com azeite, monta as pirâmides com a berinjela ou o tomate no fundo, nunca o queijo, intercalando as demais… Pode fazer apenas uma fatia de cada ingrediente ou, se tiver querendo comer uma coisa estilo Quéops, vai botando mais camadas. Deixei lá montado e quando tava pertinho da hora de servir, levei a assadeira ao forno quente por uns dez minutos (os tomates murcham e o queijo amolece).

O molho é um vinagrete de manjericão super fácil, que rega as bichas na hora de servir. Esse vinagrete, por sinal, deve ficar bem bom com várias outras coisas, ele é gostoso. A receita original leva também tomate seco picado, mas não tinha deste no dia do jantar. Assim, primeiro, separei um punhado de folhinhas de manjericão – minhas duas mãos juntas metade cheias –, e joguei numa frigideira com manteiga derretida e um generoso fio de azeite, onde eles ficaram uns poucos minutos, aromatizando a manteiga. Quando o cheiro do manjericão tava forte e ótimo, desliguei o fogo e, num recipiente a parte, misturei com os cubinhos sem pele e sementes de 1 tomate grandão, além de sal e pimenta do reino moída. Só não tinha mesmo o tomate seco picado (manda colocar quase mesma quantidade picada da do fresco, um pouco menos apenas, uns 80%), e ainda joguei um pouco mais de azeite, porque o vinagrete tava meio grosso.

Numa versão mais light, não faria essa aromatização da manteiga e colocaria apenas azeite, sem levar ao fogo… Mas que a versão gorda ficou boa, isto ficou!

Na hora de servir, logo que saíram do forno, coloquei as pirâmides em pratos individuais de sobremesa, com o vinagrete por cima de cada uma, e salpiquei ainda umas folhinhas frescas do manjericão, que havia separado antes de fazer o molho.

Fez sucesso e, além da versão mais light,  fiquei pensando que deve cair bem numa grelha, num churrascão, caso em que, obrigatoriamente, a fatia de berinjela ficaria na base, nunca a de tomate, tampouco a de queijo!

Até breve,

Sandra

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CROSTINI x BRUSCHETTE

abril 20, 2010

Para ajudar um amigo a receber uma tchurma em casa para comer Crostinis bolados por ele, mandei um email com um resumo de textos que havia lido no excelente livro ” Jamie Oliver na Itália”. A partir do email do anfitrião, começou uma polêmica sobre o que são Crostini, ou melhor, qual a diferença deles (ou será delas?) para Bruschettas, muita gente dizendo que eram a mesma coisa, que só diferenciavam no tamnho ou, até mesmo, no sotaque!
 

Do livro, tirei:
BRUSCHETTE
A bruschette é uma espécie de sanduíche aberto, de onde, provavelmente, se originou a ideia da torrada com queijo. Normalmente, é feita com pão sourdough, um pão de massa fermentada com levedura natural, de cor cinza-escura, com mais água que o habitual. O pão tem uma casca grossa e crocante e, por isso, retém mais umidade, podendo ser usado até uma semana depois de feito. Se não encontrar o sourdough, um bom pão tipo caseiro dará ótimos resultados.
O  pão fica melhor em fatias de 1 cm de espessura e torrado em uma grelha, ou mesmo em uma tostadeira de pão doméstica. Depois de tostar as fatias, é precifo esfregá-las levemente duas vezes com um dente de alho, em seguida regá-las com um bom azeite de oliva e povilhar sal e pimenta-do-reino. A cobertura pode ir da mais simples à mais luxuosa, de ervas picadas e um tomate esmagado com manjericão até vegetais marinados, belos queijos ou uma deliciosa carne de carangueijo desfiada. Enfim, o que você preferir. Só há uma regra a seguir: seja qual for a cobertura da bruschetta, ela tem de ser feita com ingredientes frescos, cozidos com cuidado. “Na página seguinte” estão as minhas coberturas favoritas. Cada uma delas cobrirá 4 a 6 fatias. (As preferidas de Jamie: beringela e hortelã; alcachofrinhas; vegetais assados diversos; tomate e manjericão. Fotos no primeiro arquivo).
 
CROSTINI
“Sempre pensei que crostini fosse uma bruschetta pequena, mas não é bem assim: os crostini são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1 cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de azeite de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você vai oferecer diferentes coberturas.
Receita básica
1 pão ciabatta cortado em fatias de 1cm de espessura
1 dente de ALHO grande, descascado e cortado ao meio
azeite de oliva extravirgem
Grelhe as fatias de ciabatta. Enquanto ainda estão quentes, esfregue-as devagar com lado cortado do dente de alho e borrife-as a seguir com um pouco do azeite de oliva. Finalize com a cobertura de sua preferência….
(As preferidas de Oliver: presunto cru, figo e hortelã; verduras; muçarela de búfala e pimenta vermelha; purê de ervilha e fava com pecorino; ervas misturadas; feijão branco amassado com alho; tomate e azeitona). (Fotos nos outros 2 arquivos).

Lembro que, a partir do livro, já fiz umas bruschettas junto com meu amigo Guto, lá na praia de Tabatinga…, usamos até algumas das coberturas sugeridas por Jamie Oliver, mas não lembro masi quais, lembro mesmo que esfregamos alho a valer nas torradas.

Bjs

Sandra

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SOPA DE MILHO

março 10, 2010

Esta sopa é super fácil e deliciosa. Tomei na casa de Gilda e, depois, peguei a receita e reproduzi.
Você refoga 1 cebola bem picadinha no azeite, acrescenta 1 tablete de caldo de legumes, e deixa até que a cebola fique transparente.
Reserve.
No liquidificador, bate 1 lata de milho em conserva, com a água e tudo, mais 1 lata de leite (usei desnatado), com uma colher de sopa rasa de maizena.
Depois, peneira, coloca no refogado da cebola e deixa cozinhar. Simples assim!
Na próxima vez, pretendo fazer com milho de verdade, cozido e bem verdinho.

Beijos
Sandra

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Bruschetta

agosto 18, 2009
Essa receita foi a entrada do jantar de Maria para Maria, já contado no post anterior.
A receita é a seguinte:jantarhighlander000
02 pães italianos
mozzarela de búfala
tomate cereja
agrião
alho
8 CS azeite
2 CS vinagre balsâmico
Cortar bolinhas de mozzarela de búfala em pedaços pequenos e tomates cereja ao meio e reservar numa tigela mergulhados na mistura de azeite e vinagre balsâmico.
Cortar dois pães italianos em fatias grossas, acrescentar 1 fio de azeite e alho concentrado (pouco). 
Colocar os pães no forno para assar até ficar crocante. 
Colocar sobre o pão, o queijo, o tomate e o agrião.
Essa receita é para seis pessoas.
Abraços,
Bolo
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Saladosa

junho 25, 2009

Tatty deu a ideia de fazermos um jantar na casa (nova!) de Daniela e eu fiquei responsável pela salada que acompanhou o risoto de fungui que as elas duas fizeram, e que tava ótimo, vale ressaltar.

Para folhosa, coloquei rúcula, alface roxa e  também da americana, várias uvas roxas, todas cortadas no meio e com as sementes devidamente retiradas, castanhas do pará trituradas e um tanto de ricota ralada.

Fiz dois molhos, mas um deles ficou bem melhor, que foi o com mel de abelha, azeite,  mostarda dijon granulada e umas bolinhas de pimenta rosa. O outro era com iogurte e um tanto da mesma mostarda. Eles foram servidos separadamente.

Antes de ir para casa de Daniela, resolvi ainda fazer uns croutons para salada. Peguei um pão de linhaça que tinha comprado no Pão de Açúcar, que, aliás, está com uma sessão ótima de pães integrais, e cortei em cubinhos. Num pilão, amassei várias folhas de hortelã, azeite, pimenta do reino e sal. Depois, coloquei manteiga numa assadeira, derreti,  misturei o pesto de hortelã, tudo no fogo alto, e coloquei os pedacinhos de pão, mexi pra  lá e pra cá, para eles ficarem bem lambuzados e, na sequência, coloquei do fogo para o forno, que já estava quente. Quando os pedacinhos estavam crocantes, desliguei o forno e, na hora em que a salada foi servida, salpiquei os croutons por cima.  

Beijos

Sandra

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QUINUA, o grão de ouro!

abril 22, 2009
 quinua_1a_big1“A quinua é um pseudo-cereal da família das Quenopodiáceas, domesticada e cultivada há 5.800 anos nos Andes e tem diferentes centros de domesticação no Peru, Bolívia e Equador. Também chamada quínua e quinoa, o nome quinua é de origem quéchua, o idioma falado pelos antigos incas. Conhecida como o trigo dos incas, para quem a quinua era considerada uma planta sagrada, um símbolo religioso, os incas – que a cultivavam há 8 mil anos – a chamavam de Grano Madre ou Grano de Oro”. “Investigadores que vem estudando a Quinua, nas últimas décadas, constataram, que seu valor nutritivo – só comparado ao leite materno – a converte no alimento mais completo do planeta, muito superior aos de origem animal, como a carne, o leite, os ovos e o peixe.” 

E aí, vocês já comeram quinua? Bem, já faz mais de um ano que a quinua figura no cardápio de lá da casa da minha mãe, mas só ultimamente resolvi descobrir os segredos desse grão que tá tão em voga. Aqui no Recife, dá para encontrar a quinua em grão, e também em flocos ou farinha, como também em barras de cereal, granolas etc. Nos sites http://estilonatural.uol.com.br/Edicoes/17/artigo4773-1.asp  e http://boaforma.abril.com.br/edicoes/221/fechado/Dieta/conteudo_257.shtml , encontrei boas matérias sobre o assunto.

Bem, desde que me iniciei na quinua, já fiz, em pouco tempo, uns 3 risotos diferentes, sendo um deles junto com Tati, lá em Alagoas, na semana santa (receita será postada noutra ocasião), e outro também lá, que, junto com a farofa de fernando, serviu de acompanhamento para uma fraldinha DELICIOSA, que espero tenha sua receita postada aqui o quanto antes também! (Não sei se já disse, mas passamos a semana santa numa casa ÓTIMA, lá em Alagoas, na praia (deserta) do Patacho, que fica no muncípio de Porto das Pedras, logo depois de Japaratinga, no sentido PE – AL. A casa me foi indicada por Gabi e tem um site bem legal na internet http://www.praiadopatacho.com/ . Não deixem de olhar as fotos!)

Voltando ao risoto… Era domingo de páscoa e estávamos no fim do feriadão, de modo que resolvi misturar o que ainda tínhamos de quinua e de arroz arbóreo, que sobraram dos dias anteriores, quando tínhamos comido, respectivamente, risoto de codorna, só com arroz, e risoto de camarão, este só com quinua. Em síntese, foi o risoto das sobras dos grãos e deu super certo!

Para cozinhar o risoto,  fiz um caldo com alecrim, manjericão, coentro, cebola, louro, pimenta etc., tudo que ainda tinha na gaveta da geladeira. Noutra panela, refoguei uma cebola grande no azeite quente, acrescentei o arroz, refoguei um pouco e coloquei um copo de vinho tinto. Quando o vinho secou, fui colocando o caldo, devagar e sempre, mexendo sem parar. Mais ou menos na metade do cozimento do arroz, acrescentei a quinua, que tem o ponto de cocção mais rápido, e segui mexendo e pondo o caldo. Pra falar a verdade,  não sei precisar em que momento coloquei a quinua, mas já fazia alguns minutos que estava mexendo o arroz; fui pela intuição mesmo e também li o tempo de cozimento da quinua que havia na caixa, sem contar que, numa das noites anteriores, já havíamos cozinhado a quinua, quando fizemos o citado risoto de camarão com quinua.  Quando cozida, o grão se abre e, assim como o do arroz, fica inchado.

Bem, depois, acrescentei pimenta do reino e também da rosa, pimentões vermelho e amarelo cortados em tiras pequenas e também ervilha torta, que cortei em 2 ou 3 pedaços cada vagem, tudo também sobras dos primeiros dias do feriado, viva Lavoisier! Quando estava al dente, coloquei queijo parmesão ralado, mexi, mexi  e pronto, estava  pronto este risoto vegetariano a base de quinua e arroz arbóreo!

Beijos

Sandra