Archive for janeiro \30\UTC 2009

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Linguiça com arroz integral, gororoba total!

janeiro 30, 2009

risoto-integralHoje, decidi fazer um rango aqui em casa e qdo vi, não tinha quase nada de temperos na área, nem uma cebola.

Mas tinha 3 dentes de alho, uma bandeja de Linguiça Toscana no congelador, um saco de arroz integral, vários temperos em pó q de pouco em pouco vamos testando e uma vontadezinha de continuar comendo pouco até porque o fim de semana vem aí e nunca se sabe as tentações q vão aparecer.

De prima fiquei meio puto e tentei arrumar uma corja pra babilônizar numa churrascaria, Bolão tava se acabando no banheiro e Ricardo tinha uma série de eventos pra variar (parabén Clarinha pelo primeiro ano de vida!!!). Desisti e resolvi encarar a cozinha.

Bom, vamos lá, cortei os 3 dentes de alho com casca e tudo, depois peguei uma linguiça (uma mesmo) e cortei ela bem fininha, como tava congelada deu pra cortar bem fininha mesmo, anota essa aí q é massa…

Ganhei de aniversário um azeite alhado de Keops q é show de bola, coloquei um pouco e comecei a refogar numa panela de pressão os alhos e depois a linguiça,

Coloquei também pitadas de pimenta do reino, pimenta Jamaica e coentro em pó,

qdo a linguiça começou a dobrar e o fundo da panela a corar, despejei um copo de arroz integral, mexi um pouco e depois pinguei um tanto de vinagre de arroz, mexi mais um pouco e coloquei aquela medida de lei de dois copos de água pra o de arroz q já tava lá, misturei e antes de fechar a panela botei um saquinho de Hondashi (achei q tava viajando…), um pouco de sal e outro pouco de açafrão da terra pra dar uma cor, e também, como aprendi agora na Wikipédia, q  “Sua característica principal é como digestivo e ativador da função hepática”, então tá tudo certo…

Fechei a panela de pressão sem saber no quié q ia dar, depois de mais ou menos 10/15 minutos, abri a panela e o arroz tava com essa cara aí da foto e bem molinho, mas consistente como um bom arroz integral. Pra dar um brilho coloquei uma colher de Becel, q funcionou bem e coloquei umas folhas de manjericão por cima.

Apesar do teste, fiquei surpreso como ficou saboroso, e o detalhe do manjericão me fez repetir, pra colocar mais nesse segundo tempo.

Por isso nem perdi tempo já tirei a foto e mandei a receita até pra não esquecer.

Recomendo o prato e o teste, testando ainda mais com outros ingredientes e temperos. Essa parada da panela de pressão agilizou o processo e ficou na consistencia ideal de um risoto. E acho q o Hondashi ainda deu uma cremozidade no prato além de um gosto diferente junto da linguiça.

Abraços, Berna

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Almôndegas

janeiro 27, 2009

Hoje a noite, eu resolvi fazer umas almôndegas para comer no jantar.  almondegas

Pensei em cozinhar no molho de tomate, mas, lendo a caixa das almôndegas, acabei descobrindo uma nova maneira de preparar esta iguaria, que modifiquei um pouquinho e ficou ótimo.

Peguei uma cebola grande e cortei em forma de concha (oito pedaços), coloquei para refogar numa panela com duas colheres de sopa de margarina e um pouquinho de azeite, até começar a dourar.

Acrescentei as almôndegas e deixei refogando até ficarem um pouco fritas. Em seguida, coloquei um copo pequeno de água, tampei a panela, baixei o fogo e cozinhei durante 15 minutos, mexendo de vez em quando.

Durante o cozimento, coloquei um pouco de pimenta do reino, moída na hora, e um tempero gringo que Berna me deu e que não vou lembrar o nome. Berna, diz aí qual é o tempero.

Quando terminou os 15 minutos, destampei a panela e aumentei o fogo, deixando secar um pouco o molho, enquanto preparava a mesa.

Comi as almôndegas, junto com as cebolas, molhando numa mostarda escura e no molho aji, que é um molho chileno, meio apimentado.

As almôndegas eram daquelas congeladas da Sadia, e a receita é da Sadia. A diferença na preparação que fiz, foi colocar pimenta do reino e o tempero de Berna.

Abraços,

Bolo

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Linguiça (sem trema!) com hortelã

janeiro 13, 2009

img_5685(Ricardo Melo) 

 

Ainda lá em carneiros (sei, eu sei que este fim de ano já tá cansando, mas fazer o quê se foi tããããão bom?!), teve um dia que eu e jane fomos pra cozinha preparar um petisco para a galera que estava com cara de faminta na palhoçinha, tomando cerveja sem nada, só no estilo dieta liquida a la  Duina! Confesso que houve um erro de planejamento e, nesse dia, o petisco programado foi insuficiente!  Parece também que, além disto,  Lúcia, a super hiper cozinheira dos carneiros, precisou sair pra resolver alguma coisa em Tamandaré, e Graça, muito provavelmente, ainda estava nas faxinas!! Enfim, o certo é que, no final das contas, parece que tudo isso foi até bom! 

Na geladeira, tinha um pacotão de linguiças calabresas dando sopa. Eram daquelas mais finas, com uns 30cm de comprimento. Na hora, me veio a recordação de umas linguiças que comi no Cariri, na fazenda de Tio Fernando, no São João passado, e resolvi fazer algo parecido.

Numa frigideira, eu e jane colocamos bastante manteiga e um tantinho de azeite para esquentar. Cortamos as linguiças em rodelas pequenas, com, no máx, uns 2cm de espessura, e jogamos no quente pra fritar, com um pouco de pimenta do reino.

Do meio pro fim, vi uma cachaça aberta dando sopa (não sei se era Rainha ou Seleta) e resolvi flambar. A cozinha era pequena pra tanto fogo! Meu Deus, que calor! Cachaça quente da peste! Passado o quase incêndio, acrescentamos várias (muitas mesmo) folhinhas de hortelã grosseiramente picadas, mexemos mais um pouco,  amassando as folhas, tudo ainda no fogo aceso, até finalizar.

Ficou bem gostoso: a cachaça deu um leve adocicado e o gostinho da hortelã tava ótimo.  

Beijos

Sandra

ps. Agora, no fim deste post, confesso que fiquei na dúvida se, antes de colocar as linguiças, não douramos também um tanto de cebola picada…

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Caipiroska de Maracujá com Manjericão

janeiro 9, 2009

Comentário transformado em post pelo Nacozinha.maracuja

 

A receita da caipiroska de maracujá com manjericão é super simples.

Basta amassar suavemente a polpa de maracujá, o acúcar e as folhas de manjericão.

Em seguida, acrescentar o gelo e a vodka e bater tudo muito bem em uma coqueteleira, para que todos os ingredientes se misturem.

E, voilá!! agora é só servir em um copo short drink e aproveitar.

Janaína

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hamburger na brasa

janeiro 9, 2009

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(Ricardo Melo)

Quando montávamos o menu pra nossa temporada de Carneiros,  Ana sugeriu que, numa noite, fizessemos um churrasco de hamburger, just lik the gringos! A sugestão foi imediatamente aceita!

Fui ao supermercado disposta a comprar 2kg  de fraldinha moída para os hamburgers, mas o açougueiro do Pão-de-Açúcar sugeriu que eu levasse um músculo de primeira que ele havia acabado de receber. Sugestão dada e aceita, comprei o músculo, que estava, de fato, bem bonito.

A carne ficou lá no congelador de carneiros esperando a noite definida, quando nós, da casa do almoço, levamos nossa cestinha noturna de mantimentos para o jantar na casa dos gama, chaves, stabile, viegas, enfim,  todos da bolotur!

Eram 2kg de carne e, num recipiente, misturei com as mãos a carne com salsinha e cebolinho picados, pimenta do reino, 1 pacote e meio de sopa de cebola, além de um tanto de molho de soja.  Lula acendeu o fogo. Fiz hamburgeres pequenos e os assei na churrasqueira, fraternalmente dividida com as lagostas de Tati.

Havíamos comprado vááááários pães de Hamburger em tamandaré, 5 só pra Lúcio! Os hamburgers foram saindo aos poucos e todos adoraram! Estavam realmente muito bons! A noite terminou aos embalos de Amy, com todos felizes e fartos.

beijos

Sandra

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CARNEIROS

janeiro 6, 2009

Gente,

 

Eu queria deixar registrado aqui no blog que adorei passar o fim de semana em Carneiros com vocês. Para mim foi uma experiência maravilhosa, pois estar naquele paraíso com amigos tão queridos, desfrutando de boas comidas e bebidas, é algo simplesmente perfeito.

 

E falando de boas comidas, também queria dizer que voltei inspirada da praia, tanto que no primeiro dia do ano resolvi experimentar algumas das receitas que eu havia provado naqueles dias em carneiros. Fiz a salada verde de batata, que na verdade não ficou tão verde, acho que o motivo foi  porque não bati no liquidificador, mas num miniprocessador, que acabou não triturando bem as ervas. Mas mesmo assim teve a aprovação geral.

 

Já a Carne de Sol do Jacinto, modéstia a parte, ficou “exquisitísima”, como se diria em Bs As. Coloquei o queijo ralado em cima para gratinar (Tati me disse que nunca conseguiu colocar por causa do sal da carne), o que deu um toque especial.

 

De sobremesa fiz o sorvete de nutela, que também rendeu muitos elogios.

 

Também fiz duas outras receitas do livro Nigella Express – Receitas Rápidas e Saborosas (que, por sinal, recomendo, pois está muito bom). Fiz a receita das lingüiças agridoces e uma cheesecake, que mais tarde deixarei aqui postadas. Gostei muito das duas.

 

Um beijo grande e até a próxima aventura gastronômica!!

 

Beijos

 

Janaína

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Filé ao Vinho Tinto

janeiro 6, 2009

bolo

 

Ontem, na comemoração do aniversário de Sandra, preparamos várias comidinhas para receber os amigos que sempre aparecem aqui em casa.

Compramos pães de vários tipos: italiano, ciabatta, português e briochinho para servir de base para quase tudo que preparamos. Além dos pães, a mesa tava composta por: sardela, pasta de alho e frango, queijos, carpaccio de salmão e filé ao vinho.

A preparação do filé começou no domingo à noite, quando compramos uma peça grande de carne e deixamos na geladeira. Na segunda de manhã, limpamos a carne e reservamos as aparas. Temperamos a carne  e as aparas com pimenta do reino, alho, oito cebolas roxas fatiadas e meia garrafa de vinho tinto.

Deixamos a carne da geladeira até 20 minutos antes da hora de assar. Neste momento colocamos um pouco de sal em todos os lados da carne. Usamos sal moído na hora.

Esquentamos uma assadeira até deixar bem quente e colocamos a carne para selar.

Depois de selar todos os lados, deixamos a carne no fogo por mais ou menos 15 minutos, deixando ela mal passada, tostadinha do lado de fora e sangrando por dentro. O importante é assar até o ponto de sua preferência,  sempre virando a carne para assar de todos os lados.

Com a carne já pronta, começamos a preparar o molho, utilizando a mesma assadeira da carne, cujo fundo já estava meio queimado. Colocamos as aparas da carne para tostar com um pouco de azeite, deixando a panela com o gosto da carne. Depois de tostar as aparas, retirei da travessa e coloquei as cebolas fatiadas para dourar, adicionando uns dez grãos de pimenta da jamaica.

Acrescentamos o caldo para cozinhar, adicionando mais um pouco de vinho.

Batemos o molho no liquidificador e estava tudo pronto.

Servimos o filé junto com alho provance ou provence (não sei escrever), que são cabeças de alho assadas. O filé ficou servido na mesa a noite inteira, até ser devorado por todos nós, e de vez em quando, serviamos o molho bem quente numa molheira.

Fez bastante sucesso.

Beijos e abraços,

Bolo