Archive for junho \27\UTC 2008

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1 Ano

junho 27, 2008

Ontem completamos 1 ano.

Parabéns a todos os que fazem o Nacozinha. Continuem postando e acessando sempre.

Esperamos que o blog continue divertido e prazeroso para todos.

Abaixo segue a lista dos 10 posts mais lidos nesse ano:

Título Visualizações  
Costela no Bafo 933 Mais estat�sticas
Risoto de Camarão 890 Mais estat�sticas
RISOTO DE BACALHAU 492 Mais estat�sticas
Arroz de Pimenta 471 Mais estat�sticas
Carne de Sol de Jacinto 385 Mais estat�sticas
O TAHINE 366 Mais estat�sticas
MOUSSE DE LIMÃO 288 Mais estat�sticas
Salgadinho de cebola pras crianças 281 Mais estat�sticas
Macarrão frio colorido 259 Mais estat�sticas
muito amor e cuscuz 235

 

Abraços,

Nacozinha

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Churrasco do domingo de São João

junho 26, 2008

Fiz essa aí no último domingo. Tô de Regime e tava afim de assar umas costelinhas de bode na churrasqueira só pra me distrair e manter a ordem na dieta. Ia tomar umas doses de visqui e isso seria minha trela maior do São João. Pois bem, a ordem da dieta foisse. Daí tive q improvisar…

Bom, de prima, seria mais um churras pra família somente com umas doses homeopáticas de álcool que ninguém é de ferro, mas derrepente a casa se viu cheia de bons amigos dispostos a tomar umas e jogar conversa fora em baixo das árvre…

Daí q aparece Rafa com uma peça de Cupim pra assar. “Putzgrila, meu velho, nunca fiz cupim na grelha, somente de forno e na pressão (fica show!!)!!!”, como de costume Ricardo, q sabe de tudo, já me disse como era pra fazer. “Ok, sim senhor, seu Ricardo”.

Então, botei a mão na massa. Primeiro, o fogo tava bom e rendendo, a grelha lá fica um pouco meio alta, mas já tamo organizando o setor, colocando uma areinha pra subir mais esse fogo. Depois fiz aquela cuinha na mão pra receber apenas essa dose de sal grosso pra salgar a peça (não precisa mais q isso), esfreguei e ainda bati pro excesso do sal cair. Coloquei na grelha, primeiro com a intenção de selar toda ela e depois é só dar tempo ao tempo. Foi um tal de costela de cabrito, costeleta de porco, coxinha da asa da galinha e espetinho de coração. Ainda rolou um ensopado de polvo q Seu Ricardo fez q tava o pipoco!

As costelas de cabrito foram temperadas com páprica picante e suco de laranja, ficaram boas de mais. As costeletas de porco vieram temperadas da casa de Guga, agente botou na grelha e depois de um bom tempo assando Guga mandava uma boa quantidade de mel por cima dos dois lados antes de tirar do fogo (bagúio chique e saboroso) e as coxinhas foram com sal ao ponto…

Mais tarde (bem mais tarde, acho q umas 3 horinhas) o Cupim tava assim feito o da foto, eu ainda dei umas furadas cada vez q virava ele, depois foi só fatiar grosseiramente (largura de um dedo) e a rapasiada pirou. Tava muito bom e como ele é muito gordo, fica bastante suculento apesar do tempo na grelha. E parece q o sal q tava fora entranha na carne. Ela tava toda temperada.

Bom, se a dieta funcionar mesmo, da próxima vez vou me jogar sem muito peso na consciencia. Porenquanto tô aí na empeleitada e tentando aliviar a fome com essas histórias…

Abração, Berna

PS: num sei se eu tava bebo, mas a carne tava MUITO mais bonita q essa da foto…

PS2: Ricardo tem q postar esse polvo aqui, ficou muito bom!

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SUFLÊ DE QUEIJO

junho 17, 2008

Com minha mama, aprendi duas receitas deliciosas de suflê. A primeira, de jerimum, já postei por aqui. Já a segunda, posto agora! É de queijo e é muito boa! O segredo é deixar o bicho subir muito, a parte que sobe é fica fora da forma é quase do mesmo tamanho da altura da própria forma. Para tanto, o forno, antes de colocar a forma, tem que tá pelando! A receita é fácil:

Ingredientes:
4 ovos separados;
100ml de vinho branco seco;
sal e pimenta moida na hora, qb;
100 g de parmesão ralado na hora;
200 g de creme de leite integral;
100 g de queijo Gruyère ralado;
cebolinha verde picada; e
parmesão ralado na hora

Mão na massa:
Coloque as gemas e o vinho branco numa travessa refratária, em banho maria, e bata bem, até deixar cair uma tira quando levantada (dica da minha mãe). Retire a travessa do banho–maria e bata mais até esfriar.
Em outra vasilha, tem que bater as claras em ponto de neve firme. Depois, junte suavemente as claras em neve às gemas, faz uma mistura uniforme, isto é, sem pontos bracos, adicione sal e pimenta a gosto.

Numa panela, coloca o creme de leite para ferver e junta o Gruyère até derreter e ficar um creme macio. Despeje a mistura de queijo num refratário. Pode também fazer porções individuais, como se fossem bolinhos de petit gateau. Eu tenho aquelas formas de porcelana brancas, redondas, e são excelentes para isto. Nem precisa usar das mais fundas….
Daí, você coloca a mistura de ovos por cima. Povilha com o parmesão e leva para assar, na temperatura de uns 180oC, por 10, 15 minutos ou até que os souflês cresçam, apareçam e fiquem dourados!!
Tem que servir imediatamente, bem quente, e ainda pode povilhar com mais um tantinho de cebolinho picado bem chiquitito e parmesão.

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É um fungo. Mas abre o apetite se chamar de cogumelo shimeji

junho 10, 2008

Sexta feira chamei uns amigos lá pra casa. Os que não estavam viajando, os que não tinham medo de chuva, os que não etão grávidos (as) e os que não iam trabalhar no sábado foram.

Acepipes, tira-gÓstos (assim mesmo como diz o prefeito) à parte, resolvi arriscar o tal fungo comestível mais conhecido por shimeji. E mais conhecido ainda como irmão menor do Shitake.

Quando a conversa (invariavelmente isso acontece lá em casa) migrou para o loteamento das minhas poucas e nem tão valiosas obras de arte, resolvi ir para a cozinha. Peguei os fungos, torei os tronquinhos que vão dar nas hastes, lavei bem lavadinho, dourei cebolas em cubinhos no extra virgem. Depois, fiz uma redução de aceto balsâmico (150 ml do vinagre metido a besta, 3 colheres de chá de mel de verdade). Para reduzir mesmo tem que diminuir a um terço e provar. Coloquei o shimeji na frigideira e depois que perdeu aquela textura de chiclete mastigado misturei tudo e servi.

Os amigos disseram que tava bom. Talvez tenha sido o pão que acompanhava. Talvez tenha sido a boa educação de todos. Talvez, se você tiver coragem, vai descobrir o que foi.

Me conta, tá.

Bom apetite,

Fernando Lima (inaugurando seu espaço no Nacozinha)

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MAIONESE VERDE DE BATATA

junho 8, 2008

Uma vez, para algum churrasco, tentando fugir da básica maionese de batata, eu resolvi fazer umas 3 receitas diferentes com batatas, frias, quentes, com ou sem maionese. Numa das receitas, que não lembro bem de onde era, mandava fazer um molho com várias ervas, que deveria ser quente e jogado nas batatas cozidas. Ocorre que, houve um erro, pois, li a receita na pressa, e acabei fazendo de outro modo, só descobrindo o erro no final!

Ocorre que, naquele churrasco, dentre as 3 ou 4 saladas com batatas, esta foi a preferida!

Nós fizemos, verdadeiramente, uma maionese verde de batata, tipo maionese de batata mesmo, gelada e tal, só que verde!  Para tanto, tem que separar várias ervas frescas, picar e misturar, no liquidificador, com um tanto de maionese, suficiente para cobrir bem todos os pedacinhos de batata, além de  azeite, sal e pimenta do reino. Eu coloco de tudo: alecrim, salsinha, cebolinho, manjericão, coentro e até hortelã. Um tantão de cada uma destas que estiver disponível no dia. O interessante é colocar, no mínimo, umas 3, e, com o passar do tempo, vai harmonizando as misturas. Alecrim, Coentro e Hortelã acabam sempre predominando, dependendo da quantidade de um ou de outro. Já o cebolinho e a salsinha são mais neutros. Mistura as folhas picadinhas (e não os talos) com a maionese no liqudificador e, quando estiver homogêneo, coloca nas batatas cozidas, já frias, cortadas em cubos, exatamente como na boa e velha maionese de batata. Pode, como na tradicional, colocar, além das batatas, uma cebola cortada em pedacinhos bem miúdos.

Depois, é só deixar na geladeira e servir na hora da carne!

Uma última dica: convém colocar as ervas, aos poucos e bem picadas, no liquidificador, acrescentando, antes e depois, a maionese, o sal e a pimenta do reino, pois, se não picar bem e  colocar tudo de uma vez, corre o risco de enganchar no fundo e a hélice não girar. Se a pessoa tiver um processador, o trabalho, provavelmente, ficará mais fácil…. ou não!

Beijos

Sandra