Arquivo da categoria ‘Dicas’

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Grão-Vizir Especiarias

Outubro 23, 2009

Pessoal,

Segue uma dica para quem gosta de especiarias.

Visitem o site da Grão-Vizir Especiarias e se deliciem com os temperos e as possibilidades de sabores oferecidos.

Grão Vizir

Beijos e abraços,

Tiago

http://www.graovizirespeciarias.com.br/

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A-D-O-R-E-I

Agosto 3, 2009

:)
Roubei de katsuki.iw-cubomagico

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dica de katsuki

Abril 15, 2009

Gostei desta dica do blog do Katsuki, o http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br/ , e resolvi copiá-la aqui:

Melhore suas fotos de comida

dicas-fotos-09

O portal Saber do Sabor dá algumas dicas básicas para quem quer melhorar suas fotos de comida. Ótimo serviço para os blogueiros de gastronomia!

Entrem em http://www.saberdosabor.com.br/fotografia4_curso1.html

Beijos
Sandra

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Sucaria

Março 24, 2009

Galera,
Esta é uma dica massa, principalmente para os que moram pelas bandas de cá da zona norte, mas também para todos de todas as zonas e vizinhanças.
É a sucaria Veneta, na Galeria Jaqueira Park Center, que fica ali na esquina com a Rua do Futuro. Os sucos, como diz meu amigo Berna, são irados, e o ambiente é legal, ao ar livre, projeto by Aparício, mais conhecido como Alexandre, o Bahia.
Lá, tem também saladas e sandubas, tudo por um preço justo. Funciona até 22h, e, ontem, depois da jaqueira, eu e Daniela paramos por lá. Eu fui de uva com água de coco e ela, morango com hortelã.
Em breve, vai ter café também, segundo nos falou Borba, o dono.
Beijos
Sandra

 

ps. No DP, saiu esta notinha:

Gastrô // Veneta Sucaria aposta na qualidade

Aberta há menos de um mês, a casa apresenta um cardápio saudável, com uma boa variedade de sanduíches leves, saladas incrementadas, açaí na tigela e guaraná da Amazônia


A Veneta Sucaria, recém-inaugurada na Galeria Jaqueira Park Center, na Jaqueira (ao lado do Parque da Jaqueira e em frente ao Park Jato), capricha na qualidade dos produtos oferecidos, num ambiente bem cuidado. Aberta há menos de um mês, a lanchonete se preocupa em oferecer alternativas saudáveis de alimentação, como sucos, sanduíches especiais e frios, saladas incrementadas, açaí, guaraná da Amazônia, entre outros.

Os sucos, naturais e batidos na hora, são deliciosos, e divididos em categorias como Combinados e Terapêuticos. Nesta última, estão opções como o TPM, feito com mamão, maçã e gengibre, que traz propriedades calmantes. Custam R$ 3,80, cada. Outro diferencial são os Smoothies (R$ 7,50), preparados com três tipos de frutas batidas com iogurte natural e sorvete, acompanhados de bola de sorvete e calda de mel. O Smoothie Infantil ainda leva chocolate granulado e jujubas.

Entre os sanduíches, uma das pedidas é o Tom Zé (R$ 7), que leva peito de peru, ricota, alface, tomate e pimentão vermelho, recheando fatias de pão integral. Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 7h às 22h.

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Conversa Saborosa…

Novembro 21, 2008

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Pra dar uma agitada no blog, vi isso hoje e achei interessante, e pra quem se interessar e der uma instigada, pode comentar com o q já comeu ou com o q queria comer ou com os dois, vê aí (de quebra uma ilustra do Frases Ilustradas, blog primo):

Os 100 pratos para provar uma vez na vida

O blog inglês Very Good Taste lançou na rede uma lista de 100 comidas que todas pessoas deveriam provar ao menos uma vez na vida. A proposta é de que leitores coloquem em seus blogs a lista indicada, colocando em negrito o que já comeram e marcando o que não pretende experimentar nunca.

A lista é em inglês, mas o blog Rosmarinoeprezzemolo.com fez uma tradução livre que facilita a vida de quem não entende inglês.

 

1. Venison (qualquer carne de caça)

2. Nettle tea (chá de urtiga)

3. Huevos rancheros (ovos rancheiros, típico café da manhã mexicano)

4. Steak tartar (carne de vaca crua picadinha servida com condimentos)

5. Crocodile (carne de crocodilo ou jacaré

6. Black pudding (salsicha de sangue, preta, semelhante ao chorizo argentino

7. Cheese fondue (fondue de queijo)

8. Carp (carpa)

9. Borscht (sopa de beterraba típica polonesa)

10. Baba ghanoush (pasta de berinjela típica árabe)

11. Calamari (lulas)

12. Pho (sopa de macarrão de arroz, carnes e vegetais bem condimentada, típica vietnamita)

13. PB&J sandwich (sanduíche de pão de forma com manteiga de amendoim e geléia, típico americano)

14. Aloo gobi (mix de batata e couve-flor, bem condimentado, típico indiano)

15. Hot dog from a street cart (cachorro-quente do carrinho da rua)

16. Epoisses (queijo francês de sabor forte, temperado com brandy, de cor alaranjada)

17. Black truffle (trufas negras)

18. Fruit wine made from something other than grapes (vinho feito com outra fruta que não uva)

19. Steamed pork buns (pastel chinês feito bolinho redondo, recheado de carne de porco e cozido no vapor)

20. Pistachio ice cream (sorvete de pistache)

21. Heirloom tomatoes (algo como ‘tomates selvagens’, não cultivados pelo homem, mas que crescem na natureza)

22. Fresh wild berries (frutas vermelhas ‘do bosque’, não cultivadas, como amoras, framboesas, etc.)

23. Foie gras (fígado gordo de ganso ou pato)

24. Rice and beans (arroz e feijão!!!)

25. Brawn or head cheese (gelatina feita da cabeça e outras partes do porco)

26. Raw Scotch Bonnet pepper (tipo de pimenta vermelha bem ardida)

27. Dulce de leche (doce de leite)

28. Oysters (ostras)

29. Baklava (doce árabe feito de massa folhada, mel e pistaches)

30. Bagna cauda (típico italiano, molho quente feito de manteiga, anchovas e alho, para mergulhar vegetais, como um fondue)

31. Wasabi peas (aperitivo de ervilhas passadas em um mix de wasabi e outros temperos)

32. Clam chowder in a sourdough bowl (sopa cremosa de frutos do mar servida em um pão ‘tipo’ italiano)

33. Salted lassi (típica indiana, bebida gelada feita de iogurte diluído em água com temperos)

34. Sauerkraut (repolho azedo, típico alemão

35. Root beer float (drinque gelado de cerveja ‘preta’ com sorvete

36. Cognac with a fat cigar (conhaque acompanhado de um charuto)

37. Clotted cream tea (chá acompanhado de bolinhos com creme e geléia)

38. Vodka jelly/Jell-O (geleinhas de vodka, como fazemos com pinga)

39. Gumbo (cozido de carne e vegetais condimentado típico do sul dos EUA)

40. Oxtail (rabada)

41. Curried goat (cozido de carne de bode com curry típico caribenho)

42. Whole insects (insetos)

43. Phaal (pode ser o cozido indiano com curry mais apimentado que existe)

44. Goat’s milk (leite de cabra)

45. Malt whisky from a bottle worth £60/$120 or more (uísque de uma garrafa que tenha custado pelo menos 120 dólares)

46. Fugu (o mais raro e caro sashimi, de peixe baiacu, que por ser venenoso é de difícil preparo e pode levar à morte)

47.Chicken tikka masala (típico indiano, frango com especiarias e iogurte, assado no forno tandoor)

48. Eel (enguias)

49. Krispy Kreme original glazed doughnut (donut com açucar ‘espelhado’ por cima da marca Krispy Kreme)

50. Sea urchin (ouriço-do-mar)

51. Prickly pear (tipo de cacto)

52. Umeboshi (ameixa em conserva muito salgada, típica da dieta macrobiótica)

53. Abalone (tipo de molusco considerado uma iguaria)

54. Paneer (tipo de queijo muito usado na cozinha indiana)

55. McDonald’s Big Mac Meal (escolha o número: Big Mac + fritas + refri)

56. Spaetzle (macarrão com ovos típico alemão)

57. Dirty gin martini (drinque feito com gin e vermute, com azeitonas e com um pouco do ’suco’ da azeitona para ’sujar’)

58. Beer above 8% ABV (cerveja com mais de 8% de álcool na sua composição)

59. Poutine (prato típico canadense, batatas-fritas com molho de carne e queijo por cima)

60. Carob chips (‘gotas’ de alfarroba, uma vagem com gosto semelhante ao chocolate)

61. S’mores (guloseima para comer na beira da fogueira, típica dos EUA e Canadá, marshmellow assado e chocolate ‘ensanduichado’ por duas bolachas)

62. Sweetbreads (glândula timo, que na Argentina se chama molleja e faz parte da parrillada)

63. Kaolin (Caulim é um minério… diz o autor que está na lista para “testar os limites dos onívoros”…ele diz que caulim é comestível e nutritivo, e que tem um sabor e uma textura únicos… “Não comemos sal?”)

64. Currywurst (prato alemão com linguiça de porco e curry)

65. Durian (fruta da Malásia, considerada a fruta mais fedida do mundo, dizem que há uma lei na Tailândia que proíbe comê-la em público)

66. Frogs’ legs (pernas de rã)

67. Beignets, churros, elephant ears or funnel cake (churros ou os nossos ’sonhos’)

68. Haggis (tradicional escocês, é uma salsicha de tripa recheada com miúdos e temperos)

69. Fried plantain (banana-da-terra frita)

70. Chitterlings or andouillette (prato feito com os intestinos do porco)

71. Gazpacho (sopa fria espanhola de tomates e outros temperos)

72. Caviar and blini (‘panquequinhas’ com caviar)

73. Louche absinthe (absinto ‘turvado’ com água e açúcar)

74. Gjetost or brunost (queijo marrom típico norueguês)

75. Roadkill (animais atropelados, pode acreditar!)

76. Baijiu (licor destilado chinês)

77. Hostess Fruit Pie (torta de frutas industrializada, marca Hostess)

78. Snail (caramujos, ou escargots)

79. Lapsang souchong (chá preto chinês da região de Wuyi)

80. Bellini (drinque feito com Prosecco e suco fresco de pêssego)

81. Tom yum (um dos mais famosos pratos tailandeses, sopa com frutos-do-mar, cogumelos e ervas)

82. Eggs Benedict (sanduichinho de meio muffin inglês, que é salgado, com bacon, ovo poché e molho holandês)

83. Pocky (biscoito japonês industrializado, da marca Pocky, nada mais que um palito de biscoito mergulhado pela metade em chocolate)

84. Tasting menu at a three-Michelin-star restaurant (menu-degustação em um restaurante 3 estrelas do Michelin)

85. Kobe beef (bife tirado da carne do gado Wagyu, famoso por ser bem marmorizado)

86. Hare (carne de coelho ou lebre)

87. Goulash (cozido típico húngaro, feito de carne, vegetais e páprica)V

88. Flowers (flores comestíveis)

89. Horse (carne de cavalo)

90. Criollo chocolate (chocolate gourmet feito com grão de cacau criollo, ‘Rolls Royce’ das sementes de cacau)

91. Spam (carne pré-cozida enlatada)

92. Soft shell crab (caranguejos cozidos)

93. Rose harissa (pasta tipo ’sardella’, em lata, feita de pimentas chilli, tomates e condimentos. A Rose Harissa é uma variedade cara que inclui pétalas de rosas)

94. Catfish (bagre)

95. Mole poblano (molho popular da cozinha mexicana feito com pimentas secas, sementes e especiarias)

96. Bagel and lox (bagel com salmão defumado)

97. Lobster Thermidor (prato típico francês, lagosta gratinada com um molho cremoso)

98. Polenta

99. Jamaican Blue Mountain coffee (um dos mais caros cafés gourmets do mundo, produzido na Jamaica, são a base do licor Tia Maria)

100. Snake (carne de cobra)

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SITE

Novembro 11, 2008

Oi,

Na lista de blogs e sites, acrescentei o excelente site da revista Prazeres da Mesa!

Beijos

Sandra

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ARROZ JAPONÊS

Novembro 5, 2008

Faz tempo que Sandra me pede esta receita, que é super fácil e simples. Eu como sempre, adoro! E ela também!

Você lava bem o arroz japonês antes de cozinhá-lo, para cada porçao de arroz, coloca 1 1/2 de água. Primeiro deixa em fogo alto com a panela descoberta, quando a água começar a ferver, baixa o fogo e deixa a panela semi-tampada. Depois, quando secar quase toda a água, conferir se está cozido e, se não estiver, coloca um pouco mais de água.

Quando estiver cozido, desliga o fogo e tampa a panela por um minutinho.

O toque especial é agora: servir com furikaki (tempero em pó que se coloca em cima do arroz), ou com gengibre em conserva, com ovo mexido…..

Beijos

Janaína

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Sobre Ragu, li o seguinte

Novembro 4, 2008
na Revista Gula, lá na casa da minha mãe:
Nas primeiras cenas do filme Sábado, Domingo e Segunda, da diretora italiana Lina Wertmüller, lançado em 1990, a personagem Rosa Priore, uma dona de casa vivida pela atriz Sophia Loren, envolve-se em confusão no açougue. Discute com outras donas de casa sobre a melhor maneira de fazer o ragù, um dos molhos antológicos da massa, e as divergências acaloradas terminam em pancadaria. Como a fita se passa em Nápoles, a cena envolve a famosa receita local. Era sábado, e Rosa (Sophia) foi comprar os ingredientes para começar a fazer o ragù naquele dia e servi-lo no almoço familiar do domingo. A refeição, porém, é interrompida por novo incidente. Seu marido, o comerciante de tecidos Peppino Priore, protagonizado pelo ator Luca de Filippo, acusa-a diante de todos de traí-lo. Não existia motivo concreto para isso, mas o ciúme o tira do sério, fazendo-o esbravejar e ameaçar. Ofendida na honra e na alma, Rosa desmaia, o marido se arrepende da agressão, porém se sente incompreendido. Na segunda-feira, já com a cabeça fria, os Priore refletem sobre o episódio e concluem que, paradoxalmente, o motivo da briga havia sido o amor ainda vivo entre o casal.

A Grande Enciclopedia Illustrata della Gastronomia (Selezione dal Reader’s Digest, Milão, 2000) informa que a palavra italiana ragù deriva da francesa ragoût e designa “preparações diversas entre si, mas apresentando em comum o uso da carne cozida em molho destinado a temperar a massa”. A receita napolitana, que para muitos é a melhor, requer elaboração demorada. Harmoniza horas a fio cortes das carnes bovina e suína com vinho tinto, óleo de oliva, cebola, extrato e purê de tomate, manjericão e segredos domésticos de cozinha. Sua preparação faz um perfume delicioso atravessar as janelas e inebriar quem transita nas calçadas de Nápoles nas manhãs de domingo. Segundo o escritor e jornalista napolitano Guiseppe Marotta, autor do livro L’oro di Napoli, de 1947, filmado por Vittorio de Sica em 1954, o suave vapor vindo “das panelas de terracota que alouram a cebola (…) fazem o recém-colhido raminho de manjericão emanar suas nobres essências”. O resultado é espetacular, para dizer o mínimo.

A mesma enciclopédia italiana diz que existem fundamentalmente dois tipos de ragù. Um é o “napoletano”, que grafamos napolitano em português. Resulta do cozimento de carne com tomate e ingredientes coadjuvantes. No final, vai geralmente sobre rigatoni ou fusilli. A carne, servida junto, vira “braciole al ragù”. O outro se chama “emiliano” ou “bolognese”. Leva carne moída, picada ou desfiada, misturada com o tomate. Combina com fettuccine ou pappardelle. Em outras regiões, com variações na receita, converte-se em “ragù sardo”, “barese” etc. Como o “napoletano” e “bolognese” incorporam tomate, ambos devem ter surgido no século XVIII, época em que o precioso fruto americano começou a se popularizar na Itália. Por extensão, agora também se fala em ragù “di seppie” (lulas), “di gamberi” (camarões) ou de vôngole. Harmonizam-se divinamente com gnocchi de batata, por exemplo. Entretanto, para a enciclopédia italiana, “são definições de fantasia”. O fato é que tais variações pegaram. A família do ragù cresceu e se multiplicou. Na França, onde existe desde o século XVII, continua a ser uma preparação à base de pedaços de carne, ave, caça, peixe ou legume, cozidos em líquido, servidos com uma guarnição aromática e também empregada no recheio do vol-au-vent, pastel e empada. Nem é preciso dizer: é igualmente maravilhosa.

No link http://www.gula.com.br/revista/192/textos/3085 , está o restante da matéria, com as respectivas receitas.

Beijos

Sandra

 

 

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Picanha e Maminha no forno com molho de Sardinhas Anchovadas

Abril 22, 2008

Bom, como sempre não anotei os tempos e quantidades, mas acho q no final das contas esse blog é pra isso mesmo, dar o mote e, na sequencia, as novas tentativas das receitas vão aprimorando o preparo.

Tinha uma peça de picanha aqui em casa pra fazer pra Melissa (hospede americana, amiga de Suzana, irmã de Tatty q mora no Oregon-EUA). Ela odeia qualquer coisa do mar e adora carnes. Ainda não apresentamos mas, antes dela ir embora, agente vai levar ela pra comer um Bode Guizado tradicional de nossa terra, de preferencia acompanhado de cuzcuz ou macaxeira..

Nesse feriado 21 de abril, veio uma rapasiada maior aqui pra casa e daí agente comprou mais uma peça de Maminha. Q em alguns preparos no forno poraqui, anda ficando mais suculenta e saborosa q a picanha. Cortei ambas as peças em dois e coloquei os 4 pedaços numa salmoura com, uns 4 dentes de alho picados grosseiramente, umas 8 mini cebolas cortadas em 4, pitadas de cuminho e cobri com vinho. Nesses meus últimos testes tenho colocado o cuminho pois pra mim ele tem amenizado o sabor do vinho no molho. Não gosto qdo o molho fica com aquele gosto de vinho, mas também acho q cuminho demais numa carne de forno é desnecessário. Cuminho de mais somente naquele bode guizado clássico.

Após algumas horas e qdo a picanha descongelou totalmente, esquentei bastante uma frigideira e comecei a selar a carne. Coloquei os pedaços aos poucos pra num juntar água e pra formar aquela graxinha no fundo da frigideira. Demorou pois selei quase todos os lados, bem selado, quase ficando preto de queimado. E sempre começo a selar com a parte da gordura depois os outros lados.

Ah, ia me esquecendo, um dos pontos primordiais: das outras vezes q fiz desse jeito, já colocava o sal na salmoura, e como utilizava a salmoura pra soltar a graxinha da frigidira até reduzir o caldo, o molho sempre ficou bastante salgado. Dessa vez tirei a carne da salmoura e passei bem pouco sal grosso em todo o pedaço e sempre eliminando o excesso, pra depois selar.

Bom, durante o selamento coloca o forno pra aquecer em +ou- 205 graus. Depois de selada, coloca a carne numa assadeira, sempre com a gordura pra cima e manda pro forno. Como selei bastante e cortei as peças em dois pedaços cada, o tempo de forno ficou em torno de 30 min. A carne ficou com um visual show. Depois de alguns tempos, agente tem adquirido o costume de sempre desligar o forno um tempo antes de servir a carne, deixar o cozimento interno da carne dar uma baixada e servir em seguida, acho q uns 5 a 10 min antes. Desse jeito o sangue em vez de evaporar fica mais e qdo vc corta tem logo auela visão do paraiso.

Enquanto a carne tá no forno, coloquei a salmoura na frigideira e com uma colher de pau raspei a graxa do fundo, mantive o forno alto até ferver, depois baixei o fogo e esperei o caldo reduzir, mais ou menos na metade do processo de redução coloquei as sardinhas anchovadas pra derreter no caldo, foi metade do copinho.

Isso acompanhado de uma massa bem fina aldente, fica um show. Coloca o molho em cima e pronto.

Tatty ainda fez um purê de batatas e arroz pro acompanhamento. E depois agente comeu um bolo de chocolate q ela tinha feito junto com um mousse de limão q Tati e Paulinha trouxeram.

Junto com o Pudim de Salmão q Tati fez de entrada, esse Bolo (q Tatty bota uns chocolates Talento no preparo) e o Mousse de Limão merecem um espaço reservado aqui no naCozinha.

Antes de me despedir e emtempo, um pouco dessas sardinhas anchovadas amassadas grosseiramente com um bom azeite e acompanhadas com um pão portugues pra melar, é um tiragosto pra acompanhar qualquer tipo de birita.

Valeu, abração, Berna

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Azeite de Oliva Temperado: Três receitas

Março 19, 2008

Eu e Sandra resolvemos iniciar uma coleção de azeites. Juntamos os que a gente já tinha, compramos e ganhamos (de Tati e Fernando) outros e aumentamos a nossa coleção. Já temos azeites de diversas nacionalidades, tais como: espanhola, portuguesa, grega, chilena e italiana.

Sandra leu numa revista uma receita de azeite temperado com castanha do pará e salsinha, e resolvemos incrementar nossa coleção, temperando e criando novos azeites. Logo em seguida , comprei cinco garrafas de azeite “Hacienda”, que é ótimo e estava na promoção, daí, começamos a fazer nossas experiências.

Antes das receitas vejam os cuidados que devem ser tomados na preparação e conservação do azeite.

Preparando o recipiente

Antes de temperar o azeite é preciso é preciso certificar-se que o recipiente esteja bem higienizado e bem seco, só assim garante-se a qualidade do azeite temperado. Veja como fazer:

  1. Escolha uma garrafa de vidro com capacidade para acondicionar o azeite temperado.
  2. Coloque em uma panela grande 3 litros de água e ao ferver arrume o recipiente de vidro e deixe ferver por mais 2 minutos.
  3. Em seguida, retire-a e com a ajuda de um pinça (de cozinha) vire o vidro de modo que fique com a abertura para baixo e deixe por mais 2 minutos.
  4. Por último retire os vidro com a pinça e coloque sobre um pano bem limpo e deixe escorrer por 10 minutos com a superfície virada baixo. Só use o vidro quando estiver bem seco.
  5. Enquanto isso ferva as tampas dos recipientes por 5 minutos.

Como guardar o azeite temperado

O azeite de oliva temperado é menos estável, quando se compara com o mesmo produto natural. O ideal e guardá-los na geladeira por até um mês, mantendo os recipientes sempre fechados.

A primeira receita é com castanha do pará e salsinha. Modo de fazer: Corte a castanha em lasquinhas, pique a salsinha e misture tudo. Coloque a mistura na garrafa até preencher 1/3 e complete com azeite. Espere 3 dias para apurar e consuma a vontade.

A segunda receita foi feita com 2 pimentas dedo de moça, 3 dentes de alho, folhas de manjericão e um raminho de hortelã. Modo de fazer: Descasque o alho e amasse levemente,  pique as folhas de manjericão e coloque na garrafa. Faça um corte vertical para abiri as pimentas e coloque-as na garrafa. Preencha a garrafa com o azeite. E por último, coloque o raminho inteiro de hortelã para ornamentar a garrafinha junto com os outros ingredientes.

Os azeites dessas duas receitas já estão sendo degustados aqui em casa. A terceira receita é uma variação da primeira, na qual, foi trocada a salsinha por cebolinha, que foi colocada picadinha e também com um raminho para ornamentação.

Essa última receita foi feita para presentearmos meu pai que se interessou pela história dos azeites e Tiago Cat que comemorou o seu aniversário no Bar do Neno, praticamente minha sala de visita.

Espero que gostem.

Bolo

Ps – vejam o site: www.azeite.com.br

A parte da preparação e conservação eu tirei de lá.