Pessoal,
Segue uma dica para quem gosta de especiarias.
Visitem o site da Grão-Vizir Especiarias e se deliciem com os temperos e as possibilidades de sabores oferecidos.

Beijos e abraços,
Tiago

Pessoal,
Segue uma dica para quem gosta de especiarias.
Visitem o site da Grão-Vizir Especiarias e se deliciem com os temperos e as possibilidades de sabores oferecidos.

Beijos e abraços,
Tiago

Gostei desta dica do blog do Katsuki, o http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br/ , e resolvi copiá-la aqui:
Melhore suas fotos de comida

O portal Saber do Sabor dá algumas dicas básicas para quem quer melhorar suas fotos de comida. Ótimo serviço para os blogueiros de gastronomia!
Entrem em http://www.saberdosabor.com.br/fotografia4_curso1.html
Beijos
Sandra

Galera,
Esta é uma dica massa, principalmente para os que moram pelas bandas de cá da zona norte, mas também para todos de todas as zonas e vizinhanças.
É a sucaria Veneta, na Galeria Jaqueira Park Center, que fica ali na esquina com a Rua do Futuro. Os sucos, como diz meu amigo Berna, são irados, e o ambiente é legal, ao ar livre, projeto by Aparício, mais conhecido como Alexandre, o Bahia.
Lá, tem também saladas e sandubas, tudo por um preço justo. Funciona até 22h, e, ontem, depois da jaqueira, eu e Daniela paramos por lá. Eu fui de uva com água de coco e ela, morango com hortelã.
Em breve, vai ter café também, segundo nos falou Borba, o dono.
Beijos
Sandra
ps. No DP, saiu esta notinha:
Gastrô // Veneta Sucaria aposta na qualidade
Os sucos, naturais e batidos na hora, são deliciosos, e divididos em categorias como Combinados e Terapêuticos. Nesta última, estão opções como o TPM, feito com mamão, maçã e gengibre, que traz propriedades calmantes. Custam R$ 3,80, cada. Outro diferencial são os Smoothies (R$ 7,50), preparados com três tipos de frutas batidas com iogurte natural e sorvete, acompanhados de bola de sorvete e calda de mel. O Smoothie Infantil ainda leva chocolate granulado e jujubas.
Entre os sanduíches, uma das pedidas é o Tom Zé (R$ 7), que leva peito de peru, ricota, alface, tomate e pimentão vermelho, recheando fatias de pão integral. Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 7h às 22h.

Oi,
Na lista de blogs e sites, acrescentei o excelente site da revista Prazeres da Mesa!
Beijos
Sandra

Faz tempo que Sandra me pede esta receita, que é super fácil e simples. Eu como sempre, adoro! E ela também!
Você lava bem o arroz japonês antes de cozinhá-lo, para cada porçao de arroz, coloca 1 1/2 de água. Primeiro deixa em fogo alto com a panela descoberta, quando a água começar a ferver, baixa o fogo e deixa a panela semi-tampada. Depois, quando secar quase toda a água, conferir se está cozido e, se não estiver, coloca um pouco mais de água.
Quando estiver cozido, desliga o fogo e tampa a panela por um minutinho.
O toque especial é agora: servir com furikaki (tempero em pó que se coloca em cima do arroz), ou com gengibre em conserva, com ovo mexido…..
Beijos
Janaína

A Grande Enciclopedia Illustrata della Gastronomia (Selezione dal Reader’s Digest, Milão, 2000) informa que a palavra italiana ragù deriva da francesa ragoût e designa “preparações diversas entre si, mas apresentando em comum o uso da carne cozida em molho destinado a temperar a massa”. A receita napolitana, que para muitos é a melhor, requer elaboração demorada. Harmoniza horas a fio cortes das carnes bovina e suína com vinho tinto, óleo de oliva, cebola, extrato e purê de tomate, manjericão e segredos domésticos de cozinha. Sua preparação faz um perfume delicioso atravessar as janelas e inebriar quem transita nas calçadas de Nápoles nas manhãs de domingo. Segundo o escritor e jornalista napolitano Guiseppe Marotta, autor do livro L’oro di Napoli, de 1947, filmado por Vittorio de Sica em 1954, o suave vapor vindo “das panelas de terracota que alouram a cebola (…) fazem o recém-colhido raminho de manjericão emanar suas nobres essências”. O resultado é espetacular, para dizer o mínimo.
A mesma enciclopédia italiana diz que existem fundamentalmente dois tipos de ragù. Um é o “napoletano”, que grafamos napolitano em português. Resulta do cozimento de carne com tomate e ingredientes coadjuvantes. No final, vai geralmente sobre rigatoni ou fusilli. A carne, servida junto, vira “braciole al ragù”. O outro se chama “emiliano” ou “bolognese”. Leva carne moída, picada ou desfiada, misturada com o tomate. Combina com fettuccine ou pappardelle. Em outras regiões, com variações na receita, converte-se em “ragù sardo”, “barese” etc. Como o “napoletano” e “bolognese” incorporam tomate, ambos devem ter surgido no século XVIII, época em que o precioso fruto americano começou a se popularizar na Itália. Por extensão, agora também se fala em ragù “di seppie” (lulas), “di gamberi” (camarões) ou de vôngole. Harmonizam-se divinamente com gnocchi de batata, por exemplo. Entretanto, para a enciclopédia italiana, “são definições de fantasia”. O fato é que tais variações pegaram. A família do ragù cresceu e se multiplicou. Na França, onde existe desde o século XVII, continua a ser uma preparação à base de pedaços de carne, ave, caça, peixe ou legume, cozidos em líquido, servidos com uma guarnição aromática e também empregada no recheio do vol-au-vent, pastel e empada. Nem é preciso dizer: é igualmente maravilhosa.
No link http://www.gula.com.br/revista/192/textos/3085 , está o restante da matéria, com as respectivas receitas.
Beijos
Sandra

Bom, como sempre não anotei os tempos e quantidades, mas acho q no final das contas esse blog é pra isso mesmo, dar o mote e, na sequencia, as novas tentativas das receitas vão aprimorando o preparo.
Tinha uma peça de picanha aqui em casa pra fazer pra Melissa (hospede americana, amiga de Suzana, irmã de Tatty q mora no Oregon-EUA). Ela odeia qualquer coisa do mar e adora carnes. Ainda não apresentamos mas, antes dela ir embora, agente vai levar ela pra comer um Bode Guizado tradicional de nossa terra, de preferencia acompanhado de cuzcuz ou macaxeira..
Nesse feriado 21 de abril, veio uma rapasiada maior aqui pra casa e daí agente comprou mais uma peça de Maminha. Q em alguns preparos no forno poraqui, anda ficando mais suculenta e saborosa q a picanha. Cortei ambas as peças em dois e coloquei os 4 pedaços numa salmoura com, uns 4 dentes de alho picados grosseiramente, umas 8 mini cebolas cortadas em 4, pitadas de cuminho e cobri com vinho. Nesses meus últimos testes tenho colocado o cuminho pois pra mim ele tem amenizado o sabor do vinho no molho. Não gosto qdo o molho fica com aquele gosto de vinho, mas também acho q cuminho demais numa carne de forno é desnecessário. Cuminho de mais somente naquele bode guizado clássico.
Após algumas horas e qdo a picanha descongelou totalmente, esquentei bastante uma frigideira e comecei a selar a carne. Coloquei os pedaços aos poucos pra num juntar água e pra formar aquela graxinha no fundo da frigideira. Demorou pois selei quase todos os lados, bem selado, quase ficando preto de queimado. E sempre começo a selar com a parte da gordura depois os outros lados.
Ah, ia me esquecendo, um dos pontos primordiais: das outras vezes q fiz desse jeito, já colocava o sal na salmoura, e como utilizava a salmoura pra soltar a graxinha da frigidira até reduzir o caldo, o molho sempre ficou bastante salgado. Dessa vez tirei a carne da salmoura e passei bem pouco sal grosso em todo o pedaço e sempre eliminando o excesso, pra depois selar.
Bom, durante o selamento coloca o forno pra aquecer em +ou- 205 graus. Depois de selada, coloca a carne numa assadeira, sempre com a gordura pra cima e manda pro forno. Como selei bastante e cortei as peças em dois pedaços cada, o tempo de forno ficou em torno de 30 min. A carne ficou com um visual show. Depois de alguns tempos, agente tem adquirido o costume de sempre desligar o forno um tempo antes de servir a carne, deixar o cozimento interno da carne dar uma baixada e servir em seguida, acho q uns 5 a 10 min antes. Desse jeito o sangue em vez de evaporar fica mais e qdo vc corta tem logo auela visão do paraiso.
Enquanto a carne tá no forno, coloquei a salmoura na frigideira e com uma colher de pau raspei a graxa do fundo, mantive o forno alto até ferver, depois baixei o fogo e esperei o caldo reduzir, mais ou menos na metade do processo de redução coloquei as sardinhas anchovadas pra derreter no caldo, foi metade do copinho.
Isso acompanhado de uma massa bem fina aldente, fica um show. Coloca o molho em cima e pronto.
Tatty ainda fez um purê de batatas e arroz pro acompanhamento. E depois agente comeu um bolo de chocolate q ela tinha feito junto com um mousse de limão q Tati e Paulinha trouxeram.
Junto com o Pudim de Salmão q Tati fez de entrada, esse Bolo (q Tatty bota uns chocolates Talento no preparo) e o Mousse de Limão merecem um espaço reservado aqui no naCozinha.
Antes de me despedir e emtempo, um pouco dessas sardinhas anchovadas amassadas grosseiramente com um bom azeite e acompanhadas com um pão portugues pra melar, é um tiragosto pra acompanhar qualquer tipo de birita.
Valeu, abração, Berna

Eu e Sandra resolvemos iniciar uma coleção de azeites. Juntamos os que a gente já tinha, compramos e ganhamos (de Tati e Fernando) outros e aumentamos a nossa coleção. Já temos azeites de diversas nacionalidades, tais como: espanhola, portuguesa, grega, chilena e italiana.
Sandra leu numa revista uma receita de azeite temperado com castanha do pará e salsinha, e resolvemos incrementar nossa coleção, temperando e criando novos azeites. Logo em seguida , comprei cinco garrafas de azeite “Hacienda”, que é ótimo e estava na promoção, daí, começamos a fazer nossas experiências.
Antes das receitas vejam os cuidados que devem ser tomados na preparação e conservação do azeite.
Preparando o recipiente
Antes de temperar o azeite é preciso é preciso certificar-se que o recipiente esteja bem higienizado e bem seco, só assim garante-se a qualidade do azeite temperado. Veja como fazer:
Como guardar o azeite temperado
O azeite de oliva temperado é menos estável, quando se compara com o mesmo produto natural. O ideal e guardá-los na geladeira por até um mês, mantendo os recipientes sempre fechados.
A primeira receita é com castanha do pará e salsinha. Modo de fazer: Corte a castanha em lasquinhas, pique a salsinha e misture tudo. Coloque a mistura na garrafa até preencher 1/3 e complete com azeite. Espere 3 dias para apurar e consuma a vontade.
A segunda receita foi feita com 2 pimentas dedo de moça, 3 dentes de alho, folhas de manjericão e um raminho de hortelã. Modo de fazer: Descasque o alho e amasse levemente, pique as folhas de manjericão e coloque na garrafa. Faça um corte vertical para abiri as pimentas e coloque-as na garrafa. Preencha a garrafa com o azeite. E por último, coloque o raminho inteiro de hortelã para ornamentar a garrafinha junto com os outros ingredientes.
Os azeites dessas duas receitas já estão sendo degustados aqui em casa. A terceira receita é uma variação da primeira, na qual, foi trocada a salsinha por cebolinha, que foi colocada picadinha e também com um raminho para ornamentação.
Essa última receita foi feita para presentearmos meu pai que se interessou pela história dos azeites e Tiago Cat que comemorou o seu aniversário no Bar do Neno, praticamente minha sala de visita.
Espero que gostem.
Bolo
Ps – vejam o site: www.azeite.com.br
A parte da preparação e conservação eu tirei de lá.