Archive for junho \30\UTC 2010

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PIQUINIQUE

junho 30, 2010

Aqui no Recife, no primeiro semestre, fiz dois piquiniques no jardim externo da Oficina Francisco Brennand, com direito a queijinhos, uvas, cerveja (sem cerveja, Vans não vai!) etc; no dia da sessão de fotos de Joana, mãe de Antônia, o sortimento foi ainda maior e tivemos espumante!!! Antes disto, no passado, em Madri, no parque Buen Retiro, ainda no verão quente da Espanha, fizemos um ótimo piquinique Eu, Rosa, Paulinho, Fernando, Rabu, Marisa e mais uns amigos argentinos de s. Paulinho, com direito a “tinto de verano” e também aquele queijo da embalagem vermelha, que eu, emlpogada e relaxada deitada que estava na grama, comi com plástico e tudo, para deleite de alguns… (peona!)…

Por agora, imagino que o pessoal de Madri já deve tá bombando nos piquiniques e nós aqui, coitados, só tomando banho de chuva… (faz mal não, há menos de um mês, fiz muuuito piquinique em Paris, tá?! E no jardim de Monet tb! Lá, do lado de fora, vale registrar, pois dentro não pode). Mas sempre com toalha xadrez, que eu levei daqui especialmente para… :):)

Bem, hoje, por acaso, no blog de Katsuki, da folha.com, li um post sobre piquiniques e já fiquei com vontade de repetir a dose lá em Brennand ou onde quer que seja!

Segue a dica:

“GOSTOSO COMO A VIDA TEM QUE SER

Nesse finde fizemos um piquenique no parque e foi super divertido. Primeiro, porque a bagunça já acontece durante a semana, definindo qual o parque e o que levar. A única coisa certa: espumantes e sucos de laranja e pêssego, para uma Mimosa ou um Bellini na grama.

E para comer? Optei por sanduichinhos, que dá para deixar pronto e são práticos e gostosos. Mas como sempre tem de ter um fricote, fiz um tramezzini, que conheci em Veneza, e dois sanduiches eduardianos, que vi na TV mesmo. E sabe que ficaram ótimos? Modéstia à parte, posso dizer que foi o melhor acepipe homemade da tarde. É que o povo comprou tudo pronto, rsrs!

Tramezzini
É um club sandwich ‘italianado’, mais elegante e muito saboroso. O segredo? Parece bobagem mas são as fatias de presunto, que deve ser bem finas! E o pão de forma não ter casca. Faz diferença!

Passe maionese na face interna dos pães ‘com vontade’ e recheie com 3 a 4 fatias de presunto fino, 4 rodelas de ovos cozidos já resfriados e pimenta do reino. Guarde na geladeira coberto com um pano, para não ressecar.

Sanduíches ‘eduardianos’
São aqueles cortados em retângulos compridos, nunca em triângulos. Precisam ter o formato de ‘fingers’ (dedos) e geralmente usam manteiga e cream cheese no lugar da maionese. Eu usei maionese pq quis deixar o pão mais úmido. Também usam pão de forma sem casa.

Sanduíche de ovos
Cozinhe 3 ovos e amasse com um garfo. Adicione 1 colher de sopa de maionese, 1 colher de sobremesa de mostarda, salsinha picada, sal e pimenta. Faça uma pasta e recheie os pães.

Sanduíche de pepinos
Descasque 3 pepinos japoneses, fatie finamente e tempere com 1 colher de sobremesa de sal. Deixe escorrer numa peneira por 10 min e esprema para retirar o suco. Passe manteiga sem sal na face interna dos pães e recheie com o pepino. A combinação parece estranha, mas fica ótimo.
Outra opção gostosa: junte 1 colher de sobremesa de maionese, 1 colher de chá de wasabi e misture com o pepino. Recheie os pães, mas nesse caso, sem a manteiga. O wasabi dá um toque picante e refrescante ao sanduba. Vai lá.

http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br/

Beijos e queijos (sem cera ou plástico),

Sandra

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Bacalhau com Kokotchas e Almejas

junho 27, 2010

Na última noite que passei neste ano em Madri, na casa de Paulinho e Rosinha (mi casa también), eu, Tati, Rosa e Fernando, o Calchadora, Ferds, não confundam, resolvemos fazer um jantar de despedida (tudo é motivo para uma farrinha…). Ficamos pensando na receita, coisa e tal, até que Fernando sugeriu este prato de bacalhau. Quando a receita veio por e-mail, eu, Rosinha e Tati corremos para o salvador de todas as horas, “São Google”, e deciframos os ingredientes do prato. Aí, a gente foi na peixaria do nosso bairro madrilenho (!), uma coisa pequena, simples, mas que tinha TUDOOOOO, todo tipo de pescado que se possa imaginar, inclusive, ali bem longe do Oceano, camarões enormes vivinhos da silva e melo pulando da caixa, pulando mesmo! Como o jantar seria à noite, resolvemos substituir o Bacalhau seco pelo fresco, que, obviamente, tinha na peixaria! O pedido de maior suspense foi quando Rosa perguntou se havia “kokotchas”, sim, kokotxas, que, nós, já muito sabidas, já sabíamos que são as bochechas do bacalhau! O vendedor, bem blasé, foi lá dentro, voltou e perguntou, 1kg ou quanto?!

Compramos tudo, paramos para umas cañas com uma fabada – prato típico da região da Astúrias que eu já havia comido em Buenos Aires, no restaurante (ótimo) El Preferido de Palermo http://www.guiaoleo.com.ar/detail.php?ID=411, e que, em Madri, comemos MUITO BEM na Casa Lastra, calle OLivar, 3, Lavapies/Madrid.

Bem, à noite, com cavas geladas, nós 4 e mais Paulinho e Vans nos deliciamos com o prato, ficou super!!! Eu, que já amo bacalhau, me fartei, acho que foi um dos melhores que já comi!

Para 4 pessoas, os ingredientes são:

1/2 kg de bacalhau fresco (na receita original, o seco);

1/2 kg de kokotchas

20 almejas

6  dentes de alho

1 copo pequeno de Cava (na receita original, vinho branco)

Salsinha

sal

Azeite de Oliva.

O preparo começa pela limpeza da peça de bacalhau (se for o seco, será preciso dessalgar ele,  com 24hs de antecedência, trocando a água uma4 vezes, guardando um copo pequeno da água utilizada por último). Nós limpamos o nosso bacalhau fresco, tiramos as espinhas e cortamos o bicho em mais ou menos 6 pedaços (usamos um pouco mais do que as quantidades sugeridas na receita, já que, além de sermos exagerados por natureza, éramos seis). Antes,  já havíamos picado a salsinha e o alho.

Entonces, no fogo baixo, colocamos o alho para dourar no azeite. Quando começaram a dourar, acrescentamos metade da salsinha picada, e sacudimos a panela, dando umas voltas. Em seguida, colocamos os pedaços do bacalhau, com a parte da pele para baixo. Deixamos alguns minutos no fogo baixo e, na sequência, vieram as famosas kokotxas, por cima do bacalhau, também com a pele para baixo. Com as kokotxas e o baca na panela, fizemos várias vezes o movimento circular com a panela fora do fogo, balançando, para que o bacalhau e as kokotchas formassem uma gelatina. Quando achamos que estava mais perto do que longe, colocamos a cava e as almejas (na receita original, nesta hora, coloca-se também o copo da água do bacalhau, mas como não tínhamos esta, a gente usou mais de um copo de cava) e tampamos a panela. Abertas as almejas, salpicamos o resto da salsinha, sacudimos mais um pouco a panela e voilá, kokotxas en la mesa!!!!!

Para acompanhar, batatas cozidas e aspargos frescos e belos salteados!

Sandra