Archive for novembro \20\UTC 2007

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Pernil de porco ao alecrim

novembro 20, 2007

http://forum.sysadmin.it/forum_posts.asp?TID=16469&PID=87599

Fiz esse pernil no churrasco/loucura que fizemos no nosso apartamento, que já mencionei no post com a receita do palmito.

Ingredientes:

01 pernil de porco (01 bandeja vendida nos supermercados)

02 limões

Sal

Azeite

Alecrim

01 Dose de vodka boa.

Modo de fazer: primeiro lavar o pernil com o suco dos limões, espreme todo o suco e esfrega os limões no pernil. Deixa marinando um pouco no limão, uns 15 a 20 minutos, e depois coloca o sal, o azeite, o alecrim e a dose de vodka. Deixei na geladeira umas 3 horas, antes de colocar na churrasqueira. Colocar na grelha, longe do fogo, até está no ponto, bem assadinho, mas, cuidado para não secar.

Beijos e abraços,

 Bolo

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Cabrito Bêbado

novembro 18, 2007

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Essa receita de cabrito é inspirada na da mãe de Lea Wanderley, que experimentei na casa dela, e que foi o melhor cabrito guisado que já comi na vida. Lea nunca soube dizer direito o que é que realmente vai no cabrito, quais as ervas que lhe dão o gosto tão bom. Imaginei que quando a mãe dela o fazia, lá na Paraíba, não tinha acesso a ervas exóticas  e pensei que o conceito da receita era, na verdade, nunca dar de beber água ao cabrito, por isso o nome: cabrito bêbado. Mantive os princípios da receita, só acrescentar cebola e alecrim já depois da marinada, e resolvi usar as ervas frescas que encontrei naquele dia. Lá pras tantas, quando já estava quase pronto, achei que faltava alguma coisa e acrescentei mel de engenho. Ficou bom demais!

 

Pegue uma perna de cabrito, bem jovem e gordinho. Peça ao açougueiro pra cortá-la em pedaços de uns dois dedos de largura. Quem gosta, pode acrescentar umas costelinhas.

Coloque pra marinar com vinho branco (quanto melhor o vinho…) e as várias ervas frescas que você encontrar. A última vez eu fiz com manjericão roxo e do verdinho, hortelã, manjerona, coentro, salsa, o talo da salsa picadinho (era uma salsa de talo mais pra salsão) e folhas de canela ainda verdes, que encontrei pela primeira vez em um supermercado. Rale um pouco de pimenta na marinada e deixe descansar de um dia pro outro na geladeira. Pode ser até mais de um dia. Garanta que o cabrito vá ficar bem envolvido em ervas e vinho branco.

Pique bem muita cebola, um pimentão (da última vez usei só verde), uns dentes de alho, não precisa ser muito, e refogue. Comece refogando a cebola. Use o fogo baixo que é pra ela ficar bem transparente, sem muita acidez, mas sem tostar; quando a cebola já estiver encaminhada, acrescente o pimentão. Se for o verde tem que ser antes um pouco do que se forem amarelos ou vermelhos, depois o alho.

Coloque os pedaços do cabrito em uma panela funda, de preferência de fundo grosso, para dar uma selada, em ambos os lados. Se a panela não couber (nunca cabe), faça por etapas pra evitar fazer caldo.

 

Feito isso, acrescente o caldo da marinada na panela e coloque uns ramos de alecrim por cima. Da última vez coloquei também agrião. Se o caldo da marinada não der pra cobrir todos os pedaços de carne, acrescente mais vinho, nunca água. Cozinhe um pouco com a panela fechada; depois que der uma boa fervida, destampe a panela, baixe o fogo e vá acrescentando vinho sempre que for necessário.

Quando estiver praticamente pronto, ou seja, quando a carne estiver suficientemente macia, acrescente duas boas colheradas de mel de engenho e deixe cozinhar mais um pouco. Pronto, pode servir!

Da última vez que fiz esse cabrito (na verdade, a segunda vez em toda a minha vida que cozinhei um cabritinho, coitado), comemos ele com couscus marroquino, que hidratei com um pouco do caldo do carneiro e um pouco de caldo de legumes desses de tablete mesmo, botei um pedacinho só em bastante água, só pra não ficar sem gosto de nada.

Na hora de servir o couscus, joguei uns pedaços de castanhas portugueses por cima e era pra ter colocado também pedaços de damasco seco, mas eu esqueci.

 

Tati

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Costela no Bafo

novembro 17, 2007

Fiz semana passada no domingão pra uma rapasiada lá na granja:Comprei uma costela no Extra e peguei das mais gordas.

Comprei também uma fôrma grande tipo quentinha de alumínio, papel aluminio, aquele plastico de colocar em churrasqueira e uma bisnaga de pasta de alho.

Pra preparar: passa o sal grosso nela tirando o excesso, dispõe a costela na fôrma e dá-lhe pasta de alho espalhando dos dois lados. Coloquei duas cebolas, uma pimenta inteira e uns dois copos de vinho tinto seco safado, véio e quase avinagrando.

Daí vem o detalhe principal, embala com 1, 2, 3, 4 voltas de papel aluminio, depois mais umas 3 camadas do plático poliester pra churrasco e depois mais 2 de aluminio pra vedar bem, deixa uma sobra pro pacote inflar. Coloquei na churrasqueira em cima de duas pedras paralelepipedos quase na brasa e deixei umas 4 hs e meia. Pra testar e ver se tá na hora de tirar, enfia uma faca no embrulho (com cuidado pra não se queimar com o bafo) e percebe a falta de consistencia da carne, toda já se soltando do osso.

Ficou show.

Atentar pro detalhe da fôrma, qdo aprendi essa receita fizemos com uma assadeira mas a quantidade de gordura q a carne solta e possíveis queimados colados impregna a assadeira a ponto de neguinho desistir da assadeira, enquanto a fôrma vc joga fora.

Fiz hoje de novo na granja e tava sem a fôrma, fiz o velho travesseiro com a base de bastante papel aluminio, mas a proximidade com a brasa rasgou um pouco o travesseiro e o caldo, q da outra vez ficou show, foi todo embora, mas a carne ficou massa e coloquei mais cebolas dessa vez, pois elas ficaram uma delícia na primeira.

Nota importante: Fui na MasterBoi, na BR, próxima à Dois Irmãos, comprar essa costela, dei um vacilo e saí de lá com 14 Kg de costela, quase meio boi, digaí… Pensei imediatamente no terraço de Bolo e Sandra (galera, num tem fumaça impregnante nem barrufo de churrasco, GARANTO…), se não? Quem se habilita?

Abraços, Berna

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Palmito in natura

novembro 15, 2007

Na última viagem de Sandra a São Paulo, ocorrida no início deste mês, ela comprou um pedaço de palmito in natura, e voltou com duas idéias na cabeça para prepará-lo.

A primeira era fazer o palmito como uma massa, desfiando-o e preparando com um molho de tomate. A segunda idéia era preparar numa churrasqueira. Pesquisamos algumas receitas e resolvemos prepará-lo num churrasco que fizemos aqui no nosso apartamento, pense numa loucura, o apartamento ficou 04 dias com cheiro de churrasco.  

Antes de entrar na receita, vale a pena registrar, que o palmito in natura não tem um prazo de validade longo. Portanto, resolvemos fazer no primeiro fim de semana disponível, criando mais uma oportunidade de nos encontrarmos com alguns de nossos amigos, tais como: Fernando, Gisela, Clemente, Guto, Reco, Márcio, Marta, Guila, Filipe, Elane, Berna, Tatty, Lule, Cat e Ceó. Fizemos uma grande farra. 

Vamos a receita. 

Ingredientes: 01 pedaço de palmito in natura, Alecrim, Azeite e sal a gosto.

Modo de fazer: prepara a churrasqueira com uma boa brasa. Embrulha o palmito no papel laminado e coloca na grelha por aproximadamente 02 horas, virando o palmito a cada 30 minutos. Depois desembrulha o palmito e deixa-o na grelha por mais uns 30 minutos, ou até que a casca comece a escurecer e a soltar do palmito. Neste momento, enfie a faca no fundo do palmito, se estiver mole, já está no ponto de tirar do fogo. Parta o palmito ao meio e corte em pedaços, coloque azeite, sal e o alecrim e está pronto para servir. 

Bom apetite, 

Bolo

Ps – colocarei as receitas das carnes que preparei para acompanhar o palmito num próximo post, pois, acabou de bater uma ressaquinha dos vinhos que tomamos ontem na casa de Miguel e Dida. As carnes foram contra-filé e pernil de porco.