
Arquivo da categoria ‘Acompanhamentos’

Bruschetta
Agosto 18, 2009

Saladosa
Junho 25, 2009Tatty deu a ideia de fazermos um jantar na casa (nova!) de Daniela e eu fiquei responsável pela salada que acompanhou o risoto de fungui que as elas duas fizeram, e que tava ótimo, vale ressaltar.
Para folhosa, coloquei rúcula, alface roxa e também da americana, várias uvas roxas, todas cortadas no meio e com as sementes devidamente retiradas, castanhas do pará trituradas e um tanto de ricota ralada.
Fiz dois molhos, mas um deles ficou bem melhor, que foi o com mel de abelha, azeite, mostarda dijon granulada e umas bolinhas de pimenta rosa. O outro era com iogurte e um tanto da mesma mostarda. Eles foram servidos separadamente.
Antes de ir para casa de Daniela, resolvi ainda fazer uns croutons para salada. Peguei um pão de linhaça que tinha comprado no Pão de Açúcar, que, aliás, está com uma sessão ótima de pães integrais, e cortei em cubinhos. Num pilão, amassei várias folhas de hortelã, azeite, pimenta do reino e sal. Depois, coloquei manteiga numa assadeira, derreti, misturei o pesto de hortelã, tudo no fogo alto, e coloquei os pedacinhos de pão, mexi pra lá e pra cá, para eles ficarem bem lambuzados e, na sequência, coloquei do fogo para o forno, que já estava quente. Quando os pedacinhos estavam crocantes, desliguei o forno e, na hora em que a salada foi servida, salpiquei os croutons por cima.
Beijos
Sandra

QUINUA, o grão de ouro!
Abril 22, 2009
“A quinua é um pseudo-cereal da família das Quenopodiáceas, domesticada e cultivada há 5.800 anos nos Andes e tem diferentes centros de domesticação no Peru, Bolívia e Equador. Também chamada quínua e quinoa, o nome quinua é de origem quéchua, o idioma falado pelos antigos incas. Conhecida como o trigo dos incas, para quem a quinua era considerada uma planta sagrada, um símbolo religioso, os incas – que a cultivavam há 8 mil anos – a chamavam de Grano Madre ou Grano de Oro”. “Investigadores que vem estudando a Quinua, nas últimas décadas, constataram, que seu valor nutritivo – só comparado ao leite materno – a converte no alimento mais completo do planeta, muito superior aos de origem animal, como a carne, o leite, os ovos e o peixe.”
E aí, vocês já comeram quinua? Bem, já faz mais de um ano que a quinua figura no cardápio de lá da casa da minha mãe, mas só ultimamente resolvi descobrir os segredos desse grão que tá tão em voga. Aqui no Recife, dá para encontrar a quinua em grão, e também em flocos ou farinha, como também em barras de cereal, granolas etc. Nos sites http://estilonatural.uol.com.br/Edicoes/17/artigo4773-1.asp e http://boaforma.abril.com.br/edicoes/221/fechado/Dieta/conteudo_257.shtml , encontrei boas matérias sobre o assunto.
Bem, desde que me iniciei na quinua, já fiz, em pouco tempo, uns 3 risotos diferentes, sendo um deles junto com Tati, lá em Alagoas, na semana santa (receita será postada noutra ocasião), e outro também lá, que, junto com a farofa de fernando, serviu de acompanhamento para uma fraldinha DELICIOSA, que espero tenha sua receita postada aqui o quanto antes também! (Não sei se já disse, mas passamos a semana santa numa casa ÓTIMA, lá em Alagoas, na praia (deserta) do Patacho, que fica no muncípio de Porto das Pedras, logo depois de Japaratinga, no sentido PE – AL. A casa me foi indicada por Gabi e tem um site bem legal na internet http://www.praiadopatacho.com/ . Não deixem de olhar as fotos!)
Voltando ao risoto… Era domingo de páscoa e estávamos no fim do feriadão, de modo que resolvi misturar o que ainda tínhamos de quinua e de arroz arbóreo, que sobraram dos dias anteriores, quando tínhamos comido, respectivamente, risoto de codorna, só com arroz, e risoto de camarão, este só com quinua. Em síntese, foi o risoto das sobras dos grãos e deu super certo!
Para cozinhar o risoto, fiz um caldo com alecrim, manjericão, coentro, cebola, louro, pimenta etc., tudo que ainda tinha na gaveta da geladeira. Noutra panela, refoguei uma cebola grande no azeite quente, acrescentei o arroz, refoguei um pouco e coloquei um copo de vinho tinto. Quando o vinho secou, fui colocando o caldo, devagar e sempre, mexendo sem parar. Mais ou menos na metade do cozimento do arroz, acrescentei a quinua, que tem o ponto de cocção mais rápido, e segui mexendo e pondo o caldo. Pra falar a verdade, não sei precisar em que momento coloquei a quinua, mas já fazia alguns minutos que estava mexendo o arroz; fui pela intuição mesmo e também li o tempo de cozimento da quinua que havia na caixa, sem contar que, numa das noites anteriores, já havíamos cozinhado a quinua, quando fizemos o citado risoto de camarão com quinua. Quando cozida, o grão se abre e, assim como o do arroz, fica inchado.
Bem, depois, acrescentei pimenta do reino e também da rosa, pimentões vermelho e amarelo cortados em tiras pequenas e também ervilha torta, que cortei em 2 ou 3 pedaços cada vagem, tudo também sobras dos primeiros dias do feriado, viva Lavoisier! Quando estava al dente, coloquei queijo parmesão ralado, mexi, mexi e pronto, estava pronto este risoto vegetariano a base de quinua e arroz arbóreo!
Beijos
Sandra

Comprei um quilo de farinha pra fazer farofa
Abril 16, 2009Esta é uma receita que foi inaugurada no primeiro episódio do programa “Sandra – Cozinha Inteligente”, que vai ao ao todos os dias no GNT Plus (você ainda não tem GNT plus?!). Este programa foi lançado ao vivo, direto da praia do Patacho, nas Alagoas. Os picos de audiência se deram no dia da receita do risoto de codorna, mas a receita da farofa agradou aos telespectadores mais exigentes, como a francesa Paulà Silverrrá! Você deve estar pensando que a receita é sofisticada. Nada disso, vamos a ela
Corte metade de uma cebola em tiras bem fininhas e a outra metade, em cubinhos. Se você é dos que chora, coloque 2 palitos de fósforo APAGADOS na boca! Primeiro, na manteiga, torre as tirinhas de cebola. Logo depois, acrescente a cebola em cubinhos e vá mexendo. Acrescente 2 xícaras generosas de farinha e siga mexendo.
Amasse umas 10 castanhas do pará e misture à farofa, ainda no fogo brando. Por último, acrescente 3 bananas em rodelas finas. Mexa, mas não deixe que as rodelas percam a sua forma.
Naquele dia, a farofa serviu de acompanhamento, juntamente com um risoto vegetariano a base de quinua e arroz arbóreo, a uma deliciosa fraldinha ao forno. Nota : audiência do Sandra - Cozinha Inteligente foi maior que a do último capítulo de A Favorita!
Aguardem a receita da sobremesa apelidada por Tiago Bolo como Embaré.
Abraços,
Fernando Lima, Diretor do programa Sandra – Cozinha Inteligente.

Salada de pepino
Março 5, 2009Caros amigos blogueiros,
Ontem, aproveitando um pernil de carneiro delicioso que a minha mãe mandou para mim e também a atual tentativa, ainda meio inexitosa, de passar uma quaresma light, fiz uma salada que adoro, e costumo fazer sempre que preparo ovinos, mas que também é boa até sozinha. Como se diz por aí, é super refrescante e crocante!
Pode usar qualquer pepino, mas eu prefiro o japa, que tem menos sementes…
Para começar, descasco os pepinos, meio na grosseria, sempre deixando uns nacos verdes, sem tirar a casca totalmente, e corto em cubinhos. Coloco numa saladeira, junto com umas folhinhas de hortelã e, ontem, para inovar, joguei também alguns poucos cubos de queijo minas frescal. Outra vez, ao invés do queijo, coloquei um pouquinho de nozes picadas, mas, normalmente, faço só com o pepino e a hortelã mesmo.
Na sequência, pego, dependendo da quantidade de pepino, um ou 2 potinhos de coalhada fresca. Ontem, usei 3 pepinos pequenos para 1 potinho de coalhada, daquelas que vende no supermercado. Neste ponto, aliás, recomendo a que não é adoçada; existem sim 3 tipos: com açúcar, com adoçante e sem nada, que é a que uso.
Voltando ao molho, misturo 1 pote de coalhada com meio de água mineral, tempero com sal e pimenta do reino moída na hora. Em seguida, num pilão, amasso 2 dentes de alho e várias folhas de hortelã, misturo na coalhada, e acrescento mais folhas de hortelã. O molho não fica verde, e sim branco, mas pode ser uma idéia amassar mais folhas e esverdear o molho, numa espécie de pesto light, só que de hortelã!
Sirvo já misturado com o molho…ou não, vareia! Uma dica final é fazer, já no prato, uma caminha com alface roxa, colocar a salada de pepino por cima e, no topo, o molho.
Bom apetite e saudações rubro-negras,
Sandra

ARROZ COM GENGIBRE
Março 2, 2009
Agora em fevereiro, antes do carnaval, estive na casa de Duina, em João Pessoa. Por lá, depois de muitos vinhos e risadas, jantamos um bacalhau ótimo, que estava acompanhado por um arroz de gengibre divino.
Pedi a receita do arroz, pois acho que ele vai bem com muita coisa, e até mesmo puro, de tão bom que é! (Pena que pretendo passar um bom tempo sem comer arroz, ainda mais se for puro, coitada! Pois é, o ano começou hoje e junto com ele, as dietas!)
Bem, o arroz é super simples: (i) cozinha o arroz branco normalmente, da maneira que preferir; (ii) depois, refoga o arroz já pronto com cebola, alho e o gengibre ralado – não me petrgunte a quantidade, tem que ir testando e provando -, mas é para colocar primeiro a cebola, esperar a bicha ficar quase transparente, e então, acrescenta o arroz, o alho, e em seguida, o gengibre ralado.
Segundo Duina, é melhor usar gengibre novinho, pois o velho arde mais e deixa um ranso.
Beijos e feliz ano novo
Sandra

VINAGRETE DE MELANCIA
Dezembro 19, 2008
Como já é uma tradição de quase 10 anos, alugamos uma casa em carneiros neste final de ano, que, a bem da verdade, começou mais cedo, já no primeiro final de semana de dezembro, com direito ao feriado de Nossa Senhora da Conceição (minha mãe, minha rainha), no dia 8/dez.
Foi uma turma ótima e abrimos a temporada em grande estilo, com lagostas trazidas da PB, muito espumante, e o delicioso arroz de polvo de lúcia, já postado aqui no blog, além de ostras frescas e o peixe “pescado” por Tiago e Caco!
Para acompanhar, além de maionese verde de batata, igualmente já postada, fizemos uma salada de folhas e um molho vinagrete especial para ela. Eu havia lido a respeito desse vinagrete na internet e estava apenas aguardando a melhor oportunidade para experimentar… a oportunidade não poderia ser melhor: beira mar da praia dos carneiros!
O molho é super simples e o resultado é divino! O segredo é substituir os tomates por melancia, cortada em cubinhos, exatamente como se faz com o tomate para o tradicional molho vinagrete. Daí, coloca cebola e cheiro verde e acrescenta azeite, sal, pimenta do reino e também uma porção de suco de limão e 2 do de laranja. Eu acho que usamos uns 2 limões e 4 laranjas….
Ficou ótimo, super refrescante! Todo mundo gostou! Deu um upgrade fenomenal na salada, ainda mais porque os follllhooooooooosos eram acompanhamento para as famosas lagostas grelhadas de tati e bebíamos um espumante rose bem geladinho…. tudo ao som dos coqueiros na praia, que coisa mágica!
Beijos
Sandra
ps. vamos repetir ainda nesta temporada, com certeza!

Cebola Recheada
Dezembro 9, 2008
Essa eu fiz ontem,
Peguei 4 cebolas médias pra grande, quanto maior mais recheio, descasca e coloca pra cozinhar durante 20 minutos, mais ou menos.
Enquanto isso piquei bem pequena, uma linguiça portuguesa.
Depois de cozidas, escorri, tirei o miolo delas e reservei numa assadeira untada. Muito cuidado pra num se queimar!
Piquei bem picado o miolo q tirei das cebolas e comecei a refogar com a linguiça e uma potoca de uma pasta de alho com bacon q comprei no supermercado, essa pasta num é lá essas coisas mas tô usando pra acabar logo…
Qdo começou a soltar a gordura e já dar uma queimadinha coloquei um tanto de vodka, deixei aglutinar e dar o brilho, e depois rapidamente coloquei duas colheres de sopa de requeijão, um pouco de creme de leite e um tanto de queijo ralado, esse processo pode ser rapidinho pois eu ia colocar pra gratinar ainda…
Com as cebolas já na assadeira, algumas tinham ficado sem fundo, daí, antes de colocar o recheio, salpiquei o queijo ralado no fundo delas, depois pilei o recheio dentro delas e salpiquei bastante queijo ralado antes de colocar pra gratinar durante uns 15 minutos ou até dourar por cima. Ficou uma delicia!
Num outro dia, qdo fiz essas cebolas, arrudiei a borda delas com um bacon em tiras firmando com um palito de dente, mas não encontramos o bacon pra repetir essa dose.
Mais tarde, depois de dois filmes no dvd e acompanhado de uma Coca bem gelada, Tatty pegou o resto do recheio, colocou por cima dumas fatias de pão italiano com alho e salpicou queijo ralado, ficou no forno por uns 15 min, e depois saiu crocante e acompanhada de uma mostarda Dijon da boa, essa aí ficou profissa, minha gente!

abraços pra todo mundo!

Tati, a minha receita é PATÉ DE FÍGADO DE AVES
Dezembro 3, 2008A minha única receita, aliás uma adaptação do Mestre Charlô, é o PATÉ DE FÍGADO DE AVES. As “aves”, por sinal, são somente galinhas. É bem simples e sensacional. Faz sempre sucesso. Aí vai:
PATÊ DE FÍGADO DE AVES
INGREDIENTES
1/2 fígado de galinha; (meio quilo, não?)
300 g de margarina (não serve manteiga e não sei o porquê);
1 xícara de creme de leite fresco;
2 colheres de chá de sal;
Pimenta do reino moída na hora;
1 colher de chá de noz moscada ralada;
4 colheres de farinha de trigo;
4 ovos;
4 colheres sopa de conhaque Remmy Martin, de preferência (ou Napoleon).
MODO DE PREPARO
Bater o fígado bem limpo no liquidificador;
Peneirar e bater novamente com todos os outros ingredientes;
Por último o creme de leite;
Assar em forma de bolo inglês (de preferência de ferro com tampa), untada;
Cobrir com papel de alumínio em banho-maria no forno por mais ou menos 1 hora;
A 100º graus
Esperar esfriar
IMPORTANTE:
Faca o teste do palito para verificar o ponto;
Deve sair úmido, mais sem a massa grudada nele;
Dura aproximadamente 3 meses na geladeira. Nunca congelar.
Servir com fatias de pão, ou acompanhamento de saladas, ou puro, como entrada.

Picanha de forno sobre farofa com purê de ervilhas e wasabi
Novembro 27, 2008
Essa aí lembrou as antigas. Jam session total na cozinha, partiu de um momento criativo na semana passada (por conta dos temperos q compramos no Mercado Público de Sampa) e juntando com a leitura de um dos quitutes q constam na lista dos 100 postada abaixo…
Vamo lá, domingão de ressaca, mais de cansado q de birita, depois dum sabadão tentando participar de todos os eventos q apareceram, mas fechando com chave de ouro numa janta espetacular com os amigos (q jájá deve render um post aqui…).
Passamos, eu e Tatty, no supermercado e compramos:
uma picanha,
um pacote de bolacha integral,
um saquinho de castanha de caju,
um saquinho de queijo parmesão ralado grosso,
um saco de ervilha congelada,
um pote de manteiga
e um mói de agrião, bem bonito q achei por lá
alguns salgadinhos e um pote de sorvete Crunch (…já provaram esse…, …meirmão!!!)…
Levava comigo um sal grosso q temperei com umas ervas q comprei lá no mercado, q diz, “Tempero p/ cordeiro, cabrito. Ingredientes: alecrim, alho, cebola, hortelã, pimenta calabresa e sálvia”,
junto com o sal botei azeite trufado e deixei de um dia pro outro tentando agregar sabores, também misturei um tanto de Wasabi com o Bahar (todos do mercado) e reservei.
Fomos visitar minha sobrinha Malu, q fazia umas duas semanas q eu não via, tá grandona e rechonchuda a pirráia…
Chegando lá eu começaria a fazer o rango pois a rapasiada tava com fome (Reco q o diga…), mas Guto tinha preparado umas “Asas de Búfalo”(?) q tavam show (tem q postar aqui também) e agente saboreou acompanhado com umas Brahmas Extras estupidamente geladas (melhor cura pra ressaca não há!)…
Depois fui pra cozinha daí começamos o preparo.
Peguei a peça de picanha, passei a mistura de sal nela enquanto esquentava bastante a frigideira. Depois comecei a selar a carne, primeiro pela parte da gordura e depois o resto. Enquanto isso Tatty ia passando a bolacha, a castanha no liquidificador, e misturando com o queijo e a manteiga, fazendo uma massa.
Eu coloquei as ervilhas pra cozinhar em água e sal e deixei uns 8 minutos (+ou-) e misturei água com o wasabi, deixando até um pouco mais aguado q o normal.
Acendi o forno em 180 pra esquentar enquanto selava a carne.
Qdo a massa ficou pronta forrei o fundo da assadeira untada e prensei até ficar compacta.
Com a carne selada (bem selada mesmo, casquinha preta em alguns locais), coloquei com a gordura pra cima na assadeira e mandei pro forno, acho q o forno não tava devidamente quente, daí ela ficou uns 25 minutos lá, mas acho q se esquentar o forno corretamente antes o tempo é menor.
Enquanto isso Tatty dava um trato nas ervilhas, passando no liquidificador com um tiquinho de creme de leite e depois misturando com o wasabi e algumas ervilhas inteiras q eu tinha reservado.
A minha intenção no início era q a massa no fundo da assadeira ficasse feito um biscoito, mas não consegui dessa maneira, ela ficou mais pra uma farofa mesmo, mas bem gostosa e crocante. Servimos com uma salada de agrião, arroz bem soltinho de Dorinha e um penne q Guto disse q ia postar poraqui também. Segundo mamãe o penne com a farofa tava show.
Todo mundo gostou e inclusive papai q não é lá dessas novidades aprovou geral o purê de wasabi com a carne e a farofa.
Valeu, beijos e abraços e até mais…
OBS: esse purê de wasabi veio na minha cabeça no momento q li aquela história de “wasabi peas” nº 31 na lista dos 100, mas depois constatamos q se trata de uma receita totalmente diferente q testaremos adiante…
