Um dia desses, recebi amigos queridos para um almoço temático lá em casa, era débito de presente de Natal: um amigo secreto em que a pessoa tinha que escolher um filme para assistir com o presenteado. Como ainda era época de copa do mundo, dia do jogo de disputa do 3º lugar (Alemanha acabou ganhando da emcionante seleção Celeste), escolhi um filme sobre futebol para meu amigo rubro-negro, Adailton: o documentário gremista “Inacreditável – A Batalha dos Aflitos”. E, em homenagem ao nosso time, o Sport, montei um menu rubro-negro, com algumas pitadas em amarelo, cor já associada ao nosso glorioso, em razão da sua maior “torcida” organizada…
O almoço foi risoto de pato negro, acompanhado de tomatinhos fritos, duas receitas que já postei aqui, e, entre uma e outra entrada, fiz 2 antepastos, um com beringela, passas, cebola roxa, alho e cachaça e outro, amarelo, com pimentão amarelo, damasco, cebola branca.
Os dois ficaram bem gosotodos, foram aprovados, inclsuive pelo nosso futuro Chef Thiago Marinho. A cachaça paraibana que coloquei no de beringela deu um sabor bem legal, e, no amarelo, o pimentão e o damasco ficaram bem desmanchados.
Para ambos, refoguei a cebola cortada fininha, acrescentei alho, tudo no azeite bem quente; no ”preto”, coloquei a beringela em pedaços, muitos com casca, além de shoyo e um tanto de cachaça durante o cozimento, bem como as passas. Quando coloquei a cachaça dei uma flambada , pro alcool evaporar, deixando, todavia, o sabor. No de pimentão, não economizei nas tirinhas do amarelo e também no damasco seco picado. Neste amarelo, sem querer, a cebola, no refogado, deu uma leve queimada, ficou bronzeada cor cobre, e, no final, este acidente acabou somando sabor.
Foi isto, simples e gostoso.
Saudações rubro-negras
Sandra
PS. As torradinhas eram vermelhas, compradas no Empório Cozinha’Art, que fica em BV, na Padre Carapuceiro. Vendem de todas as cores, tanto torradas como barquinhas de massa filo…


