Archive for outubro \29\UTC 2009

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Salada de Atum

outubro 29, 2009

Hoje a noite quando cheguei da yoga, tava querendo comer alguma coisa leve e fácil de preparar.

Dei uma olhada na geladeira e na dispensa, e resolvi preparar uma salada de atum.

Usei um atum daqueles enlatados, conservados na água e sal.

Na hora de montar a salada, separei os outros ingredientes e fui misturando numa vasilha.

O primeiro foi pepino tipo japonês, cortei em pedacinhos pequenos. Em seguida, coloquei folhas de hortelã, picadas na mão. Temperei com sal grosso picado e reguei com azeite. Depois, acrescentei um pouquinho de nozes picadas, queijo ricota em pedaços e gengibre ralado. Misturei tudo e fui preparar o atum.

Atum escorrido e fora da lata, coloquei no centro do prato e joguei a mistura de pepino ao redor do atum.

Ficou pronta a salada que, por sinal, ficou ótima. CIMG2358

Experimente e façam bom proveito.

Abraços,

Tiago

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Grão-Vizir Especiarias

outubro 23, 2009

Pessoal,

Segue uma dica para quem gosta de especiarias.

Visitem o site da Grão-Vizir Especiarias e se deliciem com os temperos e as possibilidades de sabores oferecidos.

Grão Vizir

Beijos e abraços,

Tiago

http://www.graovizirespeciarias.com.br/

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Fillet ao alho com risoto de aspargos e batatas

outubro 22, 2009

Todos que me conhecem sabem bem que cozinhar não é o meu forte. Adoro uma boa mesa rodeada de amigos e uma bebidinha. Pois bem, resolvi que é preciso aprimorar as habilidades para receber em minha casa, ou melhor, na nossa casa: né Silvinha! Criei o Programa Ensine Paulinha a Cozinhar – sim, é um programa pois trata-se de algo a longo prazo.
Meus primeiros professores se garantiram na cozinha – Vans e Edu mandaram muito bem. Mas vamos ao que interessa, vou compartilhar a receita e dentro em breve comentarei se aprendi ou não.

As batatas:
Parta as batatas em rodelas bem grandes e cozinhe na água e sal (cuidado para não ficar molenga). Depois de cozinhadas, frite-as no azeite virando o lado até ficar dourada. Quando as outras coisas estiverem quase boas, coloque as batatas no forno com queijo parmesão do bom.

Risoto:
Lava os aspargos e tira o talinho branco. Cozinha no vapor até ficar ao dente. Depois corta em cilindro e reserva.
Doura cebola no azeite, acrescenta o arroz arbório (uma xícara para duas pessoas) e coloca um copo de vinho branco seco. O caldo foi feito com Sazon do vermelho, mas pode ser outro ou quem tiver tempo e for prendado (não é o meu caso) pode fazer um caldo de legumes. Vai colocando o caldo aos poucos e mexe. Quando tiver quase bom o ponto do arroz, coloca os aspargos e quando tiver bom insere o queijo brie.

A carne:
Corta o fillet ao tornedor (2 dedos), tempera com sal e pimenta do reino. Esquenta o azeite numa frigideira e quando tiver muito quente joga muito alho cortadinho. Tira o alho quando tiver dourado e frita o fillet no azeite do alho.

Na hora de servir, optamos por fazer pratos individuais – uma porção de carne com muito alho em cima, risoto e batata.

Esperem as próximas edições e podem ir pensando o que vocês vão me ensinar a cozinhar.

Beijos, Paulinha.

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As 50 melhores coisas pra se comer no mundo e onde comê-las

outubro 21, 2009

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Oi 🙂
Achei esse link massa, deu vontade de comer um bocado dessas coisas. bjs Tatty

http://marketingnacozinha.virgula.uol.com.br/2009/10/as-50-melhores-coisas-pra-se-comer-no-mundo-e-onde-come-las/

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ARROZ VERMELHO

outubro 19, 2009

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A Fazenda Boa Vista, no município de Catingueira, sobre a qual já falei algumas vezes aqui no blog, fica no Vale do Piancó, e dá, além de ovinos e caprinos, feijão de corda, milho etc, e arroz vermelho, também chamado de arroz da terra etc.

Lá na fazenda, na época da colheita, tiram-se algumas sacas do arroz e minha mãe e tias levam para o Moinho em Patos, onde vendem o arroz bruto e, levam, em contrapartida, alguns sacos dele já descascado, ficando a maior parte com o moinho mesmo. Este processo só se faz num moinho e o mais próximo da Fazenda fica em Patos, e não em Piancó, como eu já imaginei.

Este arroz é o melhor pra se fazer o famoso arroz de leite, muitíssimo comido no sertão, acompanhamento quase obrigatório do almoço do sertanejo daquela região, e também o que se usa por lá pra fazer o rubacão, entre outros pratos. (OBS.: O prato rubacão tem este nome porque, antigamente, se usava a carne da ave Arribaça no prato, hoje, em extinção, mas que acabou dando origem ao nome do prato).

Minha mãe aprendeu com minha avó, lá na fazenda, a fazer o arroz de leite básico da seguinte forma:

 Lava o arroz, deixa secar numa peneira e, em seguida, cozinha ele em água fervente, com sal, como qualquer arroz. Quando a água secar, mas ainda estiver úmido, acrescenta 2 xícaras de leite integral (para 2 xícaras de arroz) e também uma colher de sopa de nata (pode substituir por manteiga ou creme de leite), mexe bem, deixa ferver e apaga o fogo. O arroz fica bem cremoso. Se só for servir depois, coloca mais um pinguinho de leite e mexe um pouco antes para esquentar.

 

No site paraibano gourmetidos, que é de uma amiga de Duina, encontrei também uma outra receita:

 

2 xícaras de arroz da terra (arroz vermelho); 3 xícaras de leite in natura; Sal a gosto; 1 col. de chá de manteiga; e ½ xícara de coentro cortadinho

 Lave o arroz e escorra numa peneira. Ferva ½ litro de água e coloque o arroz para cozinhar, com sal a gosto, e uma colher de chá de manteiga. Com o arroz cozido acrescente as três xícaras de leite, mexendo com cuidado para o leite incorporar e apurar. Para finalizar, acrescente pedaços de queijo de coalho e o coentro, mais alguns minutos de fogo. Pronto, é só servir! O arroz de leite é comumente acompanhado por carne de sol assada.

 Há uns meses atrás, pesquisei mais sobre o arroz vermelho e, nos sites da Embrapa e Slow Food, achei os textos abaixo.

 Beijos

Sandra

 

Arroz vermelho em extinção

Divulgação

 Arroz vermelho, precioso recurso genético

Apesar de ser uma cultura desconhecida de parte da população brasileira, o arroz vermelho (Oryza sativa L.) é considerado um dos principais componentes na dieta alimentar dos habitantes do sertão nordestino. O alimento é cultivado principalmente na Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Bahia e Alagoas. A Embrapa Meio-Norte (Teresina/PI) resolveu aprofundar o assunto e acaba de lançar o livro O arroz vermelho cultivado no Brasil, do pesquisador José Almeida Pereira. A obra tem o objetivo de divulgar informações gerais e técnicas sobre esse patrimônio alimentar e genético.

“O arroz vermelho foi trazido pelos portugueses em 1535, por meio da capitania de Ilhéus, na Bahia. Foi o primeiro tipo de arroz a chegar ao Brasil. O arroz branco só chegou em 1765, principalmente pelo Maranhão”, disse Pereira.

Segundo ele, o arroz vermelho, hoje, é plantado por pequenos agricultores em sistemas de produção bastante precários. “Mas trata-se de um alimento altamente saboroso e consumido por todas as classes sociais nordestinas. O mercado é muito grande e a produção muito pequena”, explica Pereira. Atualmente, a maior área plantada fica no Vale do Piancó, na Paraíba. “Esse local é considerado o refúgio do arroz vermelho no Brasil.”

Uma das principais preocupações com o livro, segundo o pesquisador da Embrapa Meio-Norte, é chamar a atenção para o processo de extinção que o alimento tem sofrido. A forte concorrência da indústria do arroz branco e o acelerado êxodo rural são algumas razões. Isso faz com que seu valor de mercado seja bem superior ao arroz tradicional. “O vermelho chega a custar o dobro do melhor arroz branco vendido no país”, conta Pereira.

A importância da preservação da variabilidade genética do arroz vermelho, de modo a manter a qualidade do alimento e promover seu melhoramento genético, também é alvo de discussões. “Infelizmente, a tendência aponta para a extinção do arroz vermelho. E a falta de pesquisas nessa área pode contribuir para o desaparecimento de vários genes de interesse importantes para a segurança alimentar das famílias nordestinas”, afirma o autor.

O livro mostra ainda que as formas de se consumir o arroz vermelho variam de região para região. No sertão paraibano, por exemplo, ele é consumido principalmente com feijão-de-corda e queijo coalho, num prato conhecido como “arrubacão”. Em outros locais, ele é utilizado na alimentação de crianças, na forma de caldo de arroz.

Mais informações sobre o livro O arroz vermelho cultivado no Brasil podem ser obtidas pelo telefone (86) 3225-1141 ou pelo e-mail sac@cpamn.embrapa.br

http://www.cnpaf.embrapa.br/eventosenoticias/anteriores/anteriores2006/060109.htm

 

Fortaleza do Arroz Vermelho

O arroz vermelho foi introduzido no Brasil pelos portugueses no século XVI, na então Capitania de Ilhéus, atualmente Estado da Bahia. Ali ele não chegou a prosperar, mas teve grande aceitação no Maranhão nos dois séculos seguintes. Em 1772, por determinação da Coroa de Portugal, que só tinha interesse na produção do arroz branco para suprir a metrópole, os agricultores foram proibidos de plantar o arroz vermelho no Maranhão. Com isso, a produção migrou para a região Semi-Árida, onde ainda é encontrado, principalmente no Estado da Paraíba.

Na Paraíba, o arroz vermelho constitui um dos principais ingredientes da culinária regional, sendo portanto considerado um alimento especial nas casas das famílias e restaurantes do interior. Além disso, em alguns municípios do Sul do Ceará, o arroz vermelho já foi um importante componente da dieta alimentar das mulheres parturientes, pois se acredita que o produto possua propriedades que propiciam o aumento da produção de leite materno.

 

Estima-se que a superfície atualmente cultivada com arroz vermelho esteja reduzida a um terço do que já foi no passado, muito embora a demanda por parte dos consumidores não tenha diminuído. Na Paraíba, o Estado maior produtor de arroz vermelho do Brasil e onde ele ainda é conhecido também como arroz-da-terra e arroz de veneza, o arroz vermelho tem especial destaque no Vale do Rio Piancó, uma bacia hidrográfica de solos naturalmente muito férteis, cujo isolamento geográfico e a completa inexistência de tecnologias para esse cereal não permitiram até hoje a introdução de qualquer outro arroz. Com uma área anualmente plantada em torno de 5 mil hectares, o Vale do Piancó constitui o verdadeiro refúgio do arroz vermelho no Brasil.

O arroz vermelho cultivado no Vale do Piancó pode ser considerado um produto ecologicamente limpo, pois nunca recebeu qualquer tratamento com agrotóxicos. Os sistemas de cultivo praticados até hoje são bastante rudimentares. Plantado predominantemente por pequenos agricultores, como lavoura de subsistência, sem o uso de qualquer tecnologia, esse arroz apresenta baixos níveis de produtividade.

Além de ser o componente básico da dieta alimentar das populações que habitam grande parte do Semi-Árido nordestino, ultimamente vem se verificando uma demanda crescente por parte de restaurantes localizados em grandes centros consumidores do País, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/130/60/

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HAMBURGUER DE PICANHA

outubro 17, 2009

hamburguer de picanha

Tava pesquisando sobre Hamburguer de picanha na net e descobri uma série de depoimentos falando q hamburguer de picanha era desperdício e coisa e tal…

Pensando aqui em algum momento de ócio criativo do dia-a-dia, me lembrei q vi na tv um chef especialista em carne picando na faca grosseiramente uma peça de alguma carne q não me lembro agora, para depois fazer um bolo de carne q acompanhava uma massa, mas isso é uma outra receita…

Pra mim, acho q descobri a solução pro problema do ´desperdício´, q na real tem um fundo de verdade. Cortando a picanha grosseiramente, preservaria seu sabor e consistencia, além de ter uma maior autonomia no ponto (mal ou bem-passado).

Tinha uma peça de picanha aqui no congelador e pensei em fazer um teste, ia cortar um pedaço pra fazer esse hamburguer e do restante ia fazer uns bifes pros almoços da semana. Logo q descongelou, notei uma cor estranha na carne, tava meio escura. Até porque ela já tinha ido prum churras na casa de Guga, não foi utilizada devido a proporção entre a quantidade de carne e as bocas pra comer, e ficou naquela lenga-lenga, descongela e volta pro gelo. Cheirei e tava a maior limpeza, mas resolvi cortar ela toda pois não ia compotar pro resto da semana, temo q dar conta dela é no fim de semana mesmo…

Durante o processo descobri a origem do termo corte na ponta da faca, tava querendo picar a carne com a parte do meio da faca e qdo os pedaços iam ficando pequenos era uma dificuldade só, ela gruda na faca e não fica legal, desfacela em vez de cortar. Daí me lembrei, e comecei a usar a ponta da faca, sendo ela uma boa faca, o corte sai uma beleza, e sempre com aquele afiador de churrasco, pra tirar as fibras q iam acumulando na lâmina (q é a real função daquela parada, manter o fio e não afiar).

afiador de faca

Bom depois de todas essas descobertas, dei uma olhada num podcast q tinha aqui do Naked Chef, com ele fazendo uma receita de Meat Balls, dei uma customizada pros ingredientes q tinha em casa e saiu assim:

• Uma peça de Picanha cortada grosseiramente na ponta da faca (cortei inviesado com as fibras da carne)

• Uma potoca de uma mostarda legal, gente boa, nenhuma… (colher de sopa)

• Oregano, pimenta jamaica, chili mexicano a gosto

• Pacote de bolacha tipo craker (enrola numa toalha e dá-lhe uma pisa até virar aquela farinha de rosca)

• Dois ovos

• Sempre pingo um pouco de vinagre de arroz, num sei se é viagem, mas acho q dá uma agregada

• Mistura com a mão, dando aquela amassada mesmo com os ingredientes passando entre os dedos, até ficar um purê grosso

• Molda e vai armazenando intercalando com papel aluminio ou plástico filme

• Congela e sempre q for fazer tira do congelador direto pra frigideira, panela ou chapa.

Ficou show e realmente tem o sabor diferenciado da picanha…

• Ah, não coloquei sal não, colocar a gosto durante o assado qdo virar na primeira vez e acertando do outro lado antes de servir no pão.

Beijos e abraços, Berna

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Sobremesa da amiga de Fernando, o lima

outubro 14, 2009

Voltando aos poucos, coloco uma receita que fernando me mandou por email e pediu para postar; é de uma amiga dele:
2 claras em neve = 1ª etapa

+

3 colheres de açúcar fino = 2ª etapa

+

1 lata de leite moça e 1 lata de creme de leite = 3ª etapa

1 copo de requeijão

Vai ao congelador.

Servir com goiabada derretida.

Hummm….

Bjs

Sandra (& FERNANDO)