Arquivo da categoria ‘Entrada’

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Bruschetta

Agosto 18, 2009
Essa receita foi a entrada do jantar de Maria para Maria, já contado no post anterior.
A receita é a seguinte:jantarhighlander000
02 pães italianos
mozzarela de búfala
tomate cereja
agrião
alho
8 CS azeite
2 CS vinagre balsâmico
Cortar bolinhas de mozzarela de búfala em pedaços pequenos e tomates cereja ao meio e reservar numa tigela mergulhados na mistura de azeite e vinagre balsâmico.
Cortar dois pães italianos em fatias grossas, acrescentar 1 fio de azeite e alho concentrado (pouco). 
Colocar os pães no forno para assar até ficar crocante. 
Colocar sobre o pão, o queijo, o tomate e o agrião.
Essa receita é para seis pessoas.
Abraços,
Bolo
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ovos à elvirinha

Março 11, 2009

Tava mexendo nos arquivos de receitas no meu computador e acabei encontrando uma das receitas da finada confraria, que rolou nos idos de nem sei mais quando.

A receita é de Juli ou da família dela, algo assim, e fez o maior sucesso no jantar que ela e Guto fizeram, acho que até mais do que o jantar em si  (“quer purê???!!!”). (Sorte deles que Valentina não estava por lá!).

Eles serviram como entrada ou petisco, e foi bem inusitado! No mais, só não me perguntem quem é Elvirinha, pois não lembro de jeito nenhum!

Well, vamos, então, ao que interessa:

 

Ingredientes:


Ovos (conforme o nº. de pessoas)

Sal

Creme de Leite

Cebolinha picada

Molho de tomate

Queijo parmesão ralado



Modo de Preparar:

Unte bem, tigelinhas refratárias individuais, coloque em cada uma, um ovo, salpique sal e leve ao forno, quando a clara começar a querer endurecer, tire do forno e coloque por cima: creme de leite temperado com sal, cebolinha picada e molho de tomate. Salpique parmesão ralado e leve novamente ao forno para dourar.

Sirva imediatamente com torradinhas.

É isto!

Beijos

Sandra

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“VINAGRETE” DE FRUTOS DO MAR

Fevereiro 18, 2009

Amigos,

No fim de janeiro, a caminho de Galinhos (RN), estiveem Tibau do Sul e em Pipa, e nesta última, conheci um restaurante ótimo de um californiano que se estabeleceu na região.

Por lá, comi um vinagrete de frutos do mar delicioso, tão bom quanto o de polvo, de Lúcia, mas diferente. Levava polvo, lula e camarões, tinha um molho adocicado, cujos ingredientes acabaram sendo revelados pelo garçom, entre um grito e outro (coitado!),que  levava da provável e tresloucada esposa do californiano!

Lá, no  cardápio,  o prato, que é uma entrada, nem se chamava vinagrete, mas resolvi assim apelidá-lo.

Já aqui, resolvi fazer a receita, até para aproveitar um polvo que tinha em casa no congelador.  Decidi mudar algumas coisas: primeiro porque não sou muito fã de lula (salvo do Gama e do Da Silva!), e segundo,  porque fazia um tempo que queria também preparar ceviche, por causa de uma receita que saiu no jornal e que estava pregada na minha geladeira já há alguns meses. Resolvi misturar um pouco e deixar rolar…

Para começar, o polvo foi cozinhado como aprendi com Lúcia, de lá dos Carneiros: coloca o bicho numa panela, cobre com água, acrescenta uma ou duas cebolas cortadas ao meio, salpica sal, e cozinha por cerca de 40 minutos. Depois, corta em cubinhos e reserva.

Escolhi uns 10 camarões rosa de bom tamanho, temperei com sal e pimenta do reino e cozinhei no vapor, por poucos minutos.

Ao invés da lula, as tais que não gosto e que até já me renderam um certo constrangimento há uns anos atrás, coloquei camurim (2 postas pequenas) e atum (mais ou menos a mesma quantidade do camurim). Para estes, é que resolvi usar a técnica de cozimento do ceviche. Antes, Tati limpou e cortou em cubinhos pequenos e, na sequência, eles ficaram mergulhados no suco puro de limão taiti por uns 4 minutos.

Além do camarão, polvo e peixes, coloquei tomates (2 grandões), cebola roxa (duas), salsinha e coentro picados, como em qualquer vinagrete.

A diferença deste vinagrete é que vem agora, pois ele não leva vinagre (daí, talvez, o equívoco do apelido que escolhi, mas, enfim….), e sim suco de limão; usei suco puro de uns 6 limões sicilianos, que são menos ácidos. Além disto, a receita leva ainda 2 1/2 colheres de sopa de catchup, 3 colheres de sopa de açúcar mascavo (acabei colocando rapadura ralada, que é quase a mesma coisa), e também umas 6 pimentas de cheiro picadinhas, daquelas pequeninas, tipo malagueta (na receita original do restaurante, era  malagueta mesmo, mas usei as que tinha em casa,  da mini horta que Tiago fez no fim do ano).

Misturei tudo, acrescentei um tantão de azeite (que não sei se tinha na receita original), umas gotinhas de tabasco, estas por sugestão de jane, e levei à geladeira. 

Comeram puro e também com pão. Tava bom, bem bom, muito embora eu mal tenha provado, coitada…. pois fiquei doente. 

Sim, na próxima vez, vou lavar os cubinhos do polvo já cozido com água quente, que é para tirar totalmente uns pontinhos pretos que ficam grudados neles.

Beijos

Sandra

Ps.

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Voltando às lulas, realmente já tentei comê-las + de uma vez, mas não curto muito. Antes, odiava, e agora, até consigo engolir…. (aqueles anéis a milanesa são mais fáceis….por causa da milanesa!!!!!!!!). Na época em que ainda odiava, aconteceu um causo interessate: no começo de 97,  passei 3 meses na Argentina, num tipo de intercâmbio, e, certo dia,  o irmão do meu pai-anfitrião resolveu me ofecerer um almoço. Tava tudo agendado para um bom e farto churrasco argentino, num sábadão, mas, para meu azar, embora fosse pleno verão,  amanheceu chovendo muito, o céu cinza, cinza, de modo que transferiram o almoço do jardim para a sala e mudaram de churrasco para lula recheada…. O almoço era pra mim, mas mesmo assim comi só arroz com o molhinho da lula, e não consegui nem a pau (juvenal)  engolir as bichas, não deu mesmo!  Graças a Deus,  eram todos ótimos e acabamos o almoço fazendo piada do ocorrido…(e eu com uma fome de lascar!)!

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FESTIVAL DO ACARAJÉ!!!

Fevereiro 12, 2009

Minha gente, tinha visto uma vez num programa de tv uma insinuação de uma caixa q tinha um pó pra fazer a massa do acarajé, mas passou batido.

Qdo Tatty foi na Bahia pedi pra ela dar uma procurada por lá, ela de primeira me disse q  não existia isso. Mas insisti, como sempre impregnando.

E num foi q ela achou e ainda trouxe uma caixa com um pó de vatapá. Daí marcamos de fazer um dia o festival do acarajé aqui em casa.

Não botamos muita fé naquela novidade, achando inclusive q não ia dar certo mesmo. Mas fomos em frente e acrescentando alguns adicionais pra incrementar o bagúio.

E pra surpresa de todos ficou bom demais, até porque confio nos especialistas em acarajé q compareceram ao evento (Valentina, Jorge, Ricardo e Lucas Solano Trajano Du Peixe q degustou por tabela), além desse q escreve e da chef Tatty. Clarice, Daniela e Dona Adriana não comeram.

Além de seguir as recomendações da caixa (que inclui uma malhação de 15 minutos pra misturar a massa) fizemos o seguinte:

Compramos o óleo de dendê no mercado pra manter a origem. Fritamos nele além de acrescentar um pouco no vatapá.

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As primeiras bolinhas não ficaram lá essas coisas, mas depois agente pegou a manha.

Batemos no liquidificador, amendoim e castanha de cajú pro vatapá e eu ainda dei uma torrada nessa farofa de amendoim e castanha com algumas cabeças de camarão e bati de novo, essa mistura agente acrescentou na massa do acarajé.

Tatty cortou bem pequeno cebola e tomate, e agente comprou 1 Kg de camarão pequeno e fresco, q eu dei uma assada no forno com bastante alho, azeite, sal e Tatty antes de servir passou na frigideira com um pouco de dendê.

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Ah, Tatty ainda colocou uns camarões limpos no vatapá. Antes ela passou eles no azeite com Lemmon Pepper, reservando um pouco também pro recheio do acarajé.

Como acarajé é mote pra comer pimenta. Servimos com dois tipos de pimenta q tinha aqui em casa, todas bem fortes, uma mais roots, de bar, com a mistura cozida e batida, e outra de uma conserva q fiz, com louro, cachaça, azeite e um pau de canela. Todos acordaram q a pimenta roots tinha mais a ver com o acarajé.

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Ricardo ainda trouxe uma assadeira com vários tipos de linguiça, avestrus, frango, etc acompanhadas de um molho q ele fez e q ficou muito show! Merece um post aqui.

Bom, então foi isso, e pra quem for na Bahia ou achar poraqui compre q vale a pena, economiza o trampo de descascar o feijão branco e com uns ingredientes a mais fica profissa de verdade. E agente tá com o óleo de dendê a postos.

Abraços, Berna

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Cebola Recheada

Dezembro 9, 2008

cebola-recheada

Essa eu fiz ontem,

Peguei 4 cebolas médias pra grande, quanto maior mais recheio, descasca e coloca pra cozinhar durante 20 minutos, mais ou menos.

Enquanto isso piquei bem pequena, uma linguiça portuguesa.

Depois de cozidas, escorri, tirei o miolo delas e reservei numa assadeira untada. Muito cuidado pra num se queimar!

Piquei bem picado o miolo q tirei das cebolas e comecei a refogar com a linguiça e uma potoca de uma pasta de alho com bacon q comprei no supermercado, essa pasta num é lá essas coisas mas tô usando pra acabar logo…

Qdo começou a soltar a gordura e já dar uma queimadinha coloquei um tanto de vodka, deixei aglutinar e dar o brilho, e depois rapidamente coloquei duas colheres de sopa de requeijão, um pouco de creme de leite e um tanto de queijo ralado, esse processo pode ser rapidinho pois eu ia colocar pra gratinar ainda…

Com as cebolas já na assadeira, algumas tinham ficado sem fundo, daí, antes de colocar o recheio, salpiquei o queijo ralado no fundo delas, depois pilei o recheio dentro delas e salpiquei bastante queijo ralado antes de colocar pra gratinar durante uns 15 minutos ou até dourar por cima. Ficou uma delicia!

Num outro dia, qdo fiz essas cebolas, arrudiei a borda delas com um bacon em tiras firmando com um palito de dente, mas não encontramos o bacon pra repetir essa dose.

Mais tarde, depois de dois filmes no dvd e acompanhado de uma Coca bem gelada, Tatty pegou o resto do recheio, colocou por cima dumas fatias de pão italiano com alho e salpicou queijo ralado, ficou no forno por uns 15 min, e depois saiu crocante e acompanhada de uma mostarda Dijon da boa, essa aí ficou profissa, minha gente!

bruschetta

abraços pra todo mundo!

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Tati, a minha receita é PATÉ DE FÍGADO DE AVES

Dezembro 3, 2008

A minha única receita, aliás uma adaptação do Mestre Charlô, é o PATÉ DE FÍGADO DE AVES. As “aves”, por sinal, são somente galinhas. É bem simples e sensacional. Faz sempre sucesso. Aí vai:

PATÊ DE FÍGADO DE AVES

 

INGREDIENTES

1/2 fígado de galinha; (meio quilo, não?)

300 g de margarina (não serve manteiga e não sei o porquê);

1 xícara de creme de leite fresco;

2 colheres de chá de sal;

Pimenta do reino moída na hora;

1 colher de chá de noz moscada ralada;

4 colheres de farinha de trigo;

4 ovos;

4 colheres sopa de conhaque Remmy Martin, de preferência (ou Napoleon).

MODO DE PREPARO

Bater o fígado bem limpo no liquidificador;

Peneirar e bater novamente com todos os outros ingredientes;

Por último o creme de leite;

Assar em forma de bolo inglês (de preferência de ferro com tampa), untada;

Cobrir com papel de alumínio em banho-maria no forno por mais ou menos 1 hora;

A 100º graus

Esperar esfriar

IMPORTANTE:

Faca o teste do palito para verificar o ponto;

Deve sair úmido, mais sem a massa grudada nele;

Dura aproximadamente 3 meses na geladeira. Nunca congelar.

Servir com fatias de pão, ou acompanhamento de saladas, ou puro, como entrada.

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A TERRINE DE CANARD

Dezembro 3, 2008

Marc e Maninha haviam preparado com a maior dedicação uma fantástica “terrine de canard”, com a qual nos presenteou no Natal. Orgulhosa do seu presente, Ael aguardou a visita de Denish e Carmélica, para saborear a iguaria com vinhos da melhor qualidade.

 

O evento foi anunciado aos quatro ventos, mas os disputados convites foram restritos ao número máximo de lugares à mesa. Não adiantaram as reclamações, pois Ael posicionou-se firme e determinada.

 

Na noite esperada, a casa foi cuidadosamente arrumada por Fatime, antiga cozinheira que tanto nos ajudou no início do casamento, mas que agora somente era chamada para os eventos mais significativos, como aquele em que seria servida a famosa “terrine”.

 

Os poucos convidados chegaram antes da hora marcada. Posta a mesa, foram servidos os vinhos que acompanhariam a iguaria. Com pompa e circunstância, Ael ausentou-se da sala, pronta para servir o esperado manjar.  Um grito ensurdecedor vindo da cozinha estarreceu os presentes. Era Ael que anunciava o seqüestro do seu prato. Todos falavam ao mesmo tempo e ninguém entendia nada.

 

Entre assustada e constrangida, Fatime confessou que fizera uma faxina na geladeira, dali expurgando um asqueroso e mofado recipiente. Era a nossa “terrine”. A prova do crime ainda se encontrava na lixeirinha do balcão.

 

Devidamente recolhida e examinada, concordaram todos os presentes que a iguaria deveria ser saboreada, em segredo, é claro, o que de fato aconteceu entre suspiros de prazer.

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ROLAS

Novembro 27, 2008

cabraEsta receita quem me passou já foi Tati e sei que quem passou para ela foi uma amiga nossa em comum, Leopoldina. Desde que aprendi, já fiz várias vezes, tanto a original, como outras versões, com recheios e coberturas diferentes e, ainda, como nesta última vez, com quase todos os ingredientes diferentes!Basicamente, trata-se de uma pastinha, um patë, só que com uma apresentação diferente e, ao menos o da receita original de Leopoldina, mais leve! Sempre faz a maior fita, além do mais importante que é ser uma delícia.

A receita supostamente tida como a original de Léa, originalidade esta que só pode ser confirmada pela própria,  leva, na base, quejos cottage, ricota e cream cheese misturados. Eu não sei se há uma orientação de medidas exatas de cada um destes e só sei que eu vou meio que de olho e no tato, misturando até chegar numa consistência mais ou menos homogênea e cremosa, sem ser muitoooo pastosa, molenga. Recaptulando, amasso a ricota com um garfo, acrescento o cotagge e cream cheese e misturo (um processador facilitará), temperando, normalmente, com sal, pimenta moida na hora e um tantinho de azeite. 

Paralelamente a isto e até antes mesmo, já preparo os ingredientes do recheio e da cobertura e os deixo prontos para colocar na mistura dos queijos. Na receita original, o recheio é de damasco picado e a cobertura da é um mix de pimentas rosa, branca, preta e verde, ou só algumas destas.

Daí, com a mistura de queijos já pronta e o misanplace do recheio e cobertura ao lado, abro um papel filme numa base lisa, como a de um balcão, e coloco um tanto do queijo, num formato de uma rola média (daí o nome!), acresento o  damasco picado, cubro com o tantinho mais do queijo e salpico as pimentas por cima. Na verdade, até antes mesmo de colocar o queijo inicial no papel filme, ponho antes, no filme plástico, um pouco das pimentas, fazendo uma reta, e, depois, a primeira parte do queijo já por cima destas primeiras pimentas salpicadas. Por fim, depois das 2 porções de queijo e do recheio e da salpicada final e generosa das pimentas, enrolo o filme, fechando bem a rolinha, enrolando as pontas do filme como se faz com o embrulho de um bombom.

Feito isto, coloco na geladeira para endurecer um pouco, o que leva umas 2hs, retirando na hora de servir, que pode ser até no dia seguinte apenas, sem esquecer de desempacotar a rola do filme plástico antes de levá-la à mesa (normalmente, a do centro!).

Deu para entender?!

Uma segunda versão de recheio que já fiz, ainda usando a base básica dos queijos, foi com salaminho picado, ao invés do damasco. Neste caso, coloquei menos pimenta na cobertura, já que o salame já tem naturalmente um leve ardor. Noutra vez, o recheio era de pedaços de queijo gorgonzola…

Recentemente, mais precisamente no último sábado, rolou um jantar aqui em casa com alguns dos comensais-blogueiros do site, e, nas entradinhas, fiz uma novíssima versão da rola! Rola nova! O jantar foi ótimo e eu, com o passar dos dias, pretendo postar também as receitas do prato pricipal e da sobremesa.

Estávamos eu, tiago, berna, tatty, tati, paulinha, ceo e paula, esta última, saliente-se, na qualidade de acompanhante de ceo, já que nunca deu as caras, até onde eu saiba, aqui no blog! :) :)

(Como helena não vinha) Eu lembrei de uma pasta de quejo de cabra com uvas que eu havia visto uma vez, e resolvi fazer as rolas com cream cheese e queijo de cabra (ao invés de ricota e cottage). No liquidificador, misturei um pedaço de mais ou menos 150g de queijo de cabra (cujo tipo eu não lembro mas era o único que encontrei para vender no mercado) com 2 colheres bem cheias de cream cheese, além de azeite, sal e pimenta do reino, e ainda acrescentei um tantinho de leite ao final, porque tava duro e difícil demais de largar do fundo do liquidificador ( e eu não tenho um processador… :(   )

Na seqüência, coloquei a mistura dos queijos no papel filme, acrescentei o recheio de uvas – partidas ao meio e sem sementes – e salpiquei parte da cobertura, que, nesta nova versão, era de pistache + cebolinho e salsinha (pouca) picados em pedacinhos mínimos. Sim, reservei uma boa parte da mistura da cobertura para o final. Depois de horas na geladeira e antes da galera chegar, desenrolei as rolas, salpiquei o restante da cobertura por cima e servi junto com umas torradinhas de pão italiano. Deram 3, e, primeiro, eu servi duas (as da foto), mas deixei uma outra especialmente para Berna, que só chegou um pouco depois, vindo de outros lugares, como ele falou no post anterior!

Esta nova versão ficou uma delícia… Como eu adoro queijo de cabra, acho até que superou a original. Só que como é mais forte, penso eu que deve enjoar mais rápido, diferentemente da original com ricota e cottage.

Mas já tô pensando no bis desta versão com queijo de cabra e também em acrescentar uvas-passas no recheio ou, ainda, ao invés das uvas verdes, uvas pretas (igualmente sem sementes), que acho podem ficar ainda mais bonitas para os olhos e igualmente ótimas para o paladar!

Como dá pra perceber, as rolas são super versáteis… (volúveis e voláteis, como diz uma amigona minha do peito). Dá pra soltar a imaginação!

Beijos

Sandra

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É um fungo. Mas abre o apetite se chamar de cogumelo shimeji

Junho 10, 2008

Sexta feira chamei uns amigos lá pra casa. Os que não estavam viajando, os que não tinham medo de chuva, os que não etão grávidos (as) e os que não iam trabalhar no sábado foram.

Acepipes, tira-gÓstos (assim mesmo como diz o prefeito) à parte, resolvi arriscar o tal fungo comestível mais conhecido por shimeji. E mais conhecido ainda como irmão menor do Shitake.

Quando a conversa (invariavelmente isso acontece lá em casa) migrou para o loteamento das minhas poucas e nem tão valiosas obras de arte, resolvi ir para a cozinha. Peguei os fungos, torei os tronquinhos que vão dar nas hastes, lavei bem lavadinho, dourei cebolas em cubinhos no extra virgem. Depois, fiz uma redução de aceto balsâmico (150 ml do vinagre metido a besta, 3 colheres de chá de mel de verdade). Para reduzir mesmo tem que diminuir a um terço e provar. Coloquei o shimeji na frigideira e depois que perdeu aquela textura de chiclete mastigado misturei tudo e servi.

Os amigos disseram que tava bom. Talvez tenha sido o pão que acompanhava. Talvez tenha sido a boa educação de todos. Talvez, se você tiver coragem, vai descobrir o que foi.

Me conta, tá.

Bom apetite,

Fernando Lima (inaugurando seu espaço no Nacozinha)

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Mousse de Salmão

Maio 23, 2008

 

Vou postar essa receita antes que eu a perca de novo. É da Revista Gula mas experimentei pela primeira vez executada por meu primo Hélio Carlos Meira de Sá, o primeiro candango de verdade que conheci! A receita que se segue já está meio adaptada por mim, no que toca aos temperos, porque por aqui não tem os originais.

 

Para a mousse:

 

Um quilo de salmão, sem couro, nem espinha.

Uma cebola média, picada grosseiramente. Ervas de provance.

Ervas de provance são tomilho, alecrim e segurella, segundo o meu Pequeno Dicionário da Gula, de Márcia Algranti. Editora Record. Rio de Janeiro, 2000, página 491.

Aqui em Recife isso não existe. Não estamos na provance e o pessoal da redondeza não se liga no tomilho, que dirá na segurella.

Eu uso manjericão, alecrim, salsa, cebolinha, manjerona (bem pouquinho porque o gosto é muito forte) e o que mais nesse estilo tiver pra vender, desde que seja fresco.

Sal e pimenta do reino a gosto.

Um copo de vinho branco, seco.

Um pouco de azeite

Um copo, ou menos, de creme de leite fresco.

Um pacote de gelatina sem sabor.

200 a 300 gramas de salmão defumado.

Você vai precisar de uma forma grande pra essa quantidade de salmão.

 

Para o molho:

 

Uma colher de sopa de alcaparras;

um copo de creme de leite fresco, ou menos;

suco de um limão;

azeite, um pouco.

 

Refogue a cebola no azeite. Deixe ela ficar meio transparente.

Acrescente o salmão, as ervas, o sal e a pimenta.

Logo depois, o vinho branco. Deixa dar uma fervida pra liberar o álcool do vinho e, antes que o salmão cozinhe, quando ele estiver mudando de cor, ainda bem mal passado, desligue o fogo.

Tire o excesso de ervas, os galhos principalmente, e passe tudo no liquidificador, com apenas o suficiente de creme de leite para permitir o processamento de tudo.

Acrescente a gelatina dissolvida conforme manda as instruções do pacotinho, bata mais um pouco.

Forre uma forma de bolo, de preferência daquelas que tem um buraco no meio, com os salmões defumados. Tem que forrar bem, com salmão defumado em todas as paredes da forma.

Despeje o salmão batido na forma, cubra com um papel filme ou laminado e coloque na geladeira por algumas horas. Eu prefiro deixar de um dia pro outro.

No dia de servir, coloque os ingredientes do molho no liquidificador e bata.

Desenforme o salmão, preencha o meio da mousse (se você usou a forma com o buraco) e regue os seus lados com o molho e pronto. É só servir com um pãozinho ou uma bolachinha.

Como é uma gelatina, o ideal é fazer mais de uma forminha média, ao invés de uma grande, pra não derreter tudo de uma vez quando for servir.

Até a próxima!

Tati