Archive for novembro \28\UTC 2008

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JANTAR – PARTE 3: a sobremesa

novembro 28, 2008

(A parte 2 – o prato principal – ficará para o próximo post)

No jantar do último sábado, eu já estava decidida a fazer uma mousse de limão básica, usando a receita que já postei por aqui no mês de abril/2008, e que é super prática e deliciosa… Só que algumas mudanças ocorreram no decorrer do dia.

Tiago tinha saído para comprar algumas coisas e eu, depois do casamento de um dos meus primos, com direito a inúmeras taças de espumante, acordei super animada e, ainda com borbulhas na cabeça, fui ao pão de açúcar comprar o que me cabia… Lá chegando, me deparei com uma frutinha que minha mãe havia comentado há um tempo atrás: o physalis. Ela é cítrica, como uma mini laranjinha, mas sem ter a pele enrugada, e vem envolta numa folhagem interessante e bem decorativa. Sem nem ter idéia no que usaria, e pensando mais nela como um enfeitcho da mousse, resolvi comprar… (a pessoa tá se tornando consumista até em relação a frutas…. santo baco!)

Já em casa, passadas as borbulhas e instalada uma dor de cabeça, comecei os preparativos do jantar, incluída a mousse. Foi aí que minha mãe sugeriu que eu servisse a mousse em taças individuais e não num recipiente único como era minha idéia inicial. Confesso que, diante da certeza de que o trabalho seria maior, relutei, mas… acabei cedendo.

– Separei umas taças das de vinho mesmo, porque são mais altas e, por isto, mais elegantes (o que, logicamente, não se aplica aos humanos…);

– Fiz a mousse básica, como tá lá no post de abril, com 1 lata de leite condensado, 1 de creme de leite e o suco de 3 limões, que desta vez eram sicilianos, e fui montar as taças;

– Fiz um crocante: primeiro, um caramelo com 1 xícara de açúcar, mexendo sem descanso no fogo até o ponto meio mel ralo, tirei do fogo, misturei com umas castanhas de caju trituradas e coloquei no fundo de uma assadeira de metal, passando uma espátula para espalhar. Quando foi endurecendo/esfriando, descolei, com uma faca,  do fundo da assadeira, coloquei tudo num pano de prato (limpo!) e bati, despedacei (ai minha cabeça!) com um martelo!

– Em seguida, coloquei uma parte de crocante no fundo de cada taça, segui com uma porção de mousse (que, infelizmente e por falta de leite moça e creme de leite no armário, não era tão generosa), mais um crocantezinho e, por cima de tudo, uma physalis em cada taça, com as folhinhas enroladinhas, retorcidas,  uma para cada lado, como tá na foto abaixo…

Beijos

Sandra

ps. a taça diferente e mais cheia fiz especial p/ Berna, muito embora, assim como eu, ele não goste de doce…

sobremesa

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ROLAS

novembro 27, 2008

cabraEsta receita quem me passou já foi Tati e sei que quem passou para ela foi uma amiga nossa em comum, Leopoldina. Desde que aprendi, já fiz várias vezes, tanto a original, como outras versões, com recheios e coberturas diferentes e, ainda, como nesta última vez, com quase todos os ingredientes diferentes!Basicamente, trata-se de uma pastinha, um patë, só que com uma apresentação diferente e, ao menos o da receita original de Leopoldina, mais leve! Sempre faz a maior fita, além do mais importante que é ser uma delícia.

A receita supostamente tida como a original de Léa, originalidade esta que só pode ser confirmada pela própria,  leva, na base, quejos cottage, ricota e cream cheese misturados. Eu não sei se há uma orientação de medidas exatas de cada um destes e só sei que eu vou meio que de olho e no tato, misturando até chegar numa consistência mais ou menos homogênea e cremosa, sem ser muitoooo pastosa, molenga. Recaptulando, amasso a ricota com um garfo, acrescento o cotagge e cream cheese e misturo (um processador facilitará), temperando, normalmente, com sal, pimenta moida na hora e um tantinho de azeite. 

Paralelamente a isto e até antes mesmo, já preparo os ingredientes do recheio e da cobertura e os deixo prontos para colocar na mistura dos queijos. Na receita original, o recheio é de damasco picado e a cobertura da é um mix de pimentas rosa, branca, preta e verde, ou só algumas destas.

Daí, com a mistura de queijos já pronta e o misanplace do recheio e cobertura ao lado, abro um papel filme numa base lisa, como a de um balcão, e coloco um tanto do queijo, num formato de uma rola média (daí o nome!), acresento o  damasco picado, cubro com o tantinho mais do queijo e salpico as pimentas por cima. Na verdade, até antes mesmo de colocar o queijo inicial no papel filme, ponho antes, no filme plástico, um pouco das pimentas, fazendo uma reta, e, depois, a primeira parte do queijo já por cima destas primeiras pimentas salpicadas. Por fim, depois das 2 porções de queijo e do recheio e da salpicada final e generosa das pimentas, enrolo o filme, fechando bem a rolinha, enrolando as pontas do filme como se faz com o embrulho de um bombom.

Feito isto, coloco na geladeira para endurecer um pouco, o que leva umas 2hs, retirando na hora de servir, que pode ser até no dia seguinte apenas, sem esquecer de desempacotar a rola do filme plástico antes de levá-la à mesa (normalmente, a do centro!).

Deu para entender?!

Uma segunda versão de recheio que já fiz, ainda usando a base básica dos queijos, foi com salaminho picado, ao invés do damasco. Neste caso, coloquei menos pimenta na cobertura, já que o salame já tem naturalmente um leve ardor. Noutra vez, o recheio era de pedaços de queijo gorgonzola…

Recentemente, mais precisamente no último sábado, rolou um jantar aqui em casa com alguns dos comensais-blogueiros do site, e, nas entradinhas, fiz uma novíssima versão da rola! Rola nova! O jantar foi ótimo e eu, com o passar dos dias, pretendo postar também as receitas do prato pricipal e da sobremesa.

Estávamos eu, tiago, berna, tatty, tati, paulinha, ceo e paula, esta última, saliente-se, na qualidade de acompanhante de ceo, já que nunca deu as caras, até onde eu saiba, aqui no blog! :):)

(Como helena não vinha) Eu lembrei de uma pasta de quejo de cabra com uvas que eu havia visto uma vez, e resolvi fazer as rolas com cream cheese e queijo de cabra (ao invés de ricota e cottage). No liquidificador, misturei um pedaço de mais ou menos 150g de queijo de cabra (cujo tipo eu não lembro mas era o único que encontrei para vender no mercado) com 2 colheres bem cheias de cream cheese, além de azeite, sal e pimenta do reino, e ainda acrescentei um tantinho de leite ao final, porque tava duro e difícil demais de largar do fundo do liquidificador ( e eu não tenho um processador… 😦  )

Na seqüência, coloquei a mistura dos queijos no papel filme, acrescentei o recheio de uvas – partidas ao meio e sem sementes – e salpiquei parte da cobertura, que, nesta nova versão, era de pistache + cebolinho e salsinha (pouca) picados em pedacinhos mínimos. Sim, reservei uma boa parte da mistura da cobertura para o final. Depois de horas na geladeira e antes da galera chegar, desenrolei as rolas, salpiquei o restante da cobertura por cima e servi junto com umas torradinhas de pão italiano. Deram 3, e, primeiro, eu servi duas (as da foto), mas deixei uma outra especialmente para Berna, que só chegou um pouco depois, vindo de outros lugares, como ele falou no post anterior!

Esta nova versão ficou uma delícia… Como eu adoro queijo de cabra, acho até que superou a original. Só que como é mais forte, penso eu que deve enjoar mais rápido, diferentemente da original com ricota e cottage.

Mas já tô pensando no bis desta versão com queijo de cabra e também em acrescentar uvas-passas no recheio ou, ainda, ao invés das uvas verdes, uvas pretas (igualmente sem sementes), que acho podem ficar ainda mais bonitas para os olhos e igualmente ótimas para o paladar!

Como dá pra perceber, as rolas são super versáteis… (volúveis e voláteis, como diz uma amigona minha do peito). Dá pra soltar a imaginação!

Beijos

Sandra

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Picanha de forno sobre farofa com purê de ervilhas e wasabi

novembro 27, 2008

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Essa aí lembrou as antigas. Jam session total na cozinha, partiu de um momento criativo na semana passada (por conta dos temperos q compramos no Mercado Público de Sampa) e juntando com a leitura de um dos quitutes q constam na lista dos 100 postada abaixo…

Vamo lá, domingão de ressaca, mais de cansado q de birita, depois dum sabadão tentando participar de todos os eventos q apareceram, mas fechando com chave de ouro numa janta espetacular com os amigos (q jájá deve render um post aqui…).

Passamos, eu e Tatty, no supermercado e compramos:

uma picanha,

um pacote de bolacha integral,

um saquinho de castanha de caju,

um saquinho de queijo parmesão ralado grosso,

um saco de ervilha congelada,

um pote de manteiga

e um mói de agrião, bem bonito q achei por lá

alguns salgadinhos e um pote de sorvete Crunch (…já provaram esse…, …meirmão!!!)…

Levava comigo um sal grosso q temperei com umas ervas q comprei lá no mercado, q diz, “Tempero p/ cordeiro, cabrito. Ingredientes: alecrim, alho, cebola, hortelã, pimenta calabresa e sálvia”,

junto com o sal botei azeite trufado e deixei de um dia pro outro tentando agregar sabores, também misturei um tanto de Wasabi com o Bahar (todos do mercado) e reservei.

Fomos visitar minha sobrinha Malu, q fazia umas duas semanas q eu não via, tá grandona e rechonchuda a pirráia…

Chegando lá eu começaria a fazer o rango pois a rapasiada tava com fome (Reco q o diga…), mas Guto tinha preparado umas “Asas de Búfalo”(?) q tavam show (tem q postar aqui também) e agente saboreou acompanhado com umas Brahmas Extras estupidamente geladas (melhor cura pra ressaca não há!)…

Depois fui pra cozinha daí começamos o preparo.

Peguei a peça de picanha, passei a mistura de sal nela enquanto esquentava bastante a frigideira. Depois comecei a selar a carne, primeiro pela parte da gordura e depois o resto. Enquanto isso Tatty ia passando a bolacha, a castanha no liquidificador, e misturando com o queijo e a manteiga, fazendo uma massa.

Eu coloquei as ervilhas pra cozinhar em água e sal e deixei uns 8 minutos (+ou-) e misturei água com o wasabi, deixando até um pouco mais aguado q o normal.

Acendi o forno em 180 pra esquentar enquanto selava a carne.

Qdo a massa ficou pronta forrei o fundo da assadeira untada e prensei até ficar compacta.

Com a carne selada (bem selada mesmo, casquinha preta em alguns locais), coloquei com a gordura pra cima na assadeira e mandei pro forno, acho q o forno não tava devidamente quente, daí ela ficou uns 25 minutos lá, mas acho q se esquentar o forno corretamente antes o tempo é menor.

Enquanto isso Tatty dava um trato nas ervilhas, passando no liquidificador com um tiquinho de creme de leite e depois misturando com o wasabi e algumas ervilhas inteiras q eu tinha reservado.

A minha intenção no início era q a massa no fundo da assadeira ficasse feito um biscoito, mas não consegui dessa maneira, ela ficou mais pra uma farofa mesmo, mas bem gostosa e crocante. Servimos com uma salada de agrião, arroz bem soltinho de Dorinha e um penne q Guto disse q ia postar poraqui também. Segundo mamãe o penne com a farofa tava show.

Todo mundo gostou e inclusive papai q não é lá dessas novidades aprovou geral o purê de wasabi com a carne e a farofa.

Valeu, beijos e abraços e até mais…

OBS: esse purê de wasabi veio na minha cabeça no momento q li aquela história de “wasabi peas” nº 31 na lista dos 100, mas depois constatamos q se trata de uma receita totalmente diferente q testaremos adiante…

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Conversa Saborosa…

novembro 21, 2008

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Pra dar uma agitada no blog, vi isso hoje e achei interessante, e pra quem se interessar e der uma instigada, pode comentar com o q já comeu ou com o q queria comer ou com os dois, vê aí (de quebra uma ilustra do Frases Ilustradas, blog primo):

Os 100 pratos para provar uma vez na vida

O blog inglês Very Good Taste lançou na rede uma lista de 100 comidas que todas pessoas deveriam provar ao menos uma vez na vida. A proposta é de que leitores coloquem em seus blogs a lista indicada, colocando em negrito o que já comeram e marcando o que não pretende experimentar nunca.

A lista é em inglês, mas o blog Rosmarinoeprezzemolo.com fez uma tradução livre que facilita a vida de quem não entende inglês.

 

1. Venison (qualquer carne de caça)

2. Nettle tea (chá de urtiga)

3. Huevos rancheros (ovos rancheiros, típico café da manhã mexicano)

4. Steak tartar (carne de vaca crua picadinha servida com condimentos)

5. Crocodile (carne de crocodilo ou jacaré

6. Black pudding (salsicha de sangue, preta, semelhante ao chorizo argentino

7. Cheese fondue (fondue de queijo)

8. Carp (carpa)

9. Borscht (sopa de beterraba típica polonesa)

10. Baba ghanoush (pasta de berinjela típica árabe)

11. Calamari (lulas)

12. Pho (sopa de macarrão de arroz, carnes e vegetais bem condimentada, típica vietnamita)

13. PB&J sandwich (sanduíche de pão de forma com manteiga de amendoim e geléia, típico americano)

14. Aloo gobi (mix de batata e couve-flor, bem condimentado, típico indiano)

15. Hot dog from a street cart (cachorro-quente do carrinho da rua)

16. Epoisses (queijo francês de sabor forte, temperado com brandy, de cor alaranjada)

17. Black truffle (trufas negras)

18. Fruit wine made from something other than grapes (vinho feito com outra fruta que não uva)

19. Steamed pork buns (pastel chinês feito bolinho redondo, recheado de carne de porco e cozido no vapor)

20. Pistachio ice cream (sorvete de pistache)

21. Heirloom tomatoes (algo como ‘tomates selvagens’, não cultivados pelo homem, mas que crescem na natureza)

22. Fresh wild berries (frutas vermelhas ‘do bosque’, não cultivadas, como amoras, framboesas, etc.)

23. Foie gras (fígado gordo de ganso ou pato)

24. Rice and beans (arroz e feijão!!!)

25. Brawn or head cheese (gelatina feita da cabeça e outras partes do porco)

26. Raw Scotch Bonnet pepper (tipo de pimenta vermelha bem ardida)

27. Dulce de leche (doce de leite)

28. Oysters (ostras)

29. Baklava (doce árabe feito de massa folhada, mel e pistaches)

30. Bagna cauda (típico italiano, molho quente feito de manteiga, anchovas e alho, para mergulhar vegetais, como um fondue)

31. Wasabi peas (aperitivo de ervilhas passadas em um mix de wasabi e outros temperos)

32. Clam chowder in a sourdough bowl (sopa cremosa de frutos do mar servida em um pão ‘tipo’ italiano)

33. Salted lassi (típica indiana, bebida gelada feita de iogurte diluído em água com temperos)

34. Sauerkraut (repolho azedo, típico alemão

35. Root beer float (drinque gelado de cerveja ‘preta’ com sorvete

36. Cognac with a fat cigar (conhaque acompanhado de um charuto)

37. Clotted cream tea (chá acompanhado de bolinhos com creme e geléia)

38. Vodka jelly/Jell-O (geleinhas de vodka, como fazemos com pinga)

39. Gumbo (cozido de carne e vegetais condimentado típico do sul dos EUA)

40. Oxtail (rabada)

41. Curried goat (cozido de carne de bode com curry típico caribenho)

42. Whole insects (insetos)

43. Phaal (pode ser o cozido indiano com curry mais apimentado que existe)

44. Goat’s milk (leite de cabra)

45. Malt whisky from a bottle worth £60/$120 or more (uísque de uma garrafa que tenha custado pelo menos 120 dólares)

46. Fugu (o mais raro e caro sashimi, de peixe baiacu, que por ser venenoso é de difícil preparo e pode levar à morte)

47.Chicken tikka masala (típico indiano, frango com especiarias e iogurte, assado no forno tandoor)

48. Eel (enguias)

49. Krispy Kreme original glazed doughnut (donut com açucar ‘espelhado’ por cima da marca Krispy Kreme)

50. Sea urchin (ouriço-do-mar)

51. Prickly pear (tipo de cacto)

52. Umeboshi (ameixa em conserva muito salgada, típica da dieta macrobiótica)

53. Abalone (tipo de molusco considerado uma iguaria)

54. Paneer (tipo de queijo muito usado na cozinha indiana)

55. McDonald’s Big Mac Meal (escolha o número: Big Mac + fritas + refri)

56. Spaetzle (macarrão com ovos típico alemão)

57. Dirty gin martini (drinque feito com gin e vermute, com azeitonas e com um pouco do ‘suco’ da azeitona para ‘sujar’)

58. Beer above 8% ABV (cerveja com mais de 8% de álcool na sua composição)

59. Poutine (prato típico canadense, batatas-fritas com molho de carne e queijo por cima)

60. Carob chips (‘gotas’ de alfarroba, uma vagem com gosto semelhante ao chocolate)

61. S’mores (guloseima para comer na beira da fogueira, típica dos EUA e Canadá, marshmellow assado e chocolate ‘ensanduichado’ por duas bolachas)

62. Sweetbreads (glândula timo, que na Argentina se chama molleja e faz parte da parrillada)

63. Kaolin (Caulim é um minério… diz o autor que está na lista para “testar os limites dos onívoros”…ele diz que caulim é comestível e nutritivo, e que tem um sabor e uma textura únicos… “Não comemos sal?”)

64. Currywurst (prato alemão com linguiça de porco e curry)

65. Durian (fruta da Malásia, considerada a fruta mais fedida do mundo, dizem que há uma lei na Tailândia que proíbe comê-la em público)

66. Frogs’ legs (pernas de rã)

67. Beignets, churros, elephant ears or funnel cake (churros ou os nossos ‘sonhos’)

68. Haggis (tradicional escocês, é uma salsicha de tripa recheada com miúdos e temperos)

69. Fried plantain (banana-da-terra frita)

70. Chitterlings or andouillette (prato feito com os intestinos do porco)

71. Gazpacho (sopa fria espanhola de tomates e outros temperos)

72. Caviar and blini (‘panquequinhas’ com caviar)

73. Louche absinthe (absinto ‘turvado’ com água e açúcar)

74. Gjetost or brunost (queijo marrom típico norueguês)

75. Roadkill (animais atropelados, pode acreditar!)

76. Baijiu (licor destilado chinês)

77. Hostess Fruit Pie (torta de frutas industrializada, marca Hostess)

78. Snail (caramujos, ou escargots)

79. Lapsang souchong (chá preto chinês da região de Wuyi)

80. Bellini (drinque feito com Prosecco e suco fresco de pêssego)

81. Tom yum (um dos mais famosos pratos tailandeses, sopa com frutos-do-mar, cogumelos e ervas)

82. Eggs Benedict (sanduichinho de meio muffin inglês, que é salgado, com bacon, ovo poché e molho holandês)

83. Pocky (biscoito japonês industrializado, da marca Pocky, nada mais que um palito de biscoito mergulhado pela metade em chocolate)

84. Tasting menu at a three-Michelin-star restaurant (menu-degustação em um restaurante 3 estrelas do Michelin)

85. Kobe beef (bife tirado da carne do gado Wagyu, famoso por ser bem marmorizado)

86. Hare (carne de coelho ou lebre)

87. Goulash (cozido típico húngaro, feito de carne, vegetais e páprica)V

88. Flowers (flores comestíveis)

89. Horse (carne de cavalo)

90. Criollo chocolate (chocolate gourmet feito com grão de cacau criollo, ‘Rolls Royce’ das sementes de cacau)

91. Spam (carne pré-cozida enlatada)

92. Soft shell crab (caranguejos cozidos)

93. Rose harissa (pasta tipo ‘sardella’, em lata, feita de pimentas chilli, tomates e condimentos. A Rose Harissa é uma variedade cara que inclui pétalas de rosas)

94. Catfish (bagre)

95. Mole poblano (molho popular da cozinha mexicana feito com pimentas secas, sementes e especiarias)

96. Bagel and lox (bagel com salmão defumado)

97. Lobster Thermidor (prato típico francês, lagosta gratinada com um molho cremoso)

98. Polenta

99. Jamaican Blue Mountain coffee (um dos mais caros cafés gourmets do mundo, produzido na Jamaica, são a base do licor Tia Maria)

100. Snake (carne de cobra)

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Risoto a la Bellini

novembro 20, 2008

bp3   Agora no meio de novembro, eu e Tiago fomos, junto com Gisela e Clemente, para Fernando de Noronha. Clemente está fazendo um trabalho lá, mais especificamente no mangue do Sueste, que é o único mangue oceânico do hemisfério sul e estava ameaçado de extinção, e, por isto, tem ido com uma certa freqüência ao arquipélago.

Ficamos na casa de Cláudio Bellini, um amigo de Clemente, também biólogo, que morou vários anos em Noronha e vem a ser um dos  fundadores do projeto Tamar. A casa é uma delícia, super charmosa e equipada, com uma vista deslumbrante!

Já sabendo que ficaríamos os 5 dias na tal casa, levamos vários temperos e ingredientes para preparar quitutes por lá, até porque os 4 já conhecíamos Noronha e a idéia era aproveitar mais e profundamente o dia, tirando as noites para relaxar, bebericar e jogar conversa fora no terraço da casa! Por ist, só saímos para jantar fora 1 noite, logo depois da palestra do Prof. Clemente no Tamar/Ibama.

Na casa, teve de tudo: a receita do Risoto de Penne (de donAna), bruschetas (para relembrar Guto e Tabatinga!), peixe e etc e tal. O peixe, vale registrar, era 100% fresco, pois foi do barco diretamente para brasa, com um pit stop nos temperos de Tiago! A compra do peixe, aliás, merece um registro mais detalhado: é que, no fim da tarde da segunda, depois de um mergulho massa no Sueste, com direito a tubarão e vááárias tartarugas, a gente foi para o porto aguardar a chegada dos barcos dos pescadores para tentar conseguir algo, já sabendo da dificuldade e guerra entre os comerciantes de lá, já que, no sábado, saímos de lá de mãos vazias! Na segunda tentativa, já mais descolados e escaldados, Gisela, com cara de pidona, sentou-se ao lado de umas mulheres de pousadas e restaurantes que também aguardavam a chegada dos peixes, fez amizade, ouviu lamúrias e ficou sabendo da vida de meio mundo de gente do arquipélago! Logo que a gente chegou, já estavam tratando os peixes do primeiro barco e uma destas moças, que tem um bar na cacimba do padre, já havia comprado todos (anchovas e atum)  e, embora ainda fosse esperar mais, não quis vender um dos dela para gente. Assim, continuamos todos aguardando e Gilda fazendo a política! O outro barco chegou e, depois de descarregarem na peixaria, o cara, do nada, resolveu que o melhor e maior (uma barracuda) seria de Gisela, e não da moça, apesar desta ter chegado antes da gente no local! A moça virou uma fera e fez um barraco, mas mesmo assim não conseguiu a barracuda pra ela! Em suma, deixamos lá 20 reais e levamos para casa a tal barracuda, que tinha uns 3,5 kg, e mais uma anchova, esta menor, de uns 2kg, que eu e Tiago acabamos trazendo para o Recife.

Voltando ao tema do post, depois deste pequeno nariz de cera (provavelmente inspirado no Prof. Clemente!), o negócio é que numa das noites, a janta foi risoto. A idéia era um risoto básico de limão, mas acabamos incrementando o danado, lançando mão dos temperos e ingredientes que havíamos levado, e o resultado ficou excelente, segundo palavras de Gildete e de nós todos!

Inicialmente, preparamos um caldo com 2 tabletes de caldo de legumes, ramos de hortelã, manjericão e alecrim frescos e ainda uma boa pitada de uma mistura de ervas secas.

Quando o caldo estava fervendo, baixamos o fogo e começamos a fazer o arroz em si. Assim, noutra panela, refogamos, na manteiga e azeite, 1 cebola cortada em cubinhos. Quando a cebola estava ficando transparente, ou, como diz Tati, quando tava com cara de que não ofenderia mais quem não gosta dela, colocamos 3 xícaras e meia de arroz arbóreo e as raspas das cascas de 3 limões sicilianos (bem lavados!!!!) e refogamos por uns 4 minutos. Depois, acrescentamos 1copo grande de vinho branco seco e deixamos evaporar. A partir daí, fomos acrescentando aos poucos o caldo quente, peneirando os ramos das ervas, e seguimos mexendo sempre, como em qualquer risoto. Logo no começo deste cozimento com o caldo, acrescentamos umas folhinhas de alecrim fresco (que eu havia levado da horta da minha mãe) e, depois, aquele tempero em pó lemonpepper, além de um pouco de sal e umas bolinhas de pimentas rosa, branca e preta e, ainda, umas 10 fatias daquelas redondas pequenas de presunto cru tipo copa cortadas em pedaços pequenos.

Seguimos mexendo e colocando o caldo e, finalmente, quando já estava no ponto, que é al dente, já seco o último caldo colocado, acrescentamos uma mistura de 3 colheres de sopa de creme de leite e 2 também das de sopa de geléia de laranja, além de um pouquinho de queijo parmesão ralado! Mais uma mexidinha rapida e 1 garrafa de vinho depois, estava pronto o nosso jantar! 

Servimos bem quente e não sobrou nadica de nada! Tava show!

Beijos

Sandra e Tiago

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SITE

novembro 11, 2008

Oi,

Na lista de blogs e sites, acrescentei o excelente site da revista Prazeres da Mesa!

Beijos

Sandra

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Chambaraaaaaaa!

novembro 6, 2008

Rapasiada, só um toque rápido, na sexta passada, tive uma reunião na Várzea e tinha q resgatar um teclado na Encruzilhada, no meio do caminho estava Tonhão.

Parei pra conferir as últimas q tinha ouvido, q tinha dado uma caída e plá…

Estava eu e um comparsa de Desenho Sonoro, Thelmo, também fã da gastronomia caseira adubada, pedimos o caldão de feijoada q tava como antigamente, junto de lapadas de Germana e Seleta.

Depois pedi um dos clássicos da casa, um Chambaril Bombado, acompanhado de arroz bem soltinho e pirão, havia me esquecido q a farofa não acompanhava o prato, pedi uma porção. Não me arrependi, um espetáculo de carne e com um Tutano de respeito, não conseguimos comer tudo, precisava de outro pareia responsa.

Com o mote de arrumar um osso pra Dub, q tá enchendo o nosso saco por causa da falta de Tatty, q agora trampa no horário comercial, e também pra comprovar q num foi sorte minha o último Chambaril, repeti a dose hoje (quinta – 06) com os mesmos pedidos e de novo o prato tava um show!

Bom, o mito foi quebrado e o pico continua show, recomendo, pra quem gosta, o Chambara lá de Tonhão, depois conto como tão o Bode, a Rabada, a Charque, a Feijoada, os Caragueijos, o Pão de Alho, as Carnes na Brasa…

Pra chegar lá é limpeza, vindo pela AV Norte, sentido BR, depois q passar a Estrada de Belém, passa um sinal e logo depois, na direita, tem um posto de gasolina na esquina, numa rua q nem parece rua, entra nela, vai passar uma rua e na outra esquina à sua direita tá o Bar do Tonhão, qualquer coisa pergunta por lá…

+55 (81) 3243-5594, R Amaro Coutinho, 339, Recife, PE

Abraços